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Madeleine Lacsko

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Reflexões sobre princípios e cidadania

Fake News, a fúria legiferante e os liberais de Taubaté

Entenda como empresas grandes e tradicionais estão colocando o pé na porta do circo de radicalização, políticos oportunistas e novos bilionários da tecnologia.

  • Por Madeleine Lacsko
  • [01/07/2020] [10:55]
Fake News, a fúria legiferante e os liberais de Taubaté
| Foto: BigStock

Quando Luis Fernando Veríssimo escreveu a crônica "A velhinha de Taubaté", em 1983, acabou selando o destino da cidade no Vale do Paraíba, interior de São Paulo. Ela era a última pessoa do Brasil que acreditava no governo, mesmo nos maiores absurdos. Seu criador a matou numa crônica em 2005, no auge do Mensalão, de forma abrupta e misteriosa enquanto comia biscoitos assistindo um depoimento de Antonio Palocci numa CPI. Para a velhinha de Taubaté, acreditar no governo era essência da vida.

Como a vida imita a arte, Taubaté nos deu outros ícones. Talvez muita gente no país tenha se transformado na velhinha de Taubaté, o que nos brindou com o caso inesquecível da grávida de Taubaté e, mais recentemente, a reportagem do parkour de Taubaté. A tal "lei contra Fake News" e o movimento dos entregadores de apps são fruto de outro fenômeno: o liberal de Taubaté.

Suponha que o governo federal resolvesse limitar os bônus que podem ser pagos aos executivos dos grandes bancos, o que diriam nossos principais ideólogos sobre a medida? Vislumbro muitas postagens com a palavra comunismo, esquerda e cerceamento de liberdade. Ocorre que há um governo que realmente tomou esta medida, o de Israel, de direita, por razões de liberdade econômica. Quem não defende a própria dignidade mente quando diz defender uma ideia, é o nosso mal.

Todos nós nos deslumbramos com a tecnologia, impossível negar. A internet talvez seja a maior revolução que a sociedade humana já presenciou e nós assistimos empolgados e embasbacados tudo o que brotava dessa maravilha que não entendíamos, mas pela qual já estávamos apaixonados. Você já teve uma paixão avassaladora? Se teve, sabe que a principal característica é a cegueira.

Quando a chama da paixão começa a baixar, começamos a ver os defeitos e problemas do outro, ao mesmo tempo em que tentamos encontrar caminhos para seguir adiante. Há casos em que a emenda pode ficar pior que o soneto, como a Lei das Fake News. E outros em que se passa a relação a limpo, como o boicote de empresas tradicionais ao Facebook, que ficou bilionário escapando das mesmas regras que elas são obrigadas a seguir.

O Brasil tem uma fúria legiferante. Quando tem uma notícia que chama a atenção, pode apostar que alguém vai inventar no dia seguinte um lei para dar um jeito nisso. "Para todo problema complexo existe uma solução simples, elegante e completamente errada", dizia H. L. Mencken. Esse tipo de solução faz muito sucesso entre a gente.

O problema do que se convencionou chamar de Fake News não está na falsidade da notícia, está na exploração não paga de dados pessoais e na manipulação psicológica consciente das pessoas para vender produtos e ideias criando bolhas radicais sobre tudo, da política ao veganismo e crossfit. Isso se faz por algoritmos e a nova lei, que não foi suficientemente discutida, além de não resolver o problema, cerceia liberdades.

O liberal de Taubaté é o político que, diante de uma solução inadequada e que piora o problema, começa a dizer que o problema não existe. São os parlamentares que disseram defender a "liberdade de expressão" nas redes sociais. Só existe liberdade numa sociedade quando há liberdade econômica e, para isso, não se pode permitir que um setor específico da economia lucre com o que é dos outros e fuja das responsabilidades, como estamos fazendo hoje.

As gigantes da tecnologia obviamente compreenderam primeiro como funciona o mundo digital e ficaram rapidamente bilionárias. Todos os empresários que vieram antes deles no mundo são burros e incompetentes? Por que só esse setor ficou tão rico nessa velocidade? Os outros setores, pouco a pouco, foram mergulhando na era digital, passando por transformações profundas que vão dos meios de trabalho à dinâmica de produção, passando por relações trabalhistas e relação com o público consumidor. Passaram-se décadas e eles descobriram a mágica de juntar bilhões tão rápido: tomar o que é dos outros e não ressarcir prejuízo causado a ninguém.

Explorar o encantamento das pessoas e lucrar em cima delas é tão antigo quanto a humanidade, a diferença é que as empresas tradicionais entenderam agora qual é o pulo do gato. Por isso, nos Estados Unidos, mais de 400 marcas, incluindo gigantes como Coca-Cola, Microsoft, Puma, Adidas, Unilever e Starbucks, não vão mais anunciar no Facebook. A próxima ação deve ser contra o Twitter. O verdadeiro liberalismo enfrenta o problema de forma efetiva.

Pense em todas as regras que essas empresas têm de seguir não só aqui no Brasil, mas em todos os países do mundo, mesmo nos que têm menos regulamentação. Avalie as regras que um pequeno empresário, um comerciante ou um salão de cabeleireiros precisam seguir. Há um conceito básico de pagar pelos insumos e mão-de-obra e responsabilizar-se no caso de provocar prejuízos a quem presta serviço, a clientes ou à sociedade. Por que essas gigantes bilionárias da tecnologia não precisam cumprir essas regras mais básicas em lugar nenhum do mundo?

Qual é o negócio das plataformas de redes sociais? Não é informação. Se for, tem algo de muito errado. Elas não pagam para redistribuir informações apuradas pelos meios de comunicação, que pagam profissionais para isso. Mas elas lucram com essa distribuição e, se houver algum problema relacionado à informação distribuída, alegam não ter nenhuma responsabilidade e não sofrem nenhuma consequência. Percebem que a equação não fecha? Na fase da paixão, vocês sabem como é, a gente deixa para lá. Agora, parece que está rolando uma DR com as grandes empresas.

Hoje há a discussão dos aplicativos de entrega. Muitos deles são financiados por investidores, entre eles fundos internacionais que têm dinheiro de tudo quanto é canto, inclusive de países como China e Rússia, que prezam tanto pela ética e pela dignidade humana. Pergunte a qualquer cooperativa de motoboys o tanto de regras que eles precisam seguir e o tanto de responsabilidades que precisam assumir. Pergunte aos restaurantes o mesmo. A divisão entre o custo da operação e a distribuição dos lucros é justa? É disso que se trata.

Toda a operação de redes sociais e de diversos aplicativos é fundamentada na coleta de milhares de dados pessoais de milhões de pessoas. É dessa forma que se torna possível elaborar o algoritmo que entrega a publicidade direcionada e que, como efeito colateral, cria as tais bolhas radicalizadas. A quem pertencem os dados? A cada indivíduo. Quanto te pagam pelo uso dos seus e que satisfação sobre isso é dada a você?

"Não alcançamos a liberdade buscando a liberdade, mas sim a verdade. A liberdade não é um fim, mas uma consequência", disse Leon Tolstoi. Acreditamos durante alguns anos que havia gênios como nunca a humanidade havia visto, o pessoal do Vale do Silício, que dominava algo muito mágico. Desvendada a mágica, é hora do freio de arrumação. Só há liberdade quando se trabalha com a verdade e a lei vale para todos. A internet é uma grande revolução e pode sim abrigar a liberdade de expressão algum dia. Depende de criar um ambiente onde as empresas que dominam esses meios obedeçam regras e falem a verdade. Ainda temos um longo caminho pela frente.

19 COMENTÁRIOSDeixe sua opinião
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Comentários [ 19 ]

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    Mercedes de Souza

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    Pensei em comentar também, mas vou apenas curtir o Marcos eisenschlag e Francisco Cunha Neto.

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    Plinio Gustavo Prado Garcia

    ± 5 dias

    Olá, Madeleine. Li com interesse seu artigo. Sou um liberal na economia e conservador nos costumes. Nesse sentido, como professor de Direito (que fui) e advogado que continuo sendo, defendo ferrenhamente nossa liberdade de expressão como direito absoluto (www.locuslegis.blogspot.com.br). Não pode haver controle no âmbito da internet, do mesmo modo que não se pode impor censura à mídia tradicional. Todos são meios de difusão de idéias e de notícias.Abusos, quando ocorram, devem ficar sujeitos às penas legais. Fora disso, tudo será censura, prévia ou posterior.

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    joavila

    ± 5 dias

    Estou ciente de tudo isso e sempre, SEMPRE dou uma gorjeta ao entregador. Esse dinheiro eu sei que vai para o bolso dele. A "taxa de entrega" fica por conta do prejuízo, assim como o ISS, ICMS, IPI etc. Convido a quem mais quiser, inclusive a Madeleine, a fazer o mesmo.

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    Marco Polo

    ± 5 dias

    Na realidade a Autora falou, falou, tratou do mesmo várias vezes e nada acrescentou, como não poderia deixar de ser. O que ela não entende, ou entende e prefere enrolar, é o fato de que isso tudo é a evolução de meios de comunicação, e não situações novas que trazem novações que necessitam passar pelo pente das ideologias. O mercado, ente econômico, é auto ajustável, as empresas e as pessoas farão o que melhor for para si, todas as empresas, incluindo as mídias em questão. As extrapolações de limites legais, sejam por papel, disco, música, psicografia, própria voz, meio digital ou analógico, já possuem regras penais quanto ao seu conteúdo, mas jamais ao meio de comunicação. Matéria inócua!

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    Igor Vilas Boas de Freitas

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    Essa aqui não tem salvação.

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    JRipp

    ± 5 dias

    Concordo com "Francisco Cunha Neto": "Com relação a questão da mão de obra dos aplicativos de entrega, novamente basta não querer participar, ou que tal criar sua própria cooperativa de entrega. " As empresas de entrega por app estão obrigando os entregadores a trabalhar ou estão dando oportunidade de conseguir sobreviver em meio a uma crise econômica? Se a Coca e Microsoft são anunciantes importantes para o FB, o próprio Face vai atualizar suas políticas para tê-las novamente. Não precisa o Governo interferir. Essa é a beleza do capitalismo: auto-regulação.

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    MARCIO ROGERIO DAVID

    ± 5 dias

    Pensei em comentar, mas vou apenas curtir o Marcos eisenschlag e Francisco Cunha Neto abaixo. Sem mais.

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    Marcos eisenschlag

    ± 5 dias

    Madeleine, adoro esse seu fervor corporativista expresso na visao de que as redes sociais, esse grandes vilões corporativos, pegam matérias imaculadas de nosso jornalismo vestal e as pervertem sem pagar aos nobres jornalistas e sem pensar no prejuízo da radicalização de eleitores....Primeiro, o jornalismo no Brasil e' um dos mais CORRUPTOS do mundo, um verdadeiro dejeto, mesmo o do resto do mundo sendo de embrulhar o estômago. Exemplo disso e' o filme do caso real "Richard Jewel" dirigido por Clint Eastwood. E pretender que as redes sociais influenciam eleicoes, e' pretender que ficamos com amnésia e esquecemos dos BILHOES gastos por marqueteiros para justamente influenciar o eleitorado.

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    Francisco Cunha Neto

    ± 6 dias

    Existe um problema nessa sua analise as redes sociais por exemplo entra nele quem quiser já sabendo que não existe almoço grátis ou seja as informações que você coloca lá são o filão que financia o "grátis". Repare aí ao lado da sua pagina existe links para compartilhar seu conteúdo com varias redes sociais, se a Gazeta e contra basta retirar-se das redes. Com relação a questão da mão de obra dos aplicativos de entrega, novamente basta não querer participar, ou que tal criar sua própria cooperativa de entrega.

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    JOSÉ IVALDO

    ± 6 dias

    Essa lei é uma excrescência!

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    Zyss

    ± 6 dias

    Ué, a comunistada não curtiu o PL do fake coronel? Aí tem coisa...

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      Zyss

      ± 5 dias

      Marcos eisenschlag: pois é, ainda mais essa senhora que auxiliou o coronel fake na cpmi...

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      Marcos eisenschlag

      ± 5 dias

      E' faz de conta, eles estao felizes porque acham que retomaram o controle da narrativa, mas nao podem expressar isso livremente porque tem que manter uma "fachada democratica", mas e' so' pra arquibancada.

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  • R

    Ronaldo Rodrigues do Prado

    ± 6 dias

    Muito bom. Pouquíssimas pessoas pensam sobre isso. Revelador.

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  • C

    Claudia Aguiar de Siqueira

    ± 6 dias

    Madeleine, parabéns! Finalmente, uma análise lúcida sobre do que, realmente, estamos falando ao tratar de regulamentação de internet: uso de dados e responsabilidades decorrentes.

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  • N

    Nigro

    ± 6 dias

    A falta de limites, não pode existir em atividades que envolvem mais de um individuo.

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  • A

    Afonso Celso Frega Beraldi

    ± 6 dias

    A LIBERDADE SE PERDE AOS POUCOS

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    1 Respostas
    • E

      Elbio Pellenz

      ± 6 dias

      Como o sapo na panela em fogo baixo

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  • A

    Alessandro de Paula Alvarenga

    ± 6 dias

    Texto incrível e direto ao ponto.

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