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balança comercial
Embarque de soja no porto de Paranaguá: balança comercial brasileira teve superávit de US$ 10,3 bilhões em abril.| Foto: Jonathan Campos/Arquivo/Gazeta do Povo

Nós, brasileiros, somos um povo muito especial. Com toda essa pandemia e campanha para puxar o país para baixo, nós batemos um recorde histórico em abril: a balança comercial brasileira registrou superávit de US$ 10,349 bilhões. É o melhor saldo para um mês em 33 anos, segundo o Ministério da Economia.

Nós exportamos US$ 26,481 bilhões e também compramos muito do exterior, importando R$ 16,132 bilhões em bens e produtos. Isso significa que a atividade econômica está aquecida. Agora, é esperar a abertura de vagas de emprego e a melhoria da renda dos brasileiros.

Nós vendemos principalmente soja, algodão, café, petróleo e minério de ferro. E quem mais comprou? A China, claro. Os chineses precisam comprar da gente. Não adiantou o pessoal do contra, que puxa para baixo, tentar vender a ideia de que haveria uma espécie de retaliação da China contra o Brasil. Isso não existe, porque a China também precisa da gente. E nós compramos fertilizantes, defensivos, produtos acabados…  porque a gente está precisando e a economia está andando.

Que coisa boa falar sobre isso, desse país resiliente, que não dá ouvidos para a “bolha”. Empresários, empreendedores, empregadores, todos aqueles que têm iniciativa, que estão no país real, estão tocando a vida, a despeito de tudo. Não tem outra solução.

Ativismo judicial ataca de novo

O ministro Ricardo Lewandowski, do STF, ameaçou responsabilizar os administradores públicos que não aplicarem a segunda dose da vacina contra Covid-19 por improbidade administrativa. Foi em um despacho que atendeu um recurso da Defensoria Pública do Rio de Janeiro contra o uso da vacina reservada para segunda dose para imunizar policiais e professores.

Mas pensem comigo: é preferível ficar com um estoque de vacina parado até vencer o prazo de dar a segunda dose ou vacinar logo quem ainda não recebeu nenhuma dose? E pelo menos vai ter a primeira dose, que já é metade da proteção. E logo vai chegar mais estoque para a segunda dose. Mas o ministro Lewandowski mandou parar tudo. É mais uma interferência do Supremo em assuntos administrativos do poder Executivo.

Por causa de situações como essa é que já há uma reação grande de parlamentares contra o ativismo judicial, conforme relata reportagem da Gazeta do Povo. Trata-se de uma ação de defesa da independência do Congresso Nacional.

Depois que o Supremo prendeu um deputado e deu ordem para abrir uma CPI, os parlamentares estão selecionando todos os projetos que estão lá para dar um jeito de frear esse ativismo judicial. Cada vez o STF se mete mais na vida dos outros poderes. Passando por cima do segundo artigo da Constituição, que fala na Independência e harmonia entre os poderes; eles estão provocando é desarmonia.

Vacinação em massa gera expectativa 

Houve uma experiência muito interessante na cidade paulista de Serrana, que fica perto de Ribeirão Preto. Foi feita uma vacinação em massa lá contra a Covid-19 com o uso da Coronavac. Começou no dia 17 de fevereiro e terminou no dia 11 de abril. Ao todo, 95,7% dos maiores de 18 anos de Serrana estão vacinados com as duas doses, o que dá 60% da população. Agora é esperar para observar os resultados.

Como todos sabemos, as vacinas ainda estão em fase experimental, e Serrana pode ser o primeiro caso a comprovar na prática a eficiência e a segurança da Coronavac. Os resultados devem aparecer agora, a partir de maio/junho, porque está todo mundo cadastrado para relatar tudo o que aconteceu no pós-vacinação.

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