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Curitiba foi a única cidade do estado entre as dez cidades mais competitivas do país.
Curitiba foi a única cidade do estado entre as dez cidades mais competitivas do país.| Foto: JONATHAN CAMPOS/GAZETA DO POVO

O Paraná conta com 12 dos cem municípios mais competitivos do Brasil, de acordo com a segunda edição do Ranking de Competitividade dos Municípios, realizado pelo Centro de Liderança Pública (CLP), em parceria com a Gove e o SEBRAE. São eles: Curitiba (6º), Maringá (17º), Francisco Beltrão (31º),  Londrina (37º); Cascavel (39º); Toledo (58º); Pato Branco (63º); Campo Mourão (77º); Paranavaí (78º); Umuarama (90º); Ponta Grossa (96º); e Foz do Iguaçu (97º).

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A edição 2021 da lista, que inclui apenas municípios com mais de 80 mil habitantes, foi divulgada em novembro. Ao todo, 411 cidades do país foram avaliadas - 27 do Paraná.

Entre os municípios que entraram no top 100, Curitiba e Pato Branco recuaram posições em relação à lista de 2021. A capital foi do 5º para o 6º lugar, enquanto a cidade do Sudoeste caiu 22 posições. Por outro lado, parte dos representantes do estado no topo da classificação chamaram a atenção pelo desempenho em pilares específicos. Toledo, por exemplo, obteve a primeira colocação no âmbito do Acesso à Saúde. Londrina, Curitiba e Francisco Beltrão obtiveram, nesta ordem, as melhores avaliações no pilar de Funcionamento da Máquina Pública.

Outro destaque do ranking é o resultado do município de Araucária, na Região Metropolitana de Curitiba. Conforme o CLP, apesar de a cidade não ter conseguido entrar no top 100, ficando no 104º lugar, ela subiu 60 posições da primeira para a segunda edição da lista.

Como funciona o ranking

Para medir a competitividade dos municípios, os organizadores avaliam 65 indicadores, relacionados a 13 pilares. Eles tratam de temas como economia, educação, meio ambiente, saneamento e segurança, além do funcionamento da máquina pública.

De acordo com o coordenador de competitividade do CLP, responsável pelo ranking, Lucas Cepeda, além de servir como ferramenta de accountability e de planejamento e monitoramento público, a classificação também funciona como instrumento de atração de investimentos. “Neste caso, ela serve tanto para as empresas que buscam destinar seus investimentos a cidades que são mais adequadas às suas demandas, quanto para as prefeituras que podem usar o resultado para potencializar os pontos positivos, publicizá-los e atrair investimentos”, diz.

Em 2021, o ranking também avaliou os municípios a partir de indicadores ESG e relacionados aos Objetivos de Desenvolvimento da ONU (ODS), criando outras duas classificações. Curitiba e Maringá se destacaram em ambas as listas. A capital ficou em 4º no resultado ESG e em 10º no ODS. Maringá, por sua vez, 0 12º e o 18º lugares, respectivamente.

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