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Nas páginas

Duas boas notícias. Primeira: Luciano Magno, pseudônimo do historiador Lucio Muruci, autor do livro História da Caricatura Brasileira, confirmou sua presença em Curitiba, sábado 14, na Gibiteca, para o debate/palestra às 15 horas, sobre o gaúcho Manoel de Araújo Porto-Alegre (considerado o patrono da caricatura brasileira) e o pré-pioneiro João Pedro – O Mulato, curitibano.

Aliás, a 1.ª Bienal Internacional da Caricatura está nas páginas da edição deste mês da Revista de História da Biblioteca Nacional, texto de Gabi Nogueira Cunha. O título: Faz-me rir e pensar. Bom, né, igual a uma caricatura.

O valor do charge

Além de abrir o texto citando Luciano Magno e seu livro, lançado em novembro, a RHBN ouviu o cartunista Carlos Latuff, para quem “o valor do chargista está na sua disposição em caminhar, por meio da irreverência, por terrenos onde ninguém tem coragem de pisar, servindo de instrumento de conscientização”.

Mais:

– A charge diz o que todo mundo quer dizer, mas não pode. A charge realmente combativa, aquela que desafia a ordem, sempre foi, ainda é e continuará sendo perseguida pelos regimes e desejada por quem tem sede de justiça.

De fato: foi no jornal pernambucano O Marimbondo, no dia 25 de julho de 1822, que a primeira caricatura no Brasil veio à luz. Uma contribuição fundamental na disputa política entre a Corte em Lisboa e o governo regencial de D. Pedro, no Rio de Janeiro, que resultou na independência do Brasil.

Que o digam também as vítimas de Manoel de Araujo Porto-Alegre, em 1837, no Jornal do Commercio.

ENQUANTO ISSO…

12 dezembro

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