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  • M

    MAFerreira

    ± 0 minutos

    É melhor crescer pouco e continuadamente de modo natural do que crescer aceleradamente com medidas artificiais. Neste caso, a conta vem em poucos anos cobrando muito caro. Em quem paga são os pobres e a classe média baixa.

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  • A

    Admar Luiz

    ± 23 horas

    É, nosso nó górdio, na economia é a sustentabilidade de longo prazo. Vivemos nas últimas décadas de "voos de galinha". Euforia e desanimo. Pleno emprego e logo adiante milhões de desocupados. Reformas estruturais, e, principalmente, educação de qualidade resolverá nossos "probremas", como diria aquele ex presidiário. Mas, mas, como fazer as reformas necessárias? Com os políticos que temos? Com o judiciário que temos? Paulo Guedes, coitado, tem de se "virar nos trinta", né?

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  • R

    Roberto De Oliveira

    ± 1 dias

    Bom dia: Para que a sua tríade, capital humano, capital físico e produtividade, seja adequada, é extremamente necessário que as reformas administrativa, tributária e política sejam implementadas. Sem elas não há a menor possibilidade de crescimento continuado e sim "voo de galinha". Uma vez executada as reformas, defendo que o crescimento seja pequeno durante os primeiros 4 anos - 2,5 a 3,5% - para adequar a tríade acima e evitar a volta da inflação.

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  • P

    Philipe dos Santos Pompeu

    ± 1 dias

    O Brasil deve se manter mais ou menos no eixo, crescendo pouco mas continuamente, não acredito que possamos crescer como uma China/Índia, pois não vamos conseguir reformar nosso Estado na velocidade necessária

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  • J

    jonny liebl

    ± 1 dias

    Como sempre um componente, imagino que o mais importante elemento, citado pelo jornalista, continuará à margem: a Educação. Brasil e instituições responsáveis, vamos valorizar e implementar este componente!

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  • N

    Nícolas

    ± 2 dias

    Pedro, por tudo que lhe for sagrado, não dê uma de Dilma ao tentar colocar à prova a curva de Philips... ("Caso tudo corra bem, voltaríamos ao pleno emprego numa trajetória gradual e suave ao longo de alguns anos."). Nossa meta inflacionária já é absurdamente alta e precisa desesperadamente ser jogada para baixo. Em sua análise, senti falta dos componentes de infraestrutura: ainda temos problemas energéticos (e ANEEL vindo a taxar o produtor individual não ajuda), nosso escoamento dependente de caminhões é um gargalo (para bem ou mal).

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    2 Respostas
    • J

      JAIME

      ± 19 horas

      Parabéns Pedro pela ótima coluna.

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    • N

      Nícolas

      ± 2 dias

      Quanto à sua conclusão: perfeita. Só que mesmo fazendo o dever de casa, serão bem vinte anos até frutificar. Temos de começar para ontem...

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