



Denis Peterson, que só conheci por esses dias, é um pintor de um movimento que se chama “hiperrealismo”. Parece uma espécie de reação ao abstracionismo dominante na pintura atual. Mas o mais interessante nem é isso: é a tentativa de demonstração de força desse pessoal, que quer fazer telas tão realistas quanto qualquer fotografia.
Algumas vezes é quase impossível distinguir se é uma foto ou uma pintura. A técnica é excepcional: tanto nas cores quanto nas sombras, no desenho, na luz. E as imagens muitas vezes são mesmo baseadas em cenas reais, em fotografias.
O curioso é que um dos motivos para que, no século 19, a pintura começasse a deixar de ser figurativa (ou seja, representar “fielmente” as pessoas e objetos) foi justamente a invenção da fotografia. Se havia um retrato fiel de tudo, restava tentar fazer “variantes” em cima daquilo.
Aqui, esse pessoal parece querer mostrar que há motivo para “concorrer” com a foto. Aí vão três exemplos do trabalho de Peterson, um norte-americano de origem albanesa que anda fazendo algum barulho por aí.
Quem quiser ver mais entra no site dele clicando aqui.
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