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Frasco da vacina contra a Covid-19
Frasco da vacina contra a Covid-19| Foto: Unsplash

O Supremo Tribunal Federal autorizou a vacinação obrigatória contra a Covid-19 pelos estados e municípios. O Supremo Tribunal Federal declarou guerra à população brasileira.

Você viu o demonstrativo científico de que essa medida extrema é inevitável? Não viu, porque ele não existe. Por que não está se discutindo medidas para preservação ou imunização dos vulneráveis – que são uma fração da população – e, em vez disso, está se discutindo a vacinação de toda a população? Ninguém tem a resposta. Ela não existe.

A taxa de letalidade média da Covid-19 abaixo de 70 anos é próxima da taxa de letalidade da gripe sazonal. Existe vacinação obrigatória para toda a população contra gripe sazonal? Não existe. E nem vamos mencionar aqui a confusão estatística relativa aos óbitos atribuídos à Covid-19, num contexto em que se verifica por exemplo a redução dos óbitos registrados por pneumonia na ordem de dezenas de milhares (a menos que em 2019). Num futuro próximo espera-se que seja consolidada uma estatística precisa sem a zona cinzenta dos atestados para Covid-19 “presumido”.

E o mais grave de tudo: não há na literatura do desenvolvimento de vacinas um imunizante com sua segurança atestada em menos de um ano. Isso é uma afronta a todos os protocolos de testagem – que requerem anos de observação das reações nos diversos grupos de indivíduos para uma conclusão sólida sobre a segurança da inoculação daquela substância em organismos humanos. Os laboratórios produtores de vacinas contra Covid-19 exigiram nos seus contratos a proteção contra ações judiciais relativas a efeitos adversos do produto. Os laboratórios não terão responsabilidade alguma sobre as consequências incertas das suas vacinas nas populações.

A seguir, leia um trecho do documento enviado à Procuradoria-Geral da República por um grupo de cerca de cem médicos e professores, liderados pela Dra. Nise Yamaguchi, imunologista, e pelo professor de bioética Hermes Nery, sobre os riscos associados às novas vacinas contra a Covid-19:

“Como sabemos, vacinas que venham a ser aprovadas ainda dependerão de testes com relação à eficiência e à segurança a curto, médio e longo prazos para diversos grupos populacionais com características clínicas e demográficas diferentes, especialmente as vacinas produzidas com tecnologias não convencionais, que requerem mais acuidade para a sua validação.”

“Mesmo que sejam aprovadas vacinas com base nos dados conhecidos até o momento, de eficiência com relação à formação de anticorpos neutralizantes, as respostas imunológicas à base de anticorpos e de células do sistema imunológico ainda são de difícil mensuração e estarão sujeitas a escrutínio científico em desenvolvimento, com muitos aspectos a serem esclarecidos por métodos e critérios científicos que também se encontram em processo de validação e consolidação, por se tratar a Covid-19 de um novo patógeno viral causador de pandemia de instalação muito recente.”

Acompanhe mais um trecho do documento e avalie se o cronograma das vacinas parece seguir um processo seguro:

“Os testes que estão sendo realizados (nesta data) para desenvolvimento de mais de 200 vacinas experimentais em todo o mundo são muito heterogêneos e muitos dependem de tecnologias emergentes ─ algumas delas com abordagens nunca testadas em seres humanos ─ o que requer cautela e respeito aos Protocolos Técnicos de Segurança já consagrados para desenvolvimento de vacinas, os quais não foram, nos estudos em andamento, devidamente acatados no curto e médio prazos, visto que etapas de pesquisa e avaliação foram drasticamente encurtadas ou fundidas a outras.”

A íntegra do documento está publicada aqui na Gazeta do Povo, neste link.

Leia, reflita e se posicione sobre as políticas sanitárias compulsórias que estão sendo aprovadas a toque de caixa. Daqui a pouco será muito tarde, se você tem aspirações de manter a sua liberdade individual.

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