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Blog que discute ideias em economia política

Saudades do tempo em que o dólar custava 82 centavos

  • Por Guido Orgis
  • 19/02/2020 18:01
Saudades do tempo em que o dólar custava 82 centavos
| Foto: Marcello Casal Jr/Agência Brasil

O Natal de 1994 teve um fenômeno novo: os catálogos de importados. Podíamos comprar bugigangas do exterior com preços baixos, entregues pelos Correios. Uma espécie de pré-história do AliExpress, que foi resultado da estabilidade cambial criada pelo Plano Real. Foi o tempo em que o real teve seu pico de valorização, chegando a comprar um dólar por apenas 82 centavos.

Provavelmente muita gente aproveitou para viajar para a Disney naquele período, mas acredito que as viagens internacionais entraram realmente no consumo do brasileiro no fim dos anos 2000. Foi quando, em vez de catálogos de bugigangas, recebíamos livretos de agências de viagem com tours como o "ônibus de brasileiros pelo Vale do Loire".

Esses foram os dois momentos em que nos sentimos ricos por causa do câmbio. O ciclo mais longo de valorização do real foi logo depois da criação da moeda, de 1995 até o fim de 1998. Em 1999, começamos o ano com uma maxidesvalorização que por pouco não acabou em uma tragédia econômica. O segundo ciclo começou no boom das commodities de meados dos anos 2000 e culminou com a enxurrada de dólares derramada no mercado depois do estouro da crise imobiliária nos Estados Unidos, ali por 2011.

Os momentos de valorização do real rapidamente elevam a sensação de bem-estar. Passamos a consumir produtos melhores (importados ou com preços definidos globalmente) ou a ter a possibilidade de viajar para fora do país (talvez a grande conquista depois da educação dos filhos e da casa própria). O PIB per capita brasileiro calculado em dólares passou de US$ 3,4 mil, em 1994, para US$ 5,3 mil, em 1997. Alta de 55% em três anos.

No ciclo seguinte, passamos de US$ 3,6 mil, em 2004, para US$ 13,2 mil, em 2011. O crescimento, de 277%, é fortemente explicado pela virada no câmbio: em reais, a alta foi de 140% no mesmo período. É normal que muita gente tenha aproveitado esse poder de compra da moeda para o consumo.

O ministro da Economia, Paulo Guedes, foi bastante infeliz ao estigmatizar as oportunidades de consumo abertas pelos períodos de valorização do real. Os dois ciclos emergiram de fenômenos econômicos distintos, com consequências também diferentes. Tiveram por um bom tempo apoio inclusive de economistas "de mercado".

Hoje sabemos que a âncora cambial que embasou o Plano Real foi longe demais. E que o boom das commodities poderia ter sido acompanhado de um processo mais longo e consistente de consolidação das contas públicas. Na época, era politicamente difícil defender uma mudança de rumo justamente porque o real valorizado aumenta o bem-estar.

Guedes tem razão em dizer que o momento hoje é outro. A combinação de anos de recessão profunda com um ajuste fiscal (ainda inacabado) permitiu que os juros caíssem para o mínimo histórico. Não existe hoje o mesmo incentivo de uma década atrás para o "carry trade", a negociação em que investidores trazem dólares aos montes para investir em juros seguros no mercado brasileiro.

É por isso que não devemos esperar, pelo menos nos próximos anos, um movimento de valorização do real como nos ciclos dos catálogos de 1994 e das viagens de 2010. O que não significa, também, que estamos vivendo uma nova maxidesvalorização, uma impressão errada que é passada pelo destaque que se deu às cotações recordes do dólar nas última semanas.

Levando-se em conta a inflação no Brasil e nos Estados Unidos, a máxima histórica do dólar ocorreu no fim de 2002, quando Lula foi eleito presidente. O dólar chegou perto de R$ 4, o que hoje seriam pouco mais de R$ 7. A cotação atual do dólar está perto do que os especialistas chamam de "equilíbrio", nem caro nem barato. Não está tão ruim, portanto, para uma viagem à Disney.

Isso explica outra questão estranha do atual momento da economia. Normalmente, a desvalorização do real é acompanhada pela alta das exportações, especialmente de produtos industrializados, o que não está acontecendo. Precisaríamos de um dólar ainda mais caro para que ele realmente fizesse a diferença na conquista de novos mercados - ainda mais em um momento de comércio internacional estagnado. Não repetimos as condições da retomada de 2003 em diante, portanto. O motor terá que ser interno e ele ainda não teve o tranco certo para pegar.

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Comentários [ 22 ]

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  • M

    Mário Niehues de Farias

    ± 15 dias

    Foi bom comprar as coisas. Pena que os juros que o pais pagou para bancar isso e mais a roubalheira concomitante transformou nossa dívida em módicos 4 trilhões...

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  • G

    guilherme palma

    ± 16 dias

    Realmente foi um período bom, mas ilusório. O governo forçou o dólar baixo para aumentar o poder de compra. Uma solução que não se sustentaria. Foi para o governo FHC o que o Bolsa Familia foi para o PT. Nos dois casos foi espremendo o orçamento o que aumentou a dívida do país. O povo gosta de resposta rápida e reelegeu os dois. Para reerguer um país não existe formula mágica e nem rápida. A mudança tem que vir a longo prazo.

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  • F

    Fernando

    ± 16 dias

    A bola da vez é a proteína animal e vegetal que vai ser demandada nos países que estão em pleno crescimento de de PIB Percapta. Principalmente a China. Seria inocência nossa achar que depois de 20 anos de atraso, e um déficit de educação absurdo conseguiríamos nos industrializar e competir com chineses à tempo. Bom é o que tem pra hoje. E o dólar nesse nível é excelente. Melhor acostumar com a moeda desvalorizada e ganhar dinheiro produzindo!

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  • B

    Brasileiro

    ± 16 dias

    O Guedes está de saída

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    • C

      Carlos Eduardo

      ± 16 dias

      Espalhador de boatos.

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  • L

    luiz

    ± 16 dias

    Não a tranco que faça o motor pegar com todo essa garga pesada sobre o estado. Nos governos Lula e Dilma dobrou o numero de servidores públicos, já o gasto triplicou , pois foram dados aumentos além da inflação e alem do que os Estado podia suportar. Inflação, e desvalorização da moeda são o produto final da industria do cabide público e da roubalheira politica.

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  • J

    Joviana Cavaliere Lorentz

    ± 16 dias

    Saudades de que? Das cidades quebradas? Das indústrias fechadas? Da ilha da fantasia onde a moeda brasileira valia mais do que a americana? Melhor pesquisar os efeitos fora do seu mundinho. De ilha da fantasia em ilha da fantasia se destrói o pensamento responsável.

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    • V

      Vitor Chvidchenko

      ± 16 dias

      É evidente que a moeda brasileira não pode valer mais do que o dólar ou o euro. Agora, outra coisa bem diferente, é a moeda continuar se desvalorizando do jeito que está, e o governo achar que "está tudo bem". Não, não está - moeda em constante desvalorização significa que o país inteiro está ficando mais pobre - você, inclusive. Ninguém aqui quer viver em ilha da fantasia nenhuma. Queremos apenas uma equipe econômica responsável e que demonstre preocupação real (sem trocadilho, heheh) com a economia do país e o poder de compra da população. Até agora, não estamos vendo grandes resultados. Você fala em "indústrias fechadas, cidades quebradas" - isso mudou muito de lá para cá?

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  • M

    MS

    ± 16 dias

    Excelente matéria. O sonho de viajar para o exterior está cada vez mais distante.

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  • E

    Edson - Sítio Cercado

    ± 16 dias

    China vive desvalorizando sua moeda para quê? Para poder exportar mais e mais. FHC mantinha o dólar baixo mas às custas de aumentar a dívida do país até chegarmos hoje a quase 5 trilhões. Foi loucura tanta intervenção no mercado. O governo deve se preocupar com seus problemas e não com a taxa de câmbio, que deve ser regulada pelo mercado.

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    • V

      Vitor Chvidchenko

      ± 16 dias

      Não é verdade que a China "vive desvalorizando sua moeda". Essa é uma daquelas mentiras que, de tão repetida, acabou ganhando ares de verdade. Ao contrário, a China vem valorizando sua moeda ao longo dos anos. Leia aqui: https://www.mises.org.br/article/3042/a-guerra-comercial-e-uma-ameaca-real-mas-a-verdadeira-encrenca-e-o-sistema-bancario-chines

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  • E

    EDUARDO SABEDOTTI BREDA

    ± 16 dias

    O fato é que o Brasil está barato para os estrangeiros. Isso pode fazer com que investidores estrangeiros queiram investir no país. As próximas concessões de portos, aeroportos, rodovias e ferrovias, por exemplo, podem ser vencidas pelo capital estrangeiros, já que o preço convertido em dólares ou euros se mostrará muito favorável a empresas "de fora". A ver.

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    • V

      Vitor Chvidchenko

      ± 16 dias

      Se a moeda continuar se desvalorizando, o estrangeiro que investe hoje esperando um lucro no futuro de X reais, que hoje valem Y dólares, com a desvalorização da moeda, no futuro esses X reais vão virar bem menos que Y dólares. Você acha que um estrangeiro confia em investir num país cuja moeda está se desvalorizando constantemente? Na hora de converter o lucro de volta para a moeda estrangeira, ele vira pó.

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  • M

    Mário

    ± 16 dias

    Independente de como cada um possa interpretar esta desgraça economica do nosso país frente à desvalorização infernal da nossa moeda, o que interessa é que o nosso dinheiro vale cinco, seis ou sete vezes menos do que estas moedas estrangeiras. É um absurdo tal que um brasileiro que viaja para qualquer outro lugar sente um verdadeiro otário ao pagar tudo isso por algo que consuma no outro país. A sensação inversa é com certeza daqueles que chegam ao nosso país das banabeiras onde tudo, tudo é mais barato. Que maravilha !!!

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    • E

      Edson - Sítio Cercado

      ± 16 dias

      Mario, não esqueça que os teus FHC e Lula desvalorizam o dólar na marra... resultado hoje temos 5 Trilhões em dívidas para pagar aos banqueiros. É isto mesmo que você quer???

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    • M

      Mirtão

      ± 16 dias

      Mario, volta pro armário.

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    • E

      Elza Janzen

      ± 16 dias

      Uma salva de Palmas aos companheiros que conseguiram imprimir tanto dinheiro gerando inflação e quebrando todo mundo com juro subsidiado además dequase quebrar a Petrobras.

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  • O

    Oliveira

    ± 16 dias

    O q o Brasil exportou até aqui: Commodities e juros. Nem dá pra chamar de República das Bananas. Torço para q estejamos indo em direção a civilização com essa nova política econômica.

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    • V

      Vitor Chvidchenko

      ± 16 dias

      Bananas também são commodities, que eu saiba. Mas de fato, não dá para chamar o Brasil de "república das bananas", já que somos um grande exportador de produtos agrícolas e pecuários, algo bem mais diverso do que apenas bananas. Agora, independente disso tudo, a recuperação econômica do país ainda parece um sonho distante. Eu ando meio cético com a equipe de Paulo Guedes, apesar de ter votado neste governo.

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      Vitor Chvidchenko

      ± 16 dias

      Bananas também são commodities, que eu saiba. Mas de fato, não dá para chamar o Brasil de "república das bananas", já que somos um grande exportador de produtos agrícolas e pecuários, algo bem mais diverso do que apenas bananas. Agora, independente disso tudo, a recuperação econômica do país ainda parece um sonho distante. Eu ando meio cético com a equipe de Paulo Guedes, apesar de ter votado neste governo.

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  • J

    JORGEHF

    ± 16 dias

    Manchete sensacionalista. conteúdo aceitável

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  • V

    Vinicram Chacal

    ± 16 dias

    Gostei do artigo. Bem realista.

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