i

O Sua Leitura indica o quanto você está informado sobre um determinado assunto de acordo com a profundidade e contextualização dos conteúdos que você lê. Nosso time de editores credita 20, 40, 60, 80 ou 100 pontos a cada conteúdo – aqueles que mais ajudam na compreensão do momento do país recebem mais pontos. Ao longo do tempo, essa pontuação vai sendo reduzida, já que conteúdos mais novos tendem a ser também mais relevantes na compreensão do noticiário. Assim, a sua pontuação nesse sistema é dinâmica: aumenta quando você lê e diminui quando você deixa de se informar. Neste momento a pontuação está sendo feita somente em conteúdos relacionados ao governo federal.

Fechar
A matéria que você está lendo agora+0
Informação faz parte do exercício da cidadania. Aqui você vê quanto está bem informado sobre o que acontece no governo federal.
Que tal saber mais sobre esse assunto?

Diogo Schelp

Foto de perfil de Diogo Schelp
Ver perfil
Economia

Sem PIB forte, Bolsonaro precisará olhar pelos pobres e desempregados

  • Por Diogo Schelp
  • [08/03/2020] [18:00]
Criança de família que sobrevive de Bolsa Família em Rebouças, na região Sul do Paraná, espia por fresta da parede de sua casa de madeira
Criança de família que sobrevive de Bolsa Família em Rebouças, na região Sul do Paraná, espia por fresta da parede de sua casa de madeira| Foto: Gazeta do Povo

Na semana passada, a ministra da Agricultura, Tereza Cristina, postou no Twitter uma sequência de fotos, em que ela aparece em meio a um grupo de pessoas sorridentes, e a informação de que o governo de Jair Bolsonaro estava entregando os títulos de propriedade para 28 famílias do assentamento Libertação Camponesa, em Não-Me-Toque, no Rio Grande do Sul. Alguém nas redes sociais desencavou uma foto antiga da mesma turma que posou com a ministra, mas dessa vez com os conhecidos bonés e bandeiras do MST (Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra). Ué, Bolsonaro entregando terras aos sem-terra? Vão se acostumando: com a "retomada" do PIB ganhando ares de "patinada" do PIB, o governo federal terá de produzir mais e mais cenas como essa.

Recapitulando: na semana passada, o IBGE anunciou que o Produto Interno Bruto (PIB) nacional cresceu 1,1% em 2019. Em cada um dos dois anos anteriores, na gestão do presidente Michel Temer, havia crescido 1,3%. Ora, isso não pode ser chamado de retomada da economia. E, exatamente por esse motivo, a notícia cria um problema político para Bolsonaro.

Uma boa parcela dos brasileiros que votaram em Bolsonaro para presidente o fez com ressalvas. Uma maneira de quantificar essa parcela é observar as pesquisas sobre a aprovação de seu governo após um ano de mandato. Sua gestão é aprovada por algo entre 40% e 50% da população, dependendo do instituto de pesquisa que se utiliza. O núcleo duro, aquele que aprova o presidente em todas as situações, está entre 12% e 30%.

O restante — ou seja, algo entre um quarto e um terço do eleitorado, a depender da pesquisa — é formado pelo que se pode chamar de bolsonaristas de ocasião. Em 2018, eles viam Bolsonaro como a melhor alternativa para livrar o país de ser governado pelo PT e tinham esperanças de que ele cumpriria uma política econômica realista, comprometida com reformas, que traria a tal "retomada".

Desde então, todos os deslizes do presidente foram minimizados por essa parcela de apoiadores sob o argumento de que ao menos na economia as coisas iam bem. Nem tanto, descobre-se agora. E a perspectiva para 2020 não é muito melhor. Os analistas do mercado — do mercado, não da oposição, vejam bem — projetam um crescimento abaixo de 2% em 2020 ou até muito próximo do pibinho do ano passado.

Na prática, isso significa que não serão gerados novos empregos com a velocidade necessária para amainar um problema já crônico no país: a taxa de desocupação está na casa dos 11% — em comparação, a dos Estados Unidos é de 3,6% e a da Argentina, país que vive uma grave crise econômica, é de 10%.

O desemprego no Brasil veio diminuindo ao longo de 2019, mas o clima agora é outro. A queda nos índices industriais, a revisão nas previsões de crescimento, o pânico econômico global causado pelo coronavírus (com impactos previstos em setores essenciais para o Brasil, como o de exportação de commodities)... nada disso aponta para um cenário de geração de emprego.

Se o governo apostava no crescimento econômico para melhorar a renda dos brasileiros e manter o apoio daquela parcela "relutante" do eleitorado, cabe perguntar como enfrentará um cenário desfavorável.

Algo que precisará ser feito, e que ficou negligenciado até agora, é atentar para a questão da pobreza. O número de brasileiros vivendo na extrema pobreza vem crescendo desde 2014, no governo de Dilma Rousseff. Em 2018, já na gestão Temer, chegou ao patamar de 13,5 milhões de miseráveis.

Em 2019, Bolsonaro criou o 13.º para o Bolsa Família, mas não foi muito além disso. Na realidade, a entrada de novos beneficiários no programa despencou ao longo do primeiro ano de mandato de Bolsonaro. A concessão de novos benefícios recuperou um pouco o ritmo em janeiro deste ano, mas com uma característica peculiar, segundo reportagem do jornal O Estado de S. Paulo: apenas 3% das novas concessões foram para o Nordeste, onde há mais famílias pobres na fila do benefício. As regiões Sul e Sudeste receberam 75% das novas concessões. No Nordeste, como se sabe, Bolsonaro teve fraco desempenho eleitoral em 2018.

É evidente que os miseráveis do Sudeste e do Sul do país têm tanto direito de receber o Bolsa Família quanto os do Nordeste. A questão é outra: o combate à pobreza (a expressão mais correta seria "mitigação da pobreza") não pode ser abordada com a lógica de currais eleitorais, como prêmio pela fidelidade política. É algo a ser tratado com seriedade científica.

O risco de não atacar a questão da pobreza desde os primeiros dias de governo é o de repetir o desastre de Mauricio Macri, o presidente argentino que assumiu como uma grande promessa reformista e acabou escorraçado do cargo, sem conseguir se reeleger. Macri assumiu um país com alta taxa de desemprego, pobreza crescente e inflação de mais de dois dígitos ao ano.

Na tentativa de consertar o legado deixado pela antecessora, Cristina Kirchner, Macri fez correções importantes de rumo na política econômica e adotou medidas para melhorar o ambiente de negócios no país, mas não avançou na agenda de reformas com a rapidez necessária.

Isso faz lembrar que, no caso do governo Bolsonaro, a grande conquista até agora foi a aprovação da reforma da Previdência. A administrativa e a tributária, no entanto, estão emperradas no Palácio do Planalto.

Por fim, Macri foi atropelado também pela valorização do dólar em relação ao peso e pela fuga de investidores. A gota d'água foi o descuido com a inflação, o que levou o governo argentino, num ato de desespero, a adotar uma heterodoxa política de controle de preços.

Em meio a tudo isso, Macri deixou de atentar para um dado crucial: o aumento da pobreza. No seu último ano de governo, nada menos que 15 milhões de argentinos caíram da classe média para a faixa da população classificada como pobre, que sequer consegue pagar por uma alimentação básica.

Mauricio Macri foi punido nas urnas com uma derrota acachapante para o kirchnerista Alberto Fernández — o que equivaleria, no Brasil, à volta do PT ao poder.

Que fique claro: o problema não é — ou não era — a política defendida pelos governos Bolsonaro e Macri para criar as condições para um crescimento econômico sustentado em bases sólidas. A linha liberal aponta — ou apontava — para o caminho certo e necessário. O problema é quando a aplicação desses projetos se perde no caminho ou é suplantada por outras pautas, diversionistas, como a do embate cultural. O problema, também, é fechar os olhos para as carências imediatas de uma parcela importante da população — e achar que isso não cobrará um preço político.

20 COMENTÁRIOSDeixe sua opinião
Use este espaço apenas para a comunicação de erros
Máximo de 700 caracteres [0]
Tudo sobre:

Receba Nossas Notícias

Receba nossas newsletters

Ao se cadastrar em nossas newsletters, você concorda com os nossos Termos de Uso.

Receba nossas notícias no celular

WhatsApp: As regras de privacidade dos grupos são definidas pelo WhatsApp. Ao entrar, seu número pode ser visto por outros integrantes do grupo.

Comentários [ 20 ]

Máximo 700 caracteres [0]

O conteúdo do comentário é de responsabilidade do autor da mensagem. Consulte a nossa página de Dúvidas Frequentes e Termos de Uso.

  • M

    Marcelo Gurgel

    ± 5 dias

    Uma coleção de comentarios óbvios e o mais certo é que se o mundo quebrar nós quebramos junto. Quanto a pobreza ela diminuirá se a economia avançar. Caso contrário não sairemos da tragédia que os últimos governos criaram.

    Denunciar abuso

    A sua denúncia nos ajuda a melhorar a comunidade.

    Qual é o problema nesse comentário?

    Obrigado! Um moderador da comunidade foi avisado sobre a denúncia. Iremos avaliar se existe alguma violação aos Termos de Uso e tomar as medidas necessárias.

    Confira os Termos de Uso

    • Máximo 700 caracteres [0]

  • G

    Giordano Macedo Chamone

    ± 5 dias

    As pessoas que estão criticando esse texto poderiam pesquisar um pouco sobre os retornos do bolsa-família, ou sobre o retorno dos países que investem pesado na educação etc... Mas por favor, procurem boas fontes, pesquisas sérias. Utilizem um pouco dos benefícios da existência da academia.

    Denunciar abuso

    A sua denúncia nos ajuda a melhorar a comunidade.

    Qual é o problema nesse comentário?

    Obrigado! Um moderador da comunidade foi avisado sobre a denúncia. Iremos avaliar se existe alguma violação aos Termos de Uso e tomar as medidas necessárias.

    Confira os Termos de Uso

    • Máximo 700 caracteres [0]

  • F

    Fernando Cavalcante

    ± 5 dias

    É verdade. Na falta de melhor emprego, os pobres e desempregados que quiserem pegar em uma pá e ajudar em obras públicas e no resgate de vítimas de deslizamento poderiam ser contratados temporariamente. Claro, é possível também contratar para trabalhos menos pesados. Agora, de minha parte, os que quiserem escolher muito, tipo nem-nem, que se danem.

    Denunciar abuso

    A sua denúncia nos ajuda a melhorar a comunidade.

    Qual é o problema nesse comentário?

    Obrigado! Um moderador da comunidade foi avisado sobre a denúncia. Iremos avaliar se existe alguma violação aos Termos de Uso e tomar as medidas necessárias.

    Confira os Termos de Uso

    • Máximo 700 caracteres [0]

  • J

    Julio C. Valaski

    ± 5 dias

    Não adianta criticar o jornalista passionalmente. A comparação com a Argentina é só uma alerta, não uma profecia ou desejo. Ao que parece, ele torce para que o governo dê certo...

    Denunciar abuso

    A sua denúncia nos ajuda a melhorar a comunidade.

    Qual é o problema nesse comentário?

    Obrigado! Um moderador da comunidade foi avisado sobre a denúncia. Iremos avaliar se existe alguma violação aos Termos de Uso e tomar as medidas necessárias.

    Confira os Termos de Uso

    • Máximo 700 caracteres [0]

  • V

    Vitor Chvidchenko

    ± 5 dias

    (Complementando) Ou, como diria Roberto Campos: o melhor programa social que existe é o EMPREGO.

    Denunciar abuso

    A sua denúncia nos ajuda a melhorar a comunidade.

    Qual é o problema nesse comentário?

    Obrigado! Um moderador da comunidade foi avisado sobre a denúncia. Iremos avaliar se existe alguma violação aos Termos de Uso e tomar as medidas necessárias.

    Confira os Termos de Uso

    • Máximo 700 caracteres [0]

  • V

    Vitor Chvidchenko

    ± 5 dias

    O autor quer minha opinião sincera? Criar ou aumentar programas supostamente "beneficentes" com bolsas disso ou daquilo não vai resolver nada, a não ser, talvez, garantir alguns votos a mais para Bolsonaro se ele tentar a reeleição. Sabe onde está o problema real? A recuperação econômica do país está lenta e muito abaixo do esperado. Paulo Guedes e sua equipe estão patinando e fazendo (e falando!) muita besteira. O único caminho é uma política econômica séria e bem feita, com RESULTADOS. O resto é demagogia e populismo barato, que não vai resolver em nada o problema da pobreza, servindo apenas como moeda eleitoral.

    Denunciar abuso

    A sua denúncia nos ajuda a melhorar a comunidade.

    Qual é o problema nesse comentário?

    Obrigado! Um moderador da comunidade foi avisado sobre a denúncia. Iremos avaliar se existe alguma violação aos Termos de Uso e tomar as medidas necessárias.

    Confira os Termos de Uso

    • Máximo 700 caracteres [0]

  • B

    BS.

    ± 5 dias

    Reformas necessárias na cabeça da globo e suas primas.

    Denunciar abuso

    A sua denúncia nos ajuda a melhorar a comunidade.

    Qual é o problema nesse comentário?

    Obrigado! Um moderador da comunidade foi avisado sobre a denúncia. Iremos avaliar se existe alguma violação aos Termos de Uso e tomar as medidas necessárias.

    Confira os Termos de Uso

    • Máximo 700 caracteres [0]

  • N

    Neto

    ± 5 dias

    Prá vc, jornalista, ver em que buraco a Dilma e o PT nos meteram. Não vai ser fácil sair, ainda mais com crise externa.

    Denunciar abuso

    A sua denúncia nos ajuda a melhorar a comunidade.

    Qual é o problema nesse comentário?

    Obrigado! Um moderador da comunidade foi avisado sobre a denúncia. Iremos avaliar se existe alguma violação aos Termos de Uso e tomar as medidas necessárias.

    Confira os Termos de Uso

    • Máximo 700 caracteres [0]

  • A

    antonio sergio ferreira baptista

    ± 5 dias

    Mais um artigo de quem é totalmente ignorante em Economia e quer apenas mostrar seu ódio à Bolsonaro tal qual um leitor abaixo que acha que governos de direita odeiam pobre. Os governos que melhoraram a situação dos mais pobres foram todos capitalistas. Nenhum governo de esquerda fez isso. Que tal ler um be-a-bá para diminuir sua ignorância? https://www.mises.org.br/article/3228/a-economia-brasileira-esta-crescendo-mais-do-que-o-pib-reportado

    Denunciar abuso

    A sua denúncia nos ajuda a melhorar a comunidade.

    Qual é o problema nesse comentário?

    Obrigado! Um moderador da comunidade foi avisado sobre a denúncia. Iremos avaliar se existe alguma violação aos Termos de Uso e tomar as medidas necessárias.

    Confira os Termos de Uso

    1 Respostas
    • V

      Vitor Chvidchenko

      ± 5 dias

      Não me consta que o autor do texto esteja defendendo a esquerda ou atacando as reformas liberais da direita (ele até afirma que estas são necessárias). No entanto, também não concordo quando ele diz que o governo terá que implementar ações "mitigadoras" contra a pobreza (leia-se, populismo e caridade de curto prazo). Isso daí nunca resolveu o problema da pobreza em lugar nenhum do mundo. Fazer um "Lula 3" (bolsas disso e daquilo, etc., etc.) era tudo que a gente não precisava agora.

      Denunciar abuso

      A sua denúncia nos ajuda a melhorar a comunidade.

      Qual é o problema nesse comentário?

      Obrigado! Um moderador da comunidade foi avisado sobre a denúncia. Iremos avaliar se existe alguma violação aos Termos de Uso e tomar as medidas necessárias.

      Confira os Termos de Uso

    • Máximo 700 caracteres [0]

  • D

    DENISSON HONORIO DA SILVA

    ± 5 dias

    Mas até aqui alguém dizendo platitudes sobre o PIB. Recomendo ao jornalista estudar mais. Se a previsão de America Latina era de crescimento pifio porque o Brasil seria diferente. Novamente, há pessoas aqui no país que pensam que se encontram gênios da lampada em qualquer lugar. Concordo que a pobreza choca. Mas até onde poderemos fornecer bolsa-familia sem uma contrapartida por parte do país. Familias com cinco filhos dependentes do auxilio?Pais sem obrigação de frequentar escolas? É um circulo vicioso. Caso eu não houve frequentado uma universidade, meu salário ainda seria de 2 salários minimos no Banco Itaú. E provavelmente teria sido demitido por não ter instrução. Foi muito dificil.

    Denunciar abuso

    A sua denúncia nos ajuda a melhorar a comunidade.

    Qual é o problema nesse comentário?

    Obrigado! Um moderador da comunidade foi avisado sobre a denúncia. Iremos avaliar se existe alguma violação aos Termos de Uso e tomar as medidas necessárias.

    Confira os Termos de Uso

    • Máximo 700 caracteres [0]

  • T

    Terrivelmente

    ± 5 dias

    Ah, mas vai olhar muito. Não tá nem aí. Aliás, qualquer governo de "direita", que cogitar olhar pelos pobres e desempregados, perde ibope. Não pega bem olhar pelos pobres e desempregas; nem mesmo estes gostam disto. É o que eu tenho notado nas conversas. O povo quer uma pessoas maligna, perversa, ruim mesmo. É isto aí que temos e teremos que aguentar este governo até 2022 ou +. Pensar nos menos favorecidos não pega nem, pois nem mesmo os mais afetados gostam disto. Então Bozo, acelera o trator porque é isto mesmo. Cada povo tem o governo que merece.

    Denunciar abuso

    A sua denúncia nos ajuda a melhorar a comunidade.

    Qual é o problema nesse comentário?

    Obrigado! Um moderador da comunidade foi avisado sobre a denúncia. Iremos avaliar se existe alguma violação aos Termos de Uso e tomar as medidas necessárias.

    Confira os Termos de Uso

    1 Respostas
    • V

      Vitor Chvidchenko

      ± 5 dias

      Vocês, esquerdistas "de coração", não conseguem entender que capitalismo e liberalismo implementados com seriedade e de verdade, MELHORAM a vida dos pobres. Os países mais ricos e desenvolvidos do mundo são todos capitalistas e liberais na Economia (em menor ou maior grau dependendo do país, mas todos MUITO MAIS LIBERAIS do que qualquer país latinoamericano atrasado, como o nosso). Ações pontuais de caridade ou beneficência não resolvem o problema da pobreza no longo prazo - pelo contrário, contribuem para manter a pobreza. Entenda de uma vez: somos nós, capitalistas e liberais, os amigos dos pobres de verdade - pois queremos que eles SAIAM DA POBREZA, definitivamente. Está claro?

      Denunciar abuso

      A sua denúncia nos ajuda a melhorar a comunidade.

      Qual é o problema nesse comentário?

      Obrigado! Um moderador da comunidade foi avisado sobre a denúncia. Iremos avaliar se existe alguma violação aos Termos de Uso e tomar as medidas necessárias.

      Confira os Termos de Uso

    • Máximo 700 caracteres [0]

  • F

    FRANCISCO WELLINGTON FRANCO DE SOUZA

    ± 5 dias

    Recomendo a leitura do excelente texto do Ricardo Fiúza sobre o "cassandravírus", que parece ter infectado nosso articulista. Os milhões de eleitores de Bolsonaro não querem mais políticas populistas e crescimento de fachada.

    Denunciar abuso

    A sua denúncia nos ajuda a melhorar a comunidade.

    Qual é o problema nesse comentário?

    Obrigado! Um moderador da comunidade foi avisado sobre a denúncia. Iremos avaliar se existe alguma violação aos Termos de Uso e tomar as medidas necessárias.

    Confira os Termos de Uso

    2 Respostas
    • V

      Vitor Chvidchenko

      ± 5 dias

      PAULO C.P.: Estou impressionado com sua capacidade de argumentação.

      Denunciar abuso

      A sua denúncia nos ajuda a melhorar a comunidade.

      Qual é o problema nesse comentário?

      Obrigado! Um moderador da comunidade foi avisado sobre a denúncia. Iremos avaliar se existe alguma violação aos Termos de Uso e tomar as medidas necessárias.

      Confira os Termos de Uso

    • P

      PAULO C.P.

      ± 5 dias

      Fiúza???? kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

      Denunciar abuso

      A sua denúncia nos ajuda a melhorar a comunidade.

      Qual é o problema nesse comentário?

      Obrigado! Um moderador da comunidade foi avisado sobre a denúncia. Iremos avaliar se existe alguma violação aos Termos de Uso e tomar as medidas necessárias.

      Confira os Termos de Uso

    • Máximo 700 caracteres [0]

  • A

    Admar Luiz

    ± 5 dias

    Pergunte para o Congresso, pergunte para o Alcolumbre, pergunte para o Maia, o porque da não urgência de botar e pauta as reformas tão necessárias, meu prezado. Vem cá, prezado, presidente tem o mandato mas não tem o poder para numa canetada resolver tudo. Até acabar com a pobreza. - como digníssimo jornalista quer - num passe de mágica. Serão anos, meu chapa, para o Brasil se recuperar do estrago deixado pelos esquerdista corruptos do lulismo. Querer comparar o Macri com Bolsonaro é delinquência intelectual. Um ano de governo - e ele que PIB chinês. Diogo , vai catar coquinhos.

    Denunciar abuso

    A sua denúncia nos ajuda a melhorar a comunidade.

    Qual é o problema nesse comentário?

    Obrigado! Um moderador da comunidade foi avisado sobre a denúncia. Iremos avaliar se existe alguma violação aos Termos de Uso e tomar as medidas necessárias.

    Confira os Termos de Uso

    • Máximo 700 caracteres [0]

  • R

    Roberto Garcia

    ± 5 dias

    Quer o que ? Uma medida populista para um voo de galinha e comprometer o futuro ? As reformas são imprescindíveis, sem as quais fica difícil avançar. Esse tem que ser o foco, difícil é convencer o congresso da urgência. O estrago anterior foi gigante, criou-se um Estado burocrático asfixiante atrofiando toda atividade privada. Fico bem pessimista em como reverter isso, acho que essa burocracia estatal se retroalimenta e vai ficar sugando o povo por muito tempo.

    Denunciar abuso

    A sua denúncia nos ajuda a melhorar a comunidade.

    Qual é o problema nesse comentário?

    Obrigado! Um moderador da comunidade foi avisado sobre a denúncia. Iremos avaliar se existe alguma violação aos Termos de Uso e tomar as medidas necessárias.

    Confira os Termos de Uso

    • Máximo 700 caracteres [0]

  • J

    Jorge Carvalho

    ± 5 dias

    Importante texto! Tomara que nosso presidente o leia!

    Denunciar abuso

    A sua denúncia nos ajuda a melhorar a comunidade.

    Qual é o problema nesse comentário?

    Obrigado! Um moderador da comunidade foi avisado sobre a denúncia. Iremos avaliar se existe alguma violação aos Termos de Uso e tomar as medidas necessárias.

    Confira os Termos de Uso

    • Máximo 700 caracteres [0]

Fim dos comentários.