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Coluna Esplanada

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Parlamento

Acesso restrito no Congresso por ordem de Alcolumbre e Motta

Motta e Alcolumbre decidiram restringir o acesso ao Congresso pela chapelaria, entrada principal e histórica, apenas a deputados e senadores, e outras autoridades. (Foto: Marcos Oliveira/Agência Senado)

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Considerado a “Casa do Povo” por ícones políticos que por décadas ali transitaram, o Congresso Nacional torna-se, aos poucos, mansão de poucos. A decisão dos presidentes do Senado e Câmara, Davi Alcolumbre e Hugo Motta, de restringir o acesso ao Congresso pela chapelaria, entrada principal e histórica, apenas a deputados e senadores, e outras autoridades, já causa alvoroço entre servidores e parlamentares.

Os gabinetes foram surpreendidos ontem com e-mail com novas regras. Os acessos de visitantes por táxi, uber, carros particulares ou a pé serão pelos anexos. Servidores do Congresso receiam que isso cause um “congestionamento” diário nas portarias laterais. Enquanto seus chefes, as excelências, vão chegar de BMW, Mercedes, Audi, Volvo e outros carros que desfilam pela chapelaria todos os dias. Com exceção de Luiza Erundina, que tem um Fiat Elba.

Bomba no banco

Caiu como uma bomba nos corredores e gabinetes do BTG Pactual a notícia, publicada aqui, de que o advogado baiano Eugênio Kruschewsky, que defende o banco em duas causas (no Econômico, braço do BTG) é também um dos principais advogados de Daniel Vorcaro, inimigo figadal de André Esteves. O jurídico do BTG está de olho. A assessoria do BTG preferiu não comentar.

Venda de emendas parlamentares

O senador Cid Gomes (PSB) voltou a dizer que o deputado federal Júnior Mano (PSB) é vítima de perseguição política. É acusado em investigação da PF de participação em venda de emendas e desvios de recursos públicos, em relatório no STF. Passeiam no inquérito também o ex-deputado José Guimarães (PT), o federal Yury do Paredão (MDB) e o ex-presidente do Senado e deputado licenciado Eunício Oliveira (MDB).

Day off na Firjan

Em decisão monocrática, após análise de pesquisa interna, o presidente da Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (Firjan), Luiz Césio Caetano (2024-2028), decidiu fazer um senhor agrado aos milhares de funcionários da entidade, como ele tem repetido. Anunciou regra que dá folga ao colaborador no dia do aniversário, menos aos estagiários e aprendizes. A Firjan tem defendido a manutenção da escala de trabalho 6 x 1.

Crédito de ICMS mais rápido

Do presidente da Associação Paulista de Supermercados (Apas), Erlon Ortega, sobre um pleito da entidade, de que as parcelas do ICMS pagas em duplicidade fossem devolvidas em 12 vezes, ao invés de 24, como proposto inicialmente pelo governo: “Reduzir a devolução de créditos de ICMS para 12 parcelas é um avanço, mas ainda distante do ideal defendido pelo setor para a devolução do imposto pago”.

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Conteúdo editado por: Jocelaine Santos

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