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Estatística sobre fome em momento de retomada econômica pós-pandemia parece tempero de debate em ano eleitoral. E, este ano, as narrativas de campanha começaram cedo. De repente surge um estudo sobre fome mostrando uma realidade muito diferente daquela que os nossos olhos enxergam.

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O Brasil teria 33,1 milhões de pessoas sem "ter o que comer", conforme levantamento feito pela Pensann (Rede Brasileira de Pesquisa em Soberania e Segurança Alimentar e Nutricional) em parceria com um consórcio de ONGs. Será?

Fome X insegurança alimentar grave

É fato que a miséria extrema existe e, justamente por isso, há programas de governo para auxiliar quem não tem emprego ou renda e, por isso, enfrenta dificuldades para se alimentar. Mas teremos mesmo chegado ao ponto de sermos, em 2022, um país em que um a cada sete habitantes não tem um único alimento no dia?

A Gazeta do Povo fez uma apuração detalhada sobre essa pesquisa e descobriu que não é bem assim. A reportagem, assinada pelo jornalista Leonardo Desideri, foi publicada no dia 16 de junho de 2022 com o título “Fome no Brasil: o que está por trás da estatística dos 33 milhões”.

Caso não tenha lido, leia! Além de um belo trabalho jornalístico (coisa rara hoje em dia), é essencial para entender como dados podem ser manipulados e informações parciais podem induzir a interpretações completamente erradas.

Mais do que isso: mostra como as mentes de esquerdistas dispostos a eleger o ex-presidente Lula a qualquer preço são capazes de misturar estatística e ideologia para distorcer a realidade e fazer a população mais distraída dar como certa uma estatística que não se vê no dia a dia.

No vídeo publicado junto com este artigo trago um resumo da apuração do jornalista Leonardo Desideri sobre a pesquisa da fome no Brasil, Incluo, também, contribuições de reflexão de leitores que não fugiram do debate. Para assistir, basta clicar no play da imagem no topo da página.

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