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“O Senhor é meu pastor, nada me faltará.”
(Salmo 22)
Leio, com grande entusiasmo, Todos os caminhos levam a Roma, de Scott e Kimberly Hahn, obra em que o casal de teólogos americanos fala sobre sua conversão ao catolicismo.
Logo nas primeiras páginas do livro, Scott descreve uma cena perturbadora de sua juventude. Certo dia, voltando para casa, o jovem Scott decidiu visitar um amigo de quem estava afastado. O amigo o recebeu com surpresa, e ambos acabaram tendo uma longa conversa de duas horas. Ao final da conversa, o amigo tirou da mochila uma corda e disse, antes de cair em prantos:
— Scott, quando você chegou, eu estava saindo para me enforcar.
Sim, aquela visita inesperada salvou uma vida.
O diabo certamente ficou irritado com o jovem Scott Hahn naquele dia; afinal, uma ovelha que estava perdida foi resgatada. E se eu disser a vocês, meus queridos sete leitores, que um homem vem fazendo o resgate não de uma, mas de milhões de almas em nosso país?
Esse homem é Frei Gilson.
Com um belíssimo trabalho de evangelização, nosso querido carequinha tem realizado o que a muitos pareceria impossível: levar multidões de volta para Deus. Em março de 2018, ele disse: “Brasil, eu te levantarei”. E a palavra está se cumprindo.
Agora, deixe-me esclarecer uma coisa a vocês: não é Frei Gilson que está levantando o Brasil. Ele é apenas um instrumento de Jesus Cristo, o Bom Pastor, a quem o nosso país pertence.
Assim como Scott Hahn visitou a casa de seu amigo desesperado naquela noite, o sacerdote carmelita vem visitando milhões de lares em todo o Brasil, levando-lhes as palavras de Deus e a Boa Nova.
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Naturalmente, o trabalho de Frei Gilson desagrada o demônio e suas hostes. Não por acaso, nos últimos dias, algumas vozes do meio político e midiático voltaram a atacar o nosso pastor com acusações simultaneamente mentirosas e perversas: “Mais amor, menos misoginia”, “falso profeta”, “frei redpill”, “intolerante”... Uma senadora de primeiro e último mandato exigiu que a Igreja tome “severas providências” contra o doce, obediente e amado frei. Como já explicamos aqui, todas as “denúncias” contra Frei Gilson carecem de qualquer fundamento.
É curioso — e sintomático — que a onda de ataques tenha recrudescido exatamente nos dias que marcam a Primeira Missa do Brasil, celebrada também por um frei, no dia 26 de abril de 1500. O inimigo está muito bravo com o Frei Gilson e botou os seus lobos para atacá-lo. Mas o ataque acabou se revelando inútil: uma imensa onda de solidariedade se formou em defesa do missionário católico.
Frei Gilson não foi o único atacado nos últimos dias: o ator e influenciador católico Juliano Cazarré também sofreu uma tentativa de cancelamento, iniciada por uma pequena turma de atores militantes, mas o plano falhou miseravelmente: Cazarré ganhou 600 mil seguidores em dois dias (atingindo 4,1 milhões), e o seu evento sobre paternidade, que estava com 500 inscritos, pulou para 10 mil. Tudo o que restou do cancelamento a Cazarré foi uma sketch de humor tão engraçada quanto um tratamento de canal.
Cazarré caiu para cima — e o mesmo acontecerá com Frei Gilson. Para completar a bênção, só falta mesmo que os senadores sejam iluminados por Deus e rejeitem o nome de Bessias para o Supremo Soviete. Oremos.
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