

O som sertanejo do Viola Quebrada.
Uma lenda garante que todo violeiro tem de visitar um cemitério e, por volta da meia-noite, colocar a mão direita por cima do muro para o lado de dentro do campo santo. Então, a mesma lenda diz, cada um dos dedos do violeiro será estralado pelas mãos de algum violeiro que já não encontra entre os vivos, mas que — por meio dessa ação — “batizaria” o vivo para realmente acertar a mão nas dez cordas da viola.
Isso diz respeito ao mundo da viola caipira e a música sertaneja (que não se confunde com a “sertaneja universitária”, modismo recente).
Hoje, sexta-feira (13), o quarteto curitibano Viola Quebrada recebe o trio paulista Viola Sem Fronteira no Teatro Paiol, em Curitiba, a partir das 21h. Serão 90 minutos de apresentação e algumas surpresas. Amanhã (sábado 14) tem mais.
O Caderno G Fim de Semana, edição impressa que circula hoje, traz uma matéria que fiz a respeito do evento e, entre as informações, conto que o violeiro costuma colocar um guizo de cobra cascavel dentro do instrumento. Para quê? Mais informações no texto “A trilha sonora do interior brasileiro.”







