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O culpado – de sempre
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De repente, não mais que de repente, deu zebra no computador do professor Afronsius. Ainda, por supuesto, um tremendo neófito em matéria de Internet, mas já dependente da tal da alta tecnologia, ele tentou consertar a coisa por contra própria. Perdeu. E de goleada, um novo 7 a 1, agora caseiro.

Deve ter sido queda de energia elétrica, pensou, posto que é do tempo da Companhia Força e Luz, também chamada, quando dos apagões em Curitiba, de Companhia Força e Vela.

Sobre a Internet, só gravou na cuca que se trata de um sistema global de redes de computadores interligadas que utilizam um conjunto próprio de protocolos. Uma rede de várias outras redes, que consiste de milhões de empresas privadas, públicas, acadêmicas e de governo, com alcance local e global e que está ligada por uma ampla variedade de tecnologias de rede eletrônica, sem fio e ópticas. A origem da coisa remonta a uma pesquisa encomendada pelo governo dos Estados Unidos na década de 1960 (o tal complexo industrial/militar), para construir uma forma de comunicação robusta e sem falhas com as redes de computadores.

Não há consenso, porém, sobre a data exata em que a moderna Internet pintou na área, mas, segundo alguns estudos, “foi em algum momento em meados da década de 1980”.

A outra descoberta para resolver o blecaute do seu computador revelou-se a salvação da lavoura:

– Simplesmente um dos fios  estava fora da tomada, ou, modernamente falando, não estava conectado, conectado!, ao modem.

O culpado pelo xaxixo, descartou de pronto, não foi ele, ao espanar o pó da sala. Na faxina semanal. Foi, por supuesto, o Schnapps, o seu cãozinho de estimação, um peso pesado, como se sabe. Daí a explicação/justificativa:

– É que, com as tempestades, raios e trovões que vêm sacudindo Curitiba, o coitado do bichinho tenta se esconder. E só encontrou refúgio embaixo da mesa de trabalho, no meio da fiação. Sem querer, o pobrezinho do Schnapps desligou a Internet.

ENQUANTO ISSO…

 

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