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O secretário especial de Cultura do governo federal, Mario Frias, é o entrevistado de Leda Nagle no Gazeta Entrevista desta semana. Há quase um ano e meio no cargo, o ator - que substituiu Regina Duarte - falou sobre as críticas que recebe, em especial da classe artística, por estar ao lado do presidente Jair Bolsonaro.

“Ao longo dos meus 25 anos de carreira eu nunca elegi governo de esquerda. E nem por isso eu quis derrubar o avião. Nem por isso eu quis tacar fogo no parquinho {...} A pergunta que eu faço é se as pessoas estavam realmente satisfeitas com os últimos governos”, disse.

Frias também explicou à Leda que, desde que assumiu a pasta, recebeu a incumbência de resolver um passivo de R$ 13 bilhões das últimas décadas. “E não estou falando aqui só da questão de orçamento, de quanto custou cada projeto (financiado com dinheiro público), mas se sequer esse dinheiro foi realmente gasto com cultura”, justifica.

Ainda segundo o secretário, há um acumulado de 5 milhões de documentos não avaliados. “Foi assim que eu encontrei a Secretaria de Cultura”, revela. A exigência de um “passaporte sanitário” para acessar pontos turísticos de cidades brasileiras também foi tema para o papo entre eles. Confira:

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