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Pedro Menezes

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"Passatempismo político"

As redes sociais tiram nosso foco do que realmente importa

  • Por Pedro Menezes
  • 28/07/2020 21:11
Twitter, Facebook, Telegram, Whatsapp
| Foto: Reprodução/redes sociais

Em seu último livro, o cientista político Eitan Hersh formula um conceito interessante: political hobbyism, o hábito daqueles que transformaram a política em passatempo. O termo se refere ao cotidiano do grupo crescente de cidadãos, em geral ricos ou de classe média, que consomem pesadamente o noticiário político e correm para as redes sociais para comentar o que ocorreu.

Os adeptos do “passatempismo político” (tradução livre) participam da política através da formação de comunidades online junto a outras pessoas que compartilham das suas paixões e ódios. Eles acompanham cada detalhe dos processos de Lula, sabem de cor o nome dos 11 ministros do STF e dedicam várias horas do dia à atividade. Se você está lendo esse artigo, este problema provavelmente é seu.

As comunidades de passatempistas crescem a cada dia por todo o planeta. Ao invés de reunir pessoas de carne e osso visando uma mudança na sociedade, a politização ocorre como hobby de gente que usa a internet para sinalizar virtude a um grupo. O ódio a grupos rivais dá o tom da conversa, pois serve como um dos sinais de pertencimento a um grupo. O objetivo não é influenciar políticas públicas, mas ganhar likes e seguidores.

Uma das consequências do passatempismo político é o esquecimento dos assuntos locais, em favor daquilo que é discutido por todo o país. Nos últimos tempos, quantos cancelamentos de jornalistas com alcance nacional tiveram mais repercussão do que a política urbana da sua cidade? O que você acha que é mais importante?

E pior: esse esquecimento dos assuntos locais vai muito além de cancelamentos e hashtags irrelevantes. No atual debate público, os passatempistas possuem uma opinião forte sobre Carlos Bolsonaro e Gleisi Hoffmann, mas mal sabem o que o prefeito da própria cidade está fazendo. Uma eleição municipal ocorrerá dentro de poucos meses. Enquanto isso, o Twitter debate sobre o empresário americano Elon Musk – a direita precisa ter opiniões fortemente favoráveis, enquanto a esquerda diz o contrário.

Tamanha inversão de prioridades não faz sentido. Nós vivemos, antes de tudo, na cidade. Prefeitos são responsáveis por administrar creches onde estudam as crianças ao nosso redor e o zoneamento do bairro onde moramos. Eles possuem uma imensa capacidade de influenciar nossas vidas.

O problema se agrava num país continental como o Brasil. Os problemas que atingem cada região brasileira são radicalmente distintos. Santa Catarina terminou o primeiro trimestre de 2020 com uma taxa de desemprego de 5,6%, situação que praticamente representa um pleno emprego. No mesmo trimestre, a taxa de desemprego baiana estava em 18,7%. A taxa de desalento, que apresenta a situação daqueles que desistiram de procurar emprego, está ao redor de 1% no Paraná e 17% no Maranhão.

O passatempismo político faz com que muitos paranaenses, catarinenses, maranhenses e baianos dediquem uma atenção exagerada ao que ocorre em Brasília, ao invés de focar naquilo que acontece ao seu redor. O smartphone fica mais importante do que a vizinhança. Esse desequilíbrio fica ainda mais absurdo quando lembramos que a influência que um cidadão pode ter nos assuntos locais é incomparavelmente maior do que o seu impacto potencial na política nacional.

Perceba, leitor, que o problema foi inicialmente descrito por um cientista político americano, nascido na terra do federalismo, e tem ganho importância ao redor de todo o planeta. Não se trata, portanto, de um defeito específico deste país onde Brasília concentra a arrecadação tributária. Trata-se de uma questão global, uma cultura, um modo de ver a política que ganhou força na era do smartphone e da hiperinformação.

Inclusive faço o mea culpa: como colunista que praticamente só escreve sobre assuntos nacionais, seja na Gazeta, em outros veículos ou em redes sociais, eu também sou parte do problema.

Além de tirar nosso foco dos problemas locais, que temos maior poder para influenciar, o passatempismo político cria divisões desnecessárias e frequentemente transforma a política em prática de ódio, em detrimento da boa e velha formação de coalizões com objetivos comuns. As diferenças são exageradas por comunidades online que punem o pensamento independente e orientam a imprensa através de likes.

O passatempismo político descrito por Eitan Hersh precisa ganhar um lugar privilegiado nos debates sobre a ascensão recente de grupos extremistas. As redes sociais são uma grande invenção humana, mas está cada vez mais claro que elas incentivam uma cultura política polarizadora e prejudicial à democracia. Num país como o Brasil, que precisa urgentemente formar consensos para resolver profundos problemas, o passatempismo pode ser fatal.

26 COMENTÁRIOSDeixe sua opinião
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Comentários [ 26 ]

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  • D

    Douglas

    ± 0 minutos

    Perdendo o foco, quem cara-pálida. Depois do advento da internet O poder da informação mudou. Agora nós , o povo, fazemos , lemos, escrevemos, fazemos Meme, fazemos humor em vídeos ou em cartaz. Acorda homem! Eu tenho 67 anos e faço tudo aí dito acima.

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  • D

    Douglas

    ± 2 minutos

    Perdendo o foco, quem cara-pálida. Depois do advento da internet O poder da informação mudou. Agora nós , o povo, fazemos , lemos, escrevemos, fazemos Meme, fazemos humor em vídeos ou em cartaz. Acorda homem! Eu tenho 67 anos e faço tudo aí dito acima.

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  • A

    Aromero

    ± 10 horas

    Parabéns, gostei do texto e me identifiquei. Agora me diz uma coisa existe "futebolismo", aquele das segundas-feiras? ganhamos por tais motivos, perdemos por tais motivos, sendo que a única coisa que eu fiz foi assistir paradinho um jogo de futebol? Será que existem também o 'novelismo" ?

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  • R

    Ricardo Amaral

    ± 15 dias

    Até que enfim Pedro Menezes acertou uma na veia e foi pro gol. ..em geral ele isola a bola,quando muito bate na trave. Na cidade onde passo a maior parte do tempo, o pessoal discute sobre a cloroquina enquanto desvio de verbas no combate ao Covid são feitos quase à luz do dia e o velho hábito de deixar as obras pro último ano deixaram uma cidade uma bagunça por causa das equipes da secretaria correspondente contarem com menos funcionários...um terror !! E o anticlímax é que o sujeito que a governa, um tipo arrogante e questionável, deve levar a eleição em novembro mesmo assim.

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    Michel Ribeiro

    ± 15 dias

    Muito importante a reflexão de atenção aos problemas locais. Mas como tudo hoje em dia está encadeado, é importante estar ligado em tudo.

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    Arys

    ± 19 dias

    Mais ou menos, a culpa não é dos novos meios de comunicação, mas da VELOCIDADE que a tecnologia propiciou. Antes da invenção do telégrafo, uma notícia ia de Nova York à Califórnia via ferrovia. Dias. Com o telégrafo, a velocidade passou a ser instantânea. Com a Internet, em segundos, um fato tem divulgação global. Seja por redes sociais ou qq outro meio. Giddens, sociólogo britânico, escreveu muito sobre isso. Então o tremor de terra no Butão passa abrer mais importância do que o assalto na venda da esquina onde vc compra. Isso é perverso, mas acontece. Sou da área de TI, e sempre tento esclarecer as pessoas que NÓS comandamos os celulares, tablets, etc, e não o contrário...

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    Marco Polo

    ± 20 dias

    O Autor desconhece os principais motivos para o foco nas redes sociais ao invés no da imprensa formal: 1 – A imprensa formal perdeu totalmente a credibilidade para com o leitor minimamente capacitado a interpretar os fatos por si; 2 – Não menos relevante, essa é apenas mais um degrau da evolução tecnológica dos meios de comunicação; já foi tambor, fumaça, papel, rádio, televisão, ... ; e, 3 – Parte dos brasileiros passou a tomar conhecimento do quão é importante, nesse momento, o cenário político nacional, esse que a esquerda sabota para tentar destituir o Presidente por eles colocado legitimamente. São esses os motivos reais dessa atenção às redes sociais.

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    Eduardo Fernandes Quadra

    ± 20 dias

    Ainda que seja uma boa provocação para uma reflexão sobre o significado de pertencimento a comunidades identitárias, as redes podem criar uma falsa sensação de protagonismo, inclusive com acomodação e passividade... na prática.

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  • J

    Jorge Vallim de Medeiros

    ± 20 dias

    Estamos, pela primeira vez, ainda ainda bastante no começo, numa oportunidade inédita de participamos realtime, online, em debates politicos e, de diversos outro assuntos, como nunca antes. É fascinante, interessante, divertido, empolgante. É democracia realtime, povo online. "Passatempismo" na sua ótica, participação, vício, curiosidade, até civismo, para a maioria. Participo, assim como mais de mil vizinhos, da associação de bairro,online, com enorme envolvimento em problemas do bairo e da comunidade. Pesquise mais.

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  • S

    suzana lima

    ± 20 dias

    ""Se você está lendo esse artigo, este problema provavelmente é seu." ahahah ótimo.

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  • P

    Pedro

    ± 20 dias

    Perfeito, Pedro! Mas não nos esqueçamos: o Brasil tem um sistema político com uma estrutura de poder completamente desigual, com os poderes muito centralizados em Brasília, e pouco nos Governos Estaduais, e muito menos nas Prefeituras. A probabilidade de uma decisão do Presidente impactar a nossa vida cotidiana é muito maior do que se fosse de um Governador ou Prefeito. Precisamos reestruturar nosso Estado, descentralizando o poder e resgatar o federalismo no Brasil (que, por sinal, nunca existiu).

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  • L

    Luiz Carlos Mendes Junior

    ± 20 dias

    O texto tem certas verdades, não podemos nos esquecer que em primeiro lugar precisamos saber o que acontece em nossa cidade, quem são as pessoas que estão no comando, o que elas estão fazendo, o que elas pretendem fazer, depois claro devemos ampliar nossa visão e discussão, mas nunca deixarmos de discutir e principalmente de lutar contra atos que prejudiquem nossa liberdade e nossa vida em democracia e justiça, não é fácil, mas devemos buscar isso, sempre.

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  • A

    AM

    ± 20 dias

    Redes sociais é a única comunicação democrática. Os meios tradicionais que enfiavam suas opiniões guelha-abaixo e não tínhamos com contesta-las agora estão perdendo espaço e parece que não sabem se reinventar.

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    LUIZ CLAUDIO DE SOUZA

    ± 20 dias

    Confesso que comecei o texto odiando o enfoque dado. Até o termo atribuído ao fenômeno não me agradou. Porém, ao refletir mais profundamente, vi que não faz sentido mesmo. O que o escritor chama de passatempismo, eu chamo de ganhatempismo. Ganhamos mais lendo sobre política, comentando sobre política, discutindo sobre política.

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  • J

    Jorge Dias

    ± 20 dias

    Vim pelo Constantino tirando sarro do Izentão.

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    1 Respostas
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      Jorge Dias

      ± 20 dias

      Cadê o Adelio de Freitas?

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    Mauricio Nadolny

    ± 20 dias

    Quanto mimimi! Muito simples resolver: não ter perfil e não participar destas porcarias de redes sociais.

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  • B

    Beto

    ± 20 dias

    Aqueles que pensaram que as redes sociais seriam o paraíso dos bons costumes, demonstraram desconhecer o ser humano. A tecnologia avança e deixam frutos.Podem ser colhidos verdes, maduros e podres.Assim é o mundo dos homens, dos animais 'racionais". Há coisas excelentes, e péssimas nas redes sociais.Os jornalistas fazem parte do grupo de formadores da opinião.Se as opiniões são boas ou ruins, essa categoria tem seu quinhão de elogios e culpa.O federalismo no Brasil é para inglês ver. É um faz de contas.Os estados só querem o bônus, fogem do ônus .Cortes dos gastos públicos.Reforma Política!

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    Paulo Santos

    ± 20 dias

    O Fique em casa foi a chave para que nossas comunidades não se reunissem mais, agora só sobrou as redes sociais e ainda querem controlá-las. Em São Paulo, se pudessemos nos reunir na paulista, talvez já tivessemos tirado o Dória.

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    João Teixeira Pires

    ± 20 dias

    Reflexão oportuna. As redes sociais atualmente estão contribuindo mais para a polarização da sociedade e menos para criar espaços de discussão respeitosos, em busca de consensos. Mas há o lado positivo, da possibilidade de interação com a notícia. Que saibamos aproveitar melhor este espaço com o tempo, sendo menos agressivos e mais respeitosos. A tecnologia nos dá meios. Cabe a nós utilizá-los de forma proveitosa para a sociedade como um todo.

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  • M

    Marcos

    ± 20 dias

    Oi Pedro. A sua reflexão chama a nossa atenção para algo basatnte importante no nosso cotidiano, mas eu fiquei em dúvidas em relação ao "passatempismo político". Não sou especialista no assunto, mas de foma inédita na nossa história estamos à frente de um momento onde o indivíduo pode ter algum tipo de voz frente ao sistema social e político que está inserido, representando (de alguma forma) a si mesmo e não refém de interesses de grupos (muitas vezes). É claro que existem vieses na distopia de muitos e temos que evoluir também contra a patologia da "des-empatia" promovida pela internet, mas nunca a política esteve no cotidiano e nas mãos de muitos. Temos que amadurecer.

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    Paulão

    ± 20 dias

    Que visão tosca! Os assuntos nacionais ditados pelo congresso, planalto e STF ditam os rumos do pais. A imprensa tradicional se ocupava mais em divulgar o passatempismo novelistico e as noticias de seu interesse economico. Nas redes não se oculta informação boa ou ruim, isso dói!

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  • M

    Marcelo Palma

    ± 20 dias

    Uma porcaria de artigo, não retrata a realidade do novo contexto que se formou com as redes sociais. Hoje há muito mais interação dos grupos com problemas locais que nacionais. O que aconteceu é que cresceu a atenção e participacao nos assuntos nacionais, o que nao havia antes, pois na mídia jornalística e televisiva o receptir é passivo e nas redes sociais ativo, manifestando sua opinião, interagindo.

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  • A

    Alvaro Mendes

    ± 20 dias

    Muito interessante artigo! A corrida por likes exige o desvio dos assuntos locais, aqueles que mais diretamente afetam o cidadão.

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  • D

    Diogo

    ± 20 dias

    Reflexão interessante. Mas não esquecer que as ideias de fundo e os grandes acontecimentos globais inspiram e lideram os movimentos locais. Prudência e moderação podem nortear o uso inteligente do tempo em cada âmbito.

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  • B

    BENEDITO APARECIDO TUPONI JUNIOR

    ± 20 dias

    Parabéns pelo mea culpa. Seguirei o exemplo.

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