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Está esfriando…
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Safra de café em 2016 deve ser a segunda maior da história.

O título da matéria na Agência Brasil chamou a atenção. Primeiro, pelo enfoque positivo – em tempos de desgraceira geral. Depois, por se tratar de algo que diz muito aos paranaenses.

Vamos lá.

– A produção brasileira de café da safra 2016 deverá ficar entre 49,13 e 51,94 milhões de sacas do produto beneficiado. Se considerada a média de produção (50,5 milhões), esta pode ser a segunda maior safra da história, ficando atrás apenas da safra de 2002 (50,8 milhões). A previsão indica acréscimo de 13,6% a 20,1% em relação à produção de 43,24 milhões de sacas obtidas em 2015. Cada saca tem 60 quilos. Os dados foram divulgados pela Conab – Companhia Nacional de Abastecimento.

Mas, já sentindo saudade do agradável cheiro de um cafezinho, professor Afronsius foi em frente: quanto à produtividade total, a estimativa da Conab situa-se entre 24,84 e 26,27 sacas por hectare, equivalendo a um ganho de 10,4% a 16,8%, em relação à safra passada. Aí, paranista sem todos os sentidos, fez cara feia:

– Com exceção do Paraná, de Rondônia e da região da Zona da Mata mineira, os demais estados do país apresentam crescimento de produtividade.

Concluída a leitura, professor Afronsius puxou pela memória: o café chegou ao Brasil por baixo dos panos, por supuesto. Um contrabando de grãos surrupiados na Guiana Francesa por Francisco de Melo Palheta, um militar luso-brasileiro. E a coisa virou tremenda riqueza. O chamado ouro verde.

Na década de 1960, a lavoura cafeeira era a principal fonte de divisas do Paraná, representando 60% do valor total da produção agrícola estadual. E com direito a ostentar o título de Capital Mundial do Café.

Mas, como diz o Beronha, o tempo passa, o café esfria e a cerveja esquenta.

ENQUANTO ISSO…

 

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