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Enviado por Rogerio Waldrigues Galindo, 17/09/14 4:41:21 PM

Caito

O deputado Caíto Quintana (PMDB) é o principal financiador da própria campanha de reeleição, segundo dados fornecidos por ele mesmo à Justiça Eleitoral. Ele doou R$ 39.500 para sua candidatura.

Até aí, nada demais. Muitos deputados investem dinheiro do próprio bolso pensando na reeleição. O curioso é que Caíto declarou no início da campanha que os R$ 500 mil que declarou ter em espécie em seu poder não existiam. E que eram um artifício para poder fazer declaração em seu nome de dinheiro doado por terceiros.

“Por que eu pus? Para que tenha dinheiro para justificar despesa de campanha. Acontece que eu não tenho R$ 500 mil. E se vierem me questionar de onde veio esse dinheiro, não veio, porque não existe’”, disse o deputado à reportagem da Gazeta do Povo.

 

Enviado por Rogerio Waldrigues Galindo, 17/09/14 3:34:04 PM

Ezequias

O secretário especial de Cerimonial e Relações Internacionais do governo Beto Richa (PSDB), Ezequias Moreira, continua se beneficiando da lentidão da Justiça brasileira. Réu em um processo pelo caso da “sogra fantasma”, ele esperou por quase um ano para saber se responderia em primeiro ou segundo grau pela acusação. Agora, o Tribunal de Justiça acaba de levar mais quatro meses para dar o passo seguinte e disponibilizar o acórdão com a decisão.

Ezequias estava à beira de uma audiência criminal importante em junho de 2013. Na ocasião, porém, o governador Richa decidiu promovê-lo ao primeiro escalão e garantiu a ele a possibilidade de pedir foro privilegiado na Justiça. A decisão sobre o habeas corpus saiu apenas em ao deste ano, garantindo que o julgamento passasse para o segundo grau.

Desde maio, porém, as únicas movimentações no processo, segundo o site do TJ, foram para coletar as assinaturas dos desembargadores que participaram do julgamento e a lavratura do acórdão. Andamento mesmo da ação, para fazer audiências, decidir sobre a data do julgamento ou algo assim, nada. Tudo indica que o caso ficará mesmo para o ano que vem.

Isso faz surgir outra dúvida. Caso seja reeleito, Richa nomeará Ezequias de novo? Ou deixará que o caso volte para a primeira instância? Até agora, a única resposta conhecida do governador é a de que seria arrogância querer montar o time antes de vencer a eleição. Portanto, resta esperar.

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Enviado por Rogerio Waldrigues Galindo, 17/09/14 2:27:04 PM
Imagem: Reprodução/internet.

Imagem: Reprodução/internet.

O senador Roberto Requião não compareceu à sabatina da Gazeta do Povo. Claro, tem todo o direito de ir ou de não ir aonde quiser. No dia da sabatina, disse que a dor na perna quebrada o impedia. Ok. Mas não é só isso. Por duas vezes, em eventos de campanha, havia avisado que não iria participar da entrevista. “Às vezes o debate é um cadafalso”, falou. Mesmo assim, sua assessoria, na semana que antecedia a sabatina, e já sabendo da fratura na perna, confirmou a presença dele. No dia, não foi.

É claro que não foi só pela perna: a reportagem se ofereceu até mesmo para mandar todas as pessoas até a casa do senador. Ele recusou. E no mesmo dia saiu para o interior e viajou por Cianorte, Umuarama e sabe-se lá mais onde com a perna na bota ortopédica. Até aí, faz parte do jogo. Não quer ir, não vai. E pronto.

No entanto, no domingo, indignado pelo fato de o jornal ter dito que ele não compareceu e por ter publicado as perguntas (sem resposta), Requião armou um pequeno carnaval na internet. Ao lado de um jornalista amigo, que lia as perguntas para ele, Requião disse que daria uma “sapecada” em cada uma das perguntas. Chamou as questões de “safadas”, “idiotas” e “furrecas”. E, claro, botou o seu galo de borracha no jogo, para “comentar” as perguntas. Fuóóóó!

Ainda assim, vá lá. Mas o que não se pode aceitar é que, para dizer que as perguntas são “safadas”, Requião tenha faltado com a verdade. Uma das questões, por exemplo, dizia quem em 2009, os telefones do Projeto Povo, segundo levantamento do jornal, não funcionavam. Requião disse, simplesmente, que em 2009 não era mais governador. Que o governador era Pessuti. Na verdade, Requião deixou o governo em 1.º de abril de 2010, um ano depois.

Confrontado com dados do Datasus, sistema oficial do governo federal, sobre segurança, disse que eram “informações sem credibilidade”. E disse que, ao responder as perguntas no conforto de sua “TV 15”, estava sendo transparente, como se fosse o equivalente a participar da sabatina no jornal. Ora, obviamente, não é.

Requião disse que Beto Richa se saiu mal na sabatina. Pode ser. Mas ele e Gleisi Hoffmann participaram do debate ao vivo, com pessoas experientes em sua área podendo contestar as respostas. Um debate. Uma entrevista. Uma sabatina. Ao fazer as perguntas serem lidas por um amigo e respondê-las sem poder ser contestado, Requião deixa claro que prefere evitar o debate sério, com direito ao contraditório.

Durante todo o tempo, Requião insistiu que o interesse da sabatina seria atacá-lo porque ele teria cortado verbas do jornal. Eis o pensamento de quem não aceita a contestação: se alguém não aceita sua versão, se não adula, se não baixa a cabeça, só pode ser vil, só pode ser por má fé. Por “Mamon”, como diz o senador.

Mas ele mesmo se contradisse ao afirmar que Richa deu dinheiro ao jornal e foi vítima da mesma “malcriação”, da mesma “canalhice” (uma malcriação e uma canalhice entrevistar um governador, vejam só). Os três candidatos foram tratados do mesmo modo. As perguntas, como qualquer leitor pôde ver, não eram para “facilitar” para alguém,. Eram questões importantes sobre a vida política e os projetos de cada um.

Requião usa o tipo de argumento que, classicamente, é o mais batido para evitar ter de fazer um debate sério. Desqualifica a pessoa. Rebate agredindo quem não está do seu lado. Ele já deixou claro como pensa. Amigo é amigo, e fdp é fdp, disse em uma entrevista. A imprensa não está aí para ser amiga de políticos. Portanto, no ideário de Requião, só lhe sobra um papel. É uma pena. Ele poderia optar pelo debate. Preferiu seu eterno solilóquio e a autopropaganda. Viva o galo Ezekias. Fuóóóó!

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Enviado por Rogerio Waldrigues Galindo, 17/09/14 11:38:44 AM

pedagio_4914

Os famigerados contratos de pedágio no Paraná estão se encaminhando para o final. Assinados em 1998, já vigiram por 16 anos. Faltam “apenas” nove para que sejam encerrados. Há vários caminhos possíveis a partir daí. As estradas podem voltar para o poder público (governo federal e governo do estado). Pode haver nova licitação. Ou o contrato pode ser prorrogado.

Gleisi Hoffmann disse durante a sabatina da Gazeta do Povo na semana passada que o atual governador do estado, Beto Richa, teria pedido à presidente Dilma Rousseff autorização para fazer desde já uma renovação do contrato com as pedageiras. Seria uma renovação antecipada, desde que as empresas aceitassem baixar o preço em 30%.

Beto Richa negou veementemente que isso tenha ocorrido. Disse que Gleisi não participou da audiência entre ele e a presidente e que ela não pode saber o que se passou lá. Gleisi em seguida, na ÓTV, disse que realmente não estava na audiência, mas que ouviu relatos dos colegas de ministério.

À beira da campanha, esse é um assunto de tremenda importância. Não só porque o pedágio é realmente caro e contestado pelos paranaenses, mas porque uma prorrogação pode levar o caso para 2048, se forem dados mais 25 anos de concessão. Richa negou, e portanto já há como cobrar caso algum governante anuncie medidas do gênero.

A renovação seria o pior caminho para o pedágio local por motivos econômicos. A desculpa do governo Lerner para implantar um pedágio tão mais alto do que os que são feitos hoje pelas concessões federais, é de que a economia da época era pior, mais instável, e era preciso oferecer taxas de retorno maiores para que os empresários se interessassem.

O modelo escolhido foi uma bênção para as pedageiras. Elas já tinham o lucro garantido, e só precisavam dizer quantos quilômetros de outras estradas não pedagiadas aceitavam em seu lote. Essa era a disputa. Claro: os juros da época eram bem maiores e valia mais a pena manter o capital no banco do que fazer investimentos.

Hoje, com a economia em outro patamar, certamente valeria a pena fazer outra licitação, que conseguiria preços bem mais baixos, como mostraram as concessões feitas pelo governo federal em tempos recentes.

No entanto, só quem pode confirmar quem está falando a verdade sobre a audiência entre Richa e Dilma é quem esteve presente. E todos, no caso, são partes politicamente interessadas… O mistério permanece.

Enviado por Rogerio Waldrigues Galindo, 17/09/14 11:12:11 AM

Lasier Martins é um comentarista conhecido da tevê no Rio Grande do Sul. Tão conhecido que tem chances reais, ao que parece, de se tornar senador pelo estado. No entanto, não importa o que ele faça, provavelmente o jornalista sempre será mais conhecido na internet por este vídeo acima. Ele está passeando pela Feira da Uva em Caxias do Sul e, ao pegar em um cacho, toma um choque que o derruba. Como sabemos, o (possível) futuro senador passa bem.

Enviado por Rogerio Waldrigues Galindo, 17/09/14 7:09:06 AM

Publicado na Coluna Caixa Zero, na Gazeta do Povo, nesta quarta-feira:

Um levantamento feito meio de brincadeira no blog que leva o mesmo nome desta coluna, o Caixa Zero, no site da Gazeta do Povo, coletou vários momentos em que o governador Beto Richa (PSDB) dizia estar surpreso com fatos que aconteceram no estado durante a administração dele. Era um jeito de mostrar que, assim como Lula sempre dizia não saber de nada, o governante local também tinha sua válvula de escape para os momentos em que se via colocado contra a parede. “Fui pego de surpresa” era a frase padrão para esses casos.

O post virou tema de campanha, com direito a piadinhas dos opositores, que tentaram emplacar o apelido de “Kinder Ovo” em Richa – o governador que sempre vem com uma surpresa. Para quem não está disputando nada contra o governador, no entanto, o que importa não é se isso pode trazer dividendos eleitorais, e sim discutir o modo como se governa um estado. Mario Covas (um dos exemplos sempre citados por Richa) morreu de câncer no seu segundo governo em São Paulo. Até o final, porém, pedia que lhe informassem, diariamente, no hospital, a situação do caixa do estado.

Na sabatina da Gazeta do Povo, na semana passada, Richa soltou um turbilhão de dados sobre os quatro anos de seu governo. No entanto, quando confrontado com números diferentes dos que tinha na cabeça sempre tratou de desmerecer os dados. Exemplo? Os repórteres perguntaram sobre violência citando estatísticas do Datasus. Richa reagiu dizendo que não conhecia os números, e que confiava nos da secretaria. Ora, o Datasus é o sistema nacional e oficial de informações sobre saúde e mortalidade.

Num outro momento, falando de educação, Richa tentava explicar o motivo de o Paraná ter perdido cinco posições no Ideb, o índice de monitoramento e avaliação do ensino básico no país. Acabou dizendo que a Secretaria de Educação discordava da metodologia usada. Foi lembrado pela jornalista Bruna Maestri Walter que, quando prefeito de Curitiba, sempre se vangloriou de ter colocado a cidade por três anos como líder do mesmo ranking. Disse que isso ocorreu três vezes seguidas (o que diminuiria a chance de erro, imagina-se). O colunista Celson Nascimento lembrou-o de que a atual avaliação veio igualmente após três anos de governo.

Em outro ponto ainda, falando sobre o eterno calo em seu secretariado – a permanência de Ezequias Moreira, o homem da sogra fantasma, no primeiro escalão – Richa perguntou como poderia saber que ele estava a uma semana da audiência que poderia tê-lo condenado criminalmente no momento em que o nomeou secretário, dando a ele foro privilegiado. Os jornalistas informaram que a data da audiência era pública. “Ah, estava marcada? Está bom”, disse Richa.

Em certo momento, Richa fez algo ainda mais curioso. Grande fã de rankings e números, o governador contestou dados concretos sobre investimento sem citar outros números que lhe favorecessem. Disse que o melhor era esquecer os dados e “ver a realidade” nos municípios do interior.

É claro que a máquina pública de um estado como o Paraná é imensa, e ninguém tem como acompanhar tudo ao mesmo tempo. Mas nem que seja para o debate de ideias, não é possível ficar desqualificando números e informações que sejam negativas para a gestão. Assim, só se empobrece a conversa, que fica reduzida a mera propaganda de todos os lados.

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Enviado por Rogerio Waldrigues Galindo, 16/09/14 5:21:35 PM

Assim como o blog fez com os deputados estaduais, aqui vão os livros favoritos dos deputados federais paranaenses que participaram do Candibook. Assim você pode conhecer melhor os candidatos à reeleição deste ano. (A propósito, alguém consegue identificar esse livro citado pelo Homero?)

Alex Canziani (PTB)Refém na Mesa de Negociações, George Kohlrieser

André Zacharow (PMDB)Bíblia

Angelo Vanhoni (PT)Fortuna Crítica – Porque Aquiles morreu?

Edmar Arruda (PSC)O Monge e o Executivo, James C. Hunter

Fernando Francischini (SD)Autismo: Esperança pela Nutrição, Claudia Marcelino

João Arruda (PMDB) - O povo brasileiro, Darcy Ribeiro

Hermes Parcianello (PMDB)O Senhor Embaixador, de Érico Veríssimo

Osmar Serraglio (PMDB)Rumo à cultura, Louis Riboulet

Rubens Bueno (PPS)Década Perdida – dez anos de PT no Poder, Marco Antonio Villa

Sandro Alex (PPS)A Arte da Prudência, Baltasar Graciá

Takayama (PR)Bíblia

Zeca Dirceu (PT)O Monge e o Executivo, James Hunter e 1808, Laurentino Gomes

Enviado por Rogerio Waldrigues Galindo, 16/09/14 4:31:40 PM
Gleisi Hoffmann. foto de André Rodrigues/Gazeta do Povo.

Gleisi Hoffmann. foto de André Rodrigues/Gazeta do Povo.

Todo mundo sabe que o mar não anda muito favorável à candidatura de Gleisi Hoffmann (PT) a governadora. A petista rema, rema e não parece que consiga aumentar sua rede de apoios. Isso faz levantar a seguinte questão: estaria ela apenas preparando caminho para uma nova candidatura daqui a quatro anos?

Parece fazer sentido. Caso o atual governador, Beto Richa (PSDB), seja reeleito neste ano, ele ficará inelegível daqui a quatro anos. Os demais candidatos óbvios ao governo, como Eoberto Requião (PMDB) e Alvaro  Dias (PSDB) estarão respectivamente com 78 e 74 anos. Quem mais estaria como bola da vez? Gleisi? Ratinho? Osmar?

No entanto, pelo menos por enquanto, o PT diz que não há qualquer manobra do gênero. “Entramos nesse campeonato para ganhar”, diz Jorge Samek. A própria Gleisi disse em entrevista à ÓTV que será exibida nesta terça `noite que não é esse o cálculo. Que quer pensar uma coisa por vez e que esta eleição, pelo menos por enquanto, é o que conta.

Enviado por Rogerio Waldrigues Galindo, 16/09/14 10:26:32 AM

plenario

Vamos supor que você queira saber um pouco mais sobre a Assembleia Legislativa que nós andamos elegendo aqui no Paraná. Saber o gosto literário dos deputados talvez ajude, não? Pois o Candibook, da Gazeta do Povo, ajuda nisso. E o blog ainda mastigou tudo para você.

No total, 28 dos atuais 54 deputados estaduais entregaram qual é seu livro favorito. Tem de tudo na lista. De Cortazar a autoajuda, passando por ficção menos, digamos, erudita. O único livro que se repete é a Bíblia, com nove citações. Veja os resultados.

Reinhold Stephanes Jr (PMDB) - Endurance: a lendária expedição de Shackleton à Antártida, Caroline Alexander

Jonas Guimarães (PMDB)Bíblia

Luiz Eduardo Cheida (PMDB) - Cachorros de Palha, John Gray

Teruo Kato (PMDB)O Monge e o Executivo, James Hunter

Caíto Quintana (PMDB)Bíblia

Cleiton Kielse (PMDB)Jesus, o maior líder que já existiu, Laurie Beth Jones

Plauto Miró Guimarães Filho (DEM)O mínimo que você precisa saber para não ser um idiota, Olavo de Carvalho

Elio Rusch (DEM) Imigração Alemã no Paraná – 180 anos, vários autores

Osmar Bertoldi (DEM)O Banqueiro dos Pobres, Muhammad Yunus

Nelson Luersen (PDT)Bíblia

André Bueno (PDT)As 48 Leis do Poder, Robert Greene

Douglas Fabrício (PPS) – Livros na área de Administração

Tercílio Turini (PPS) - Linha d’água, Almir Klink

Pastor Edson Praczyk (PRB)Bíblia

Wilson Quinteiro (PSB)Bíblia

Gilson de Souza (PSC)Bíblia

Leonaldo Paranhos (PSC)Bíblia

Ney Leprevost (PSD)A Eminência, Morris West

Marla Tureck (PSD)Deus está no controle, Max Lucado

Valdir Rossoni (PSDB)1889, Laurentino Gomes

Cantora Mara Lima (PSDB)Bíblia

Bernardo Carli (PSDB)Sonho Grande, Cristiane Correa

Adelino Ribeiro (PSL)Bíblia

Péricles de Mello (PT) - O Jogo da Amarelinha, Julio Cortázar

Tadeu Veneri (PT)Cem Anos de Solidão, Gabriel García Márquez

Professor Lemos (PT)Pedagogia do Oprimido, Paulo Freire

Elton Welter (PT)Política para não ser idiota, Janine Ribeiro Cortella

Rasca Rodrigues (PV)Abundância – o futuro é melhor do que você imagina, Peter Diamandis e Steven Kotler

Enviado por Rogerio Waldrigues Galindo, 16/09/14 9:01:53 AM

Nos últimos anos, virou uma nova tradição dos políticos paranaenses. O pai se elege deputado federal e logo resolve fazer dobradinha com o filho, que disputa para deputado estadual. Na última eleição, por exemplo, Abelardo Lupion (DEM), por exemplo, correu o risco de perder votos abrindo mão de outras dobradinhas para eleger seu filho, Pedro Lupion (DEM), deputado estadual. Agora, Lupion, o pai, se aposentou, e o filho segue como candidato a deputado estadual.

Veja cinco casos em que a “dobradinha pai-filho” ocorre nessas eleições.

Reinhold Stephanes Jr

Stephanes jr

Filho do deputado federal Reinhold Stephanes, o deputado estadual tenta seu terceiro mandato na Assembleia Legislativa. Nessa “dobradinha”, os dois foram pioneiros. Em 2000, Reinhold Jr se elegeu vereador, mas Reinhold pai achava que uma dobradinha em 2002 podia prejudicar a sua votação, por isso Junior precisou esperar até 2006 para sua primeira eleição estadual.

Hoje, aos 39 anos, ele continua afirmando que o político que mais admira é: Stephanes.

Maria Victoria Borghetti Barros

Maria Victoria

A candidata de 22 anos é filha da atual deputada federal Cida Borghetti (Pros), que virou candidata a vice na chapa de Beto Richa (PSDB). Mas também é filha de Ricardo Barros (PP), que já foi deputado federal e está tentando voltar ao mandato neste ano.

Maria Victoria, em entrevista ao Candibook, disse que os dois políticos que mais admira são… Adivinhou? Sim, Barros e Cida Borghetti.

Entre as principais propostas dela estão as escolas estaduais bilíngues. “O bilinguismo é um caminho que não tem como a gente desviar dele”, disse. E a candidata também defende a volta dos “estudos sociais”, provavelmente numa referência a disciplinas como Educação Moral e Cívica e OSPB, tiradas das escolas após o fim da ditadura militar.

Luiz Renato Hauly

Renato Hauly

Filho do deputado federal Luiz Carlos Hauly (PSDB), o candidato de 24 anos diz que um deputado precisa saber de todas as áreas. Mas, instado a eleger uma prioridade, diz que será a juventude. “Porque afinal de contas o futuro é nosso”, explica.

Uma pessoa que admira? Luiz Carlos Hauly.

Felipe Francischini

Felipe Francischini

Filho do deputado federal Fernando Francischini, o candidato tem 22 anos e, assim como todos os outros, espera seguir os passos do pai. Diz que aprendeu o que sabe vendo o pai prender bandidos e, depois, fazendo política.

Como os demais, também respondeu que um político que admira é o próprio pai. Mas colocou mais parentes na roda. Citou como as duas pessoas que admira as duas bisavós.

Maurício Thadeu de Mello e Silva

Requião filho

Filho do senador Roberto Requião, Maurício tem 35 anos e nunca havia disputado eleições antes. Agora, entrou na disputa pela Assembleia. Não faz uma dobradinha típica com o pai, que é candidato ao governo, mas faz campanha junto com o primo João Arruda, sobrinho de Requião.

Seu grande diferencial? Num governo do Requião o diferencial seria a liberdade de cobrar o governador, diz o candidato.

Uma curiosidade: embora use o nome de urna “Requião Filho”, Maurício não se chama Requião. Nem filho.

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