

Junior Durski ganhou três prêmios e foi o maior vencedor individual na noite dos melhores do ano da Vejinha.
Junior Durski e Manu Buffara foram os dois grandes vencedores na categoria restaurantes na noite de premiação da Veja Curitiba – Comer & Beber. Durski por somar três prêmios para suas casas (concorreu a cinco) e ser o maior vencedor individual da noite. E a jovem chef por emplacar seu Restaurante Manu com um bicampeonato na categoria contemporâneo (voto de desempate em cima de Durski), além de levar o prêmio de Chef do ano, numa disputa acirrada com o próprio Durski (quatro votos a três, com um voto para Ivan Lopes, do Terra Madre, e outro para Gustavo Alves, do L’Épicerie.
Dos títulos arrebatados por Junior Durski o de Melhor Carne veio pela quinta vez consecutiva, com seu restaurante Madero Prime Steakhouse. A Melhor Carta de Vinhos ficou com o Restaurante Durski e garantiu o tricampeonato da categoria. O Madero Burger & Grill ficou com o título de Melhor Hamburger da cidade, nova categoria inserida na premiação deste ano em Curitiba. No ano passado, o mesmo restaurante já havia conquistado o prêmio da mesma publicação com sua unidade em Goiânia.
Por falar em L’Épicerie, o pequeno bistrô de Fanie Delatte e Gustavo Alves levou pela primeira vez o título de melhor francês, enquanto o sisudo (e competente) Giovani Luchini também estreou como premiado com seu aconchegante Sapor Itália, claro que de melhor comida italiana.
Outro bicampeão foi a Mercearia Bresser, novamente escolhida como a melhor pizza de Curitiba, o mesmo se dando com a Cantina do Délio, que bisou o Bom e Barato e o Velho Madalosso como rodízio italiano.
A categoria de carnes voltou a premiar o rodízio(substituindo o Costelão, embora os jurados tenham votado também nessa vertente), com o Batel Grill de vencedor, no voto de desempate da revista na concorrência acirrada com a Tropilha Grill.
Peixes e frutos do mar não tem pra ninguém e não se sabe na história do concurso se alguém que não o Bar do Victor venceu. Foi campeão de novo, seguido de perto pela outra casa do grupo, o Bistrô do Victor.
Saiu também a categoria árabe, que ainda apareceu no ano passado. E o voto de melhor oriental foi novamente para o Lagundri Contemporâneo, na competição que acho a mais injusta de todas, por englobar em uma mesma categoria cozinhas de linhas tão distintas, como a japonesa, a chinesa, a tailandesa, a malaia, a vietnamita e sabe-se lá mais o quê – até mesmo a árabe, que não deixa de ser oriental. A revista bem que poderia rever essa posição.
De uma forma geral, nada de maiores sobressaltos na premiação dos melhores de Curitiba. Não foram mais registrados aqueles absurdos de anos passados que nem convêm serem lembrados aqui. O que mais estranhei foi na categoria comidinhas, que não registrou um voto sequer para o Lucca Cafés Especiais, campeão ininterrupto por todos esses anos na categoria café. No Melhor chocolate, as meninas do Cuore di Cacao continuam imbatíveis.
Um registro que deve ser feito nessa categoria é a dupla premiação do Edelweiss. Se no ano passado já havia vencido na categoria de Melhor Salgado, agora, além de levantar o bi, também ficou com o troféu de Melhor Doce.
Como a categoria bares não é muito a minha praia (conheço alguns, muitos, mas não para ter um juízo completo em todas as vertentes da premiação), registro a manutenção da Carne de Onça da Mercearia Fantinato como a melhor da cidade. E um curioso empate na seção Happy Hour. Cada um dos dez jurados escolheu um bar diferente e a coordenação da Veja Cidades decidiu não desempatar. Ficou sem vencedor, portanto.
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