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Furacão, Vascão, empatão e Verdão


Era pro Furacão ter saído na frente no primeiro duelo com o Vasco, mas faltou combinar com o Bacalhau, ora pois.

O Atlético jogava melhor quando sofreu o primeiro gol e jogava melhor quando tomou o segundo. Não merecia que fosse assim, mas foi o que o cruzmaltino tinha pra lhe dar, óh pá.

Se Guerrón ganhasse um real pra cada gol que perde, já dava pra comprar pelo menos um Corsinha. Na próxima vou reparar melhor pra ver se o equatoriano não tem pés de curupira. Pés virados pra trás. Só pode. Tanto que só conseguiu fazer seu gol de cabeça.

E Baier, bem, Baier continua bom, mas não o suficiente. O time montado por Adílson Batista ficou meio estranho sem centroavante e com três volantes. Paulo Roberto estreou jogando com a 9 e não se viu ele no ataque. Quando percebia que estava muito à frente, dava uns passinhos pra trás.

Rômulo ficou solitário na lateral. Ninguém lembrou dele. Ficou chupando o dedo. Ou melhor, as tetas da loba, junto com seu irmão Remo.

O bandeirinha foi o melhor zagueiro do Vasco, impedindo arrancadas cara a cara com o gol. O juizão, então, só faltou engasgar com o apito. Entrou na temperatura do jogo e foi a vedete da noite.

O empate no finzinho (2 a 2) não dá pra reclamar. Poderia ter sido pior. Ou “pelhor”, como diz uma tia. Pior mesmo só os quatro brasileiros, todos eliminados da Libertadores. Foi um “strike” histórico.

Nem tudo está perdido. Vitória simples, mesmo nunca tendo havido uma em São Januário – um dia há de haver -, bota o CAP na semi da Copa do Brasil.

Hoje Verdão x Verdão. Tsunami versus o Porco do Felipão. 19h30, Couto lotado. Melhor ataque brasileiro contra melhor defesa. Mais um jogão imperdível.


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