Encontre matérias e conteúdos da Gazeta do Povo

Que Fase!!!

Que legal. Só fui ver ontem, uma tirinha minha que saiu no site do Paulo Henrique Amorim. Clica aqui.

Olha só. A leitora Clarisse convida a todos para um bate-papo com José Dumont, um dos maiores atores do cinema nacional, por conta da mostra O Homem Que Virou Cinema. Será hoje, na Cinemateca de Curitiba, as 19 horas. Vocês sabem o endereço da Cinemateca, não? Imperdível, o cara é gênio.


O cartunista ferrado, na versão da leitora e noiva Karen T


Não vejo a hora deste ano acabar. Meus dois últimos meses foram realmente longos. Um computador avariado, um carro arrombado, brigas, vexames e, para terminar bem, uma charge não caiu no gosto do público do jornal e estou, novamente, no centro de uma polêmica com os leitores da GP. Você pode conferí-la aqui.

Fora isso, o fato de eu ter virado o pé jogando basquete sábado passado -uma bobeira, de dois minutos, não mais- me impede de jogar tênis a semana toda. Mais? Bem, disse que ia torcer para o Inter, ontem. Liguei a TV, gol do Estudiantes. Pensei vou dormir, para não dar mais azar. Resultado: Inter campeão. Claro, há grande forçada de barra, mas que, quando bate a zica, a gente começa a ver uma conspiração do Universo, começa.


Sobre vários assuntos
1
É lindo ver o Cristóvão Tezza sendo consagrado pelo seu trabalho, ganhando prêmios nacionais e ganhando dinheiro de verdade com sua pequena obra-prima. Pequena no sentido de que ela vai crescer ainda mais e se tornar um fenômeno editorial. Ouvi dizer que há um grande diretor brasileiro interessado em realizar uma versão para o cinema de O Filho Eterno. Posso dizer que um dia comi pão-com-linguiça com Tezza, num churrasco do curso de Jornalismo. Isso há uns 10 anos. E ilustrei algumas colunas dele para a GP. O cara merece esse reconhecimento como um dos três grandes da literatura paranaense ( os outros são Dalton e Leminski, por supuesto), merece romper a fronteira conservadora e mesquinha que isola a província de Curitiba/Paraná do resto do Brasil. E eu sei o quanto é difícil escapar do campo magnético de rancor, falso-moralismo e animosidade que nos prende aqui.
2
Ando vendo filmes antigos, agora. Por exemplo, Como Roubar 1 Milhão de Dólares, de William Wyller, com Peter O´Toole e Audrey Hepburn tem lampejos de genialidade, mas para nós, que agora gostamos de filmes com o ritmo alucinante de Batman e 007, é difícil se reacostumar com o andamento da história. Mas não deixa de ser uma bela comédia româmtica de um tempo em que o cinema mostrava que a vida era legal e divertida.
Ontem vi O Adorável Mr. Deeds, do Frank Capra. Genial, mas com um final quase difícil de aguentar. Ainda assim, um belo filme. Hoje vou ver Pacto de Sangue, de Billy Wilder. Torcida por frio e chuvinha, para entrar no clima.

(Benett)

Você pode se interessar

Principais Manchetes

Receba nossas notícias NO CELULAR

WhatsappTelegram

WHATSAPP: As regras de privacidade dos grupos são definidas pelo WhatsApp. Ao entrar, seu número pode ser visto por outros integrantes do grupo.