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A lição dos Jogos
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Em sua coluna na revista Carta Capital desta semana, Afonsinho não deixa por menos: confessa que viveu “dias de coração na boca e respiração ofegante a cada prova dos Jogos Paralímpicos”. Até porque ele tem “uma ligação especial, enorme, e um prazer muito grande ao ver cada competição”. E recorda o início de sua carreira como médico no Centro de Reabilitação Profissional do INSS.

Naquela época, sentiu então “uma emoção extraordinária ao acompanhar uma partida entre pessoas com limitação visual na Escola de Educação Física do Exército, na Urca”. Tempos depois, em Jaú (SP), assistiu uma corrida de amputados, “ainda sem as próteses modernas na pista de atletismo do Estádio Municipal; encostado ao alambrado, chorei um bocado”. Passou a trabalhar e apoiar programas de introdução de atividades de esporte como forma de inclusão social.

Ainda das Paralimpíadas:

Marcelo dos Santos, um dos medalhistas na categoria bocha adaptada, declarou à Agência Brasil:

– Espero que, por meio das medalhas que têm sido conquistadas, abram-se as portas para que as pessoas deficientes que estão trancadas dentro de casa, pessoas que têm a mobilidade reduzida, que elas possam praticar a bocha, que possam voltar ao convívio da sociedade e praticar um esporte.

É isso. Ou muito mais que isso. Algo que vai além das medalhas de ouro, prata e bronze.

ENQUANTO ISSO…

 

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