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Pequenos super-heróis

Divulgação
Cartaz da campanha do Instituto de Integração Social e de Promoção da Cidadania (Integra), no Distrito Federal.

No fim desse mês de abril, dia 29, é comemorado o Dia do Cão-Guia. E não é à toa que eles merecem um dia só pra eles. Eles são impecáveis e dedicados em seu nobre trabalho de guiar deficientes visuais e manter seus donos distante de qualquer perigo.

Mas, infelizmente, no Brasil ainda é preciso que muitos, mas muitos cães mesmo sejam formados para desenvolver essa função e permitir que um maior número de deficientes seja ajudado. Há apenas 60 cães-guias em todo país para cerca de 2 milhões de deficientes visuais, segundo informações do Conselho Brasileiro de Oftalmologia. 0u seja, menos de meio porcento do que seria o ideal, considerando que cada pessoa necessita do apoio de um cão.

A explicação para tal discrepância está no valor para treinamento e capacitação dos animais. Para preparo de cada animal, o investimento chega a R$ 25 mil. O instrutor Fabiano Pereira, da Federação Internacional de Escolas de Cães-Guias (IGDF) lembra da importância do cão-guia para a qualidade de vida do deficiente visual. “Ele possibilita a inclusão social do deficiente, ao garantir mais liberdade. É uma alternativa de vida que garante maior contato com demais pessoas. É uma nova realidade.”

Para isso, é preciso preparar tanto o cão quanto o dono. O entrosamento e relação de confiança mútua são fundamentais para o sucesso das atividades, segundo Pereira

Que tipo de ações você acha que poderiam ser feitas para incentivar a capacitação dos cães rumo à inclusão social dos deficientes visuais?

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