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“produtividade alta”

Paranaense ganha concurso com pé de soja de 2 metros; veja como ele conseguiu

A planta possuía mais de 14 mil vagens, quase o dobro da segunda colocada

Nelson Kappes com o maior pé de soja já produzido no Brasil: 21.425 vagens e quase 3 metros de altura. |

Nelson Kappes com o maior pé de soja já produzido no Brasil: 21.425 vagens e quase 3 metros de altura.

  • Da Redação

O produtor Nelson Kappes - que é natural do Paraná, mas atualmente mora em Mato Grosso - resolveu levar a expressão “produtividade alta” ao pé da letra. Com um pé de soja de 2 metros de altura, ele faturou a edição 2017 do “Concurso do Pé de Soja Solteiro”, de Santa Carmem (MT).

A planta em questão possuía mais de 14 mil vagens, quase o dobro da segunda colocada. Agora, o paranaense acumula onze vitórias, das quais seis no próprio município e outras cinco em Laguna Carapã (MS).

Morador de Santa Carmem desde 1978, quando deixou Quatro Pontes (PR) para ganhar a vida no Centro-Oeste do Brasil, Kappes se especializou no cultivo não-comercial de pés de soja gigantes. Para isso, ele prepara o solo com adubação especial e aplica fungicidas e inseticidas, além de iluminar artificialmente a soja por até 130 noites, o que aumenta o ciclo da planta para 210 dias, ou seja, o dobro do convencional. Sobre os tratos culturais, ele revela que os galhos são amarrados a uma estrutura de madeira ao redor das plantas para suportar o peso dos grãos.

O feito que mais orgulha Kappes é ter produzido o maior pé de soja do Brasil. Em 2014, ele cultivou uma planta que rendeu 21.425 vagens e 2,90 metros de altura. Ele mantém a planta até hoje em uma caixa de vidro e madeira.

Kappes e a esposa Celíria moram numa área de 14 hectares e, como os cinco filhos optaram por seguir outros caminhos profissionais, o casal decidiu arrendar os 340 hectares da Chácara Sol Nascente, onde cultivavam soja e milho.

Nelson entende que a infraestrutura de Mato Grosso evoluiu bastante nos últimos 39 anos, período em que vive no estado, mas ele diz que é necessário avançar mais. “Além de melhores rodovias, é preciso ferrovias para escoar a produção até os portos.”

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