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Diogo Schelp

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Pandemia

Quantas vidas vamos perder para o coronavírus?

  • Por Diogo Schelp
  • 29/03/2020 17:45
Covid-19
Mais de 30 caixões de vítimas da Covid-19 foram armazenados antes de serem transportados para outra região para cremação, na Lombardia, Itália| Foto: Piero CRUCIATTI/AFP

São as imagens mais fortes da pandemia do novo coronavírus até agora, divulgadas na sexta-feira (27) pelo jornal americano New York Times. A reportagem, com o título "Nós carregamos os mortos de manhã até de noite", mostra o colapso no sistema de saúde na cidade de Bergamo, na Itália, a mais afetada pela Covid-19, com mais de 1.300 mortes e contando. Macas enfileiradas em corredores dos hospitais, doentes sendo socorridos em casa por funcionários com equipamentos de proteção individual (EPIs, em falta nas unidades públicas de saúde brasileiras) dignos de filmes de guerra biológica e crianças se despedindo à distância — talvez para sempre — de pais sendo levados para dentro de ambulâncias.

A Itália segue tendo recordes diários de mortes pela Covid-19 e, assim como a Espanha, já superou a China, onde o surto viral começou, em números absolutos. Não que se possa acreditar nos dados que o governo chinês tem divulgado. Há relatos vindos da imprensa em Hong Kong, mais livre do que na China continental, de que Pequim está escondendo pelo menos um terço dos novos casos.

Ora, mas o Brasil é um país mais jovem e mais quente do que a Itália. Verdade para as duas afirmações. Mas isso é o suficiente para assegurar que os brasileiros estão protegidos de um desastre, de cenas espantosas como as que podem ser vistas na reportagem acima citada?

O cientista americano Dennis Carroll, que nos últimos quinze anos comandou o Programa de Ameaças de Doenças Infecciosas da Agência de Desenvolvimento Internacional dos Estados Unidos (USAID), disse-me que há dois fatores a serem levados em conta em relação ao argumento climático ("moro num país tropical") e ao demográfico ("somos tão jovens").

O primeiro é que ninguém sabe, ainda, se o coronavírus terá um comportamento sazonal, ou seja, se vai dar uma trégua conforme as temperaturas aumentam no hemisfério norte, para voltar apenas no início do inverno.

O segundo é que, apesar de jovem, o Brasil tem uma grande população e, se nossos idosos forem contaminados, isso seria o suficiente para esgotar os recursos e as capacidades do nosso sistema de saúde.

O que se pode concluir a partir das ponderações feitas por Carroll? Quantas vidas vamos perder para o coronavírus?

Na questão climática, além da incerteza sobre se as temperaturas mais elevadas são mesmo uma barreira para o vírus, há de se considerar que o Brasil está justamente entrando em uma estação mais fria.

Segundo uma análise do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT), nos Estados Unidos, a maioria das infecções do coronavírus até agora ocorreu em regiões do mundo com temperaturas entre 3°C e 17°C. Em São Paulo, por exemplo, a média climatológica começa a entrar nessa faixa em maio e ali permanece até agosto. Como o vírus vai se comportar no outono brasileiro? Não se sabe.

Quanto à questão demográfica, ainda que apenas os mais velhos tivessem a vida ameaçada pelo Covid-19 (o que não é verdade, como mostra o levantamento divulgado pelo Ministério da Saúde na sexta-feira, 27, segundo o qual 11% dos mortos têm 60 anos ou menos), é preciso lembrar que o Brasil tem uma população de idosos significativa.

Segundo estimativa do IBGE, perto de 10% dos brasileiros têm 65 anos ou mais. Isso representa algo como 20 milhões de pessoas.

Segundo a revista britânica The Economist, estima-se que o coronavírus pode infectar, nos próximos meses, entre 25% e 80% da população dos países emergentes ao sul da linha do Equador.

Com base nessas estimativas, na hipótese mais conservadora — se temperaturas mais altas retardarem a disseminação do vírus, se apenas os idosos se contaminarem e se a infecção só atingir 25% deles — a Covid-19 atingiria 5 milhões de brasileiros.

Quantos desses 5 milhões perderiam a vida é difícil de projetar porque a taxa de letalidade do vírus verificada no Brasil pode estar distorcida por falta de diagnóstico. (A orientação no estado de São Paulo, por exemplo, é a de fazer o teste apenas em pacientes em estado grave ou que morreram.) Mas, levando-se em conta a taxa de letalidade da Covid-19 na China, nos primeiros meses de epidemia, que foi de cerca de 3%, isso significaria que 150.000 brasileiros poderiam morrer — lembrando que estamos falando aqui apenas de idosos, sem considerar os riscos para outras faixas etárias.

Essa é uma estimativa conservadora no caso de que nada fosse feito — nenhuma medida de isolamento social, por exemplo. Um estudo recente do Imperial College de Londres é menos otimista: projeta 1,15 milhão de mortos pela Covid-19 no Brasil, se nada for feito. O mesmo trabalho estima que 44.000 brasileiros perderiam a vida por causa da doença em um cenário em que medidas drásticas de restrição fossem tomadas.

Pode-se, também, citar um estudo da Universidade de Oxford, no Reino Unido, que projetou em 478.000 o número de mortos pela Covid-19 no Brasil, em um cenário em que 40% da população se visse infectada pelo vírus. O estudo levou em consideração as características etárias da população brasileira e fatores como a estrutura do nosso sistema de saúde.

É bem possível que outros vetores façam com que o número não chegue nem perto disso. Mas e se forem 10% ou mesmo 1% do que os pesquisadores projetaram: 47.800 mortos? 4.780 mortos? O Brasil não pode parar para salvar essas vidas?

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Comentários [ 24 ]

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  • J

    Juliander Januario Placido

    ± 21 dias

    Itália 30% grupo de Risco. Brasil 15% Itália 210 habitantes por KM2 Brasil 20 aprox. Itália. Frio pra chuchu. Brasil. Quente pra chuchu no verão. Frio de lascar no inverno (SC). Itália 1 leito de UTI pra cada 12.000 habit. Brasil 3,4 leitos (Eu também fiquei pasmo.) Itália. Adotou medidas tarde de mais. Brasil. Cedo demais? Resultado. Temos muitas vantagens, Mas só saberemos quando acabar. e pelo jeito, vai demorar.

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    • J

      Juliander Januario Placido

      ± 21 dias

      Ps. Eu sei que o comentário foi ruim. Mas não foi pior que a matéria aqui publicada.

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    FERNANDO BITTENCOURT VARGAS

    ± 22 dias

    Os dados do Imperial Institute creio ser os mais confiáveis. 1,15 milhões de mortos no Brasil se nada for feito. Na revista Science os dados apontam para 86% de pacientes assintomáticos e 79% das contaminações vem destes assintomáticos. Portanto os números reais de contaminados é muito maior. são Nesta hora é preciso ciência e prevenção, e não ignorância e politicagem. Falidos se recuperam, falecidos não.

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    AnaliseCritica

    ± 22 dias

    Erro na Matéria Não é 11%, é 89%.

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  • J

    Joao F

    ± 22 dias

    Jornalismo acrítico e imbecilizante. Leiam esse artigo recente da revista Science: https://www.sciencemag.org/news/2020/03/mathematics-life-and-death-how-disease-models-shape-national-shutdowns-and-other

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    Wilson Sales

    ± 22 dias

    Se estivéssemos enfrentando uma guerra armada com outro país o que faríamos? Mandaríamos os jovens e adultos sadios para o front e deixaríamos os velhos e debilitados seguros em casa. O front agora são as fábricas, os comércios, as ruas, cada posto de trabalho. Cada homem e mulher tem que dar sua parcela nesse esforço de guerra. Tenham coragem, lutem, avancem, a vitória nos aguarda. Jamais seremos derrotados.

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  • S

    Sartan

    ± 22 dias

    Só porque o bozo falou que é sensacionalismo seus fanaticos estão assinado embaixo até a hora que começar a bater na sua porta ai vão ficar quietinhos

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    • V

      Vitor Chvidchenko

      ± 22 dias

      Dessa vez, eu tenho que concordar com você. Os leitores aqui da Gazeta estão ficando loucos. Estão sofrendo de algo que eu poderia chamar de "economolatria", ou seja, idolatrando ou endeusando a Economia acima de tudo. E olha que eu sou suspeito, adoro estudar Economia - mas não vou idolatrar ela nem nenhuma outra ciência, colocando-as acima da vida humana. A loucura está tomando conta da direita brasileira (e olha que eu sou de direita também).

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    Joao Simoncello

    ± 22 dias

    O articulista tenta reunir em uma única página TODOS os dados repetidos à exaustão nos dias recentes. O senhor que tem tantos dados saberia me responder agora, de memória, quantos brasileiros morreram nos últimos 7 dias? E saberia dizer quantos brasileiros morreram por insuficiência respiratória em 2019? E por influenza em 2019?

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    • M

      Márcia dos Reis Schmidt

      ± 22 dias

      Segundo o Ministério da Saúde morrem em média 70.000 brasileiros por pneumonia todos os anos.

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  • H

    hellmann cavalcanti

    ± 22 dias

    A OMS coloca contaminaçao da populacao entre 25 a 80%, aí fica facil acertar

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  • M

    MORALES

    ± 22 dias

    DOIS FATOS: 1º o vírus não vai matar mais do que a falta de saneamento (cerca de 70 milhões), falta de banheiro (6milhões), epidemias já existentes (denge,zika,chikungunya e tuberculose), 5 mortes por hora no violentíssimo trânsito brasileiro e 40mil assassinatos. 2º. Comparando a Suécia com a Dinamarca, uma não adotou a quarentena obrigatória e a outra sim. A que não adotou apresenta resultado mais positivo. PORTANTO, acho melhor rever seu modelo e simular novamente inserindo outras variáveis. Geralmente jornalistas falam do que não entendem, e esbravejam sobre o que sequer sabem que desconhecem.

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  • X

    Xicote

    ± 22 dias

    Primeiro ano de Bolsonaro : queimadas na Amazônia e Brumadinho Segundo ano : COVID Terceiro ano : imagine ??? Quarto ano: Brasil no ranking igual ao do Congo Infelizmente essa família Bolsonaro são PESFRIOS !!!!

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    • J

      J.A.O

      ± 22 dias

      Xicote: Xenófobo (Teme culturas/ideias que não sejam as dele) Irracional (Não tem capacidade analítica de fatos) Comunista (Quanto pior p outro melhor p mim) Oportunista (Aproveita-se do mal alheio p se dar bem) Tendencioso (Cheio de Intenções ocultas) Egoísta (Só se preocupa com o próprio umbigo)

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    Rafael Lustosa

    ± 22 dias

    Segundo a revista britância The Economist, o vírus pode infectar entre 25% e 80% nos próximos meses. Que dados ridículos! Ainda tem margem de erro?! Já que é pra chutar em uma margem tão grande, não era melhor falar "de 1% a 99%"? No fim, sabemos que os modelos não são suficientes bons para prever com mínima razoabilidade os números de infectados ou mortos. Temos que nos cuidar! Mas utilizar dados furados não ajuda muito.

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    • M

      Marcos Roberto Hohne

      ± 22 dias

      Esse é o ponto. Querem parar nossas vidas, o que inevitavelmente trará prejuízos humanitários imensos. Mas segundo eles, essa é a única maneira de frear o vírus. Porém tudo que vejo são estudos, um mais apocalíptico que outro, cujas projeções não batem! E ainda me vêem com essa de 25% a 80%. Que intervalo é esse? Coisa de quem não sabe o que está falando. Será que alguém pode nos dar informações confiáveis para tomarmos decisões acertadas?

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  • G

    Gustavo Augusto Druziki

    ± 22 dias

    Vou te responder quantos brasileiros morrerão: todos os que não tiverem condições de saúde e que por ventura não recebam o novo protocolo da hidroxicloroquina + azitromicina. A letalidade do virus em sí é a mesma para a mesma pessoa, contraia agora a infecção ou daqui algum tempo. A diferença é que quem contrai e desenvolve a forma grave da doença, se for medicado tem excelentes chances de sobreviver. A economia já com o tempo vai ficando doente e vai morrer no final. E na sequencia, quem não morreu do coronavírus tem boas chances de morrer devido a quebradeira geral.

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  • A

    Aryane Lúcia da silva

    ± 22 dias

    Estamos em uma verdadeira "babel", existem estudos favoráveis a todas as vertentes. Cada um que use as estatísticas e modelos matemáticos para defender a sua posição. Não há consenso no meio científico, não há consenso entre as autoridades governamentais, enfim, o que assistimos com perplexidade é uma sociedade totalmente paralisada por um pânico gerado por um inimigo desconhecido.

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    Admar Luiz

    ± 22 dias

    O fato é seguinte, ninguém sabe exatamente o que está acontecendo. O Diogo, pega os dados que mais lhe interessam para comprovar sua teoria. É igual a Rede Lixo, os "especialistas' que dão seus palpites por lá são os que confirmam suas narrativas: Lock down. Centenas de epidemiologistas afirmam que isolar todo o mundo é burrice. O que fazer? Bom senso e lógica. Libera-se seletivamente empresas e trabalhadores. Toma-se o máximo cuidado com idosos - principalmente os que já tem históricos de doenças, esses sim isolados, e vida que segue. Todos ficaremos imunes em determinado momento. Não dá pra dissociar saúde de economia.

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    Heleno Virgolino de Sousa

    ± 22 dias

    Só achei interessante que os estudos e dados estatísticos apresentados foram quase todos de profissionais e/ ou de entidades americanas. À luz dos dados apresentados para o Brasil, Temos que perguntar a estes qual as perspectivas para os Estados Unidos?

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  • F

    Francisco Velloso

    ± 22 dias

    São Paulo com média de temperatura entre 3 e 17 graus no outono? É difícil termos invernos com essa média.Para a mídia brasileira tudo conspira contra aliás dependendo do viés ideológico a favor

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  • R

    Renata

    ± 22 dias

    Eu de fato não posso responder a esta pergunta; não conheço a realidade de cada brasileiro para afirmar isto de forma acusativa e imperativa.

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    nico faria

    ± 22 dias

    Entre 2008 e 2016, o total de 368.821 pessoas morreram vítimas de transporte nas estradas e ruas do país. O Brasil não pode parar para salvar essas vidas? Assim, que tal uma “quarentena” de veículos também?

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  • V

    VOTO IMPRESSO JÁ

    ± 22 dias

    É triste ver esse sensacionalismo que em nada informa ou ajuda o cidadão.

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