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Câmara “empresta” R$ 53 milhões a Fruet, com promessa de ter sede nova em 2018

  • PorRogerio Galindo
  • 25/04/2016 15:19
Câmara “empresta” R$ 53 milhões a Fruet, com promessa de ter sede nova em 2018
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A Câmara de Curitiba está se propondo a repassar R$ 53 milhões para o prefeito Gustavo Fruet (PDT) para amenizar a situação de crise financeira enfrentada pelo município. Em troca, a prefeitura se compromete a construir um prédio novo para os vereadores no mesmo valor dentro de quatro anos.

A proposta foi protocolada pela Mesa Diretora da Câmara. A ideia é usar o dinheiro que “sobra” do orçamento do Legislativo ano após ano. Hoje, essa verba está parada no banco. “No banco isso não interessa nada para nós”, diz o presidente da Câmara, vereador Aílton Araújo (PSC). Segundo ele, se aprovada a proposta, a prefeitura receberia o dinheiro em aproximadamente duas semanas.

Pelo projeto, o dinheiro seria convertido em CUB – medida usada para fins de construção. E em 2018, ano previsto para a construção da nova sede, isso seria transformado de novo em reais. O dinheiro teria de ser usado integralmente na obra – um prédio novo no local onde hoje ficam os anexos do prédio histórico da Câmara, na Visconde de Guarapuava.

“O prefeito poderia usar esse dinheiro no que for preciso, desde que daqui a dois anos comece a obra do prédio. As especificações quem vai dar são os próprios vereadores”, diz. Para Araújo, o novo prédio é necessário porque as reformas estão saindo cada vez mais caras. “E os vereadores reclamam que os banheiros cheiram mal, que não há espaço para trabalhar nos gabinetes. O prédio está como um projeto de lei: cheio de emendas”, diz.

Sobre a crítica que já surgiu na Câmara de que isso facilita a vida do prefeito em ano eleitoral, Araújo diz que não vê motivo. “Então a prefeitura teria que parar em ano eleitoral? Os vereadores vivem reclamando que não se corta a grama, que não se repara o asfalto. Pra isso precisa de dinheiro”, diz o presidente.

Para ele, o “empréstimo” será bom não só para o prefeito como para os próprios vereadores. “Hoje a população vê o bairro e pensa: que espécie de vereador é essa que não consegue nem que cortem a grama?”, diz.

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