Blogs

Fechar
PUBLICIDADE

Caixa Zero

Enviado por Rogerio Waldrigues Galindo, 22/06/16 4:23:07 PM

O jornalista Herivelto Oliveira anunciou nesta quarta-feira que vai ser candidato a vereador pela primeira vez, depois de três décadas dedicadas ao jornalismo. Conhecido por sua passagem como repórter a apresentador na RPC, também passou pela RIC.

No post em que anunciou a candidatura, via Facebook, Herivelto conta que se filiou ao PPS. “No fim do ano passado me ocorreu uma ideia, que a princípio pareceu loucura: disputar as eleições deste ano, tentar uma vaga na Câmara Municipal. Quase o mesmo que passar de pedra a vidraça”, diz.

O PPS fez duas vagas para vereador em 2012, mas atualmente só ocupa a cadeira de Hélio Wirbiski. Paulo Rink mudou de partido no meio da legislatura e o PPS tenta colocar o suplente Diego Busse em seu lugar.

Siga o blog no Twitter.

Curta a página do Caixa Zero no Facebook.

Enviado por Rogerio Waldrigues Galindo, 22/06/16 2:32:37 PM
Buraco gigante na Carlos Gomes. Foto: Aniele Nascimento/Gazeta do Povo.

Buraco gigante na Carlos Gomes. Foto: Aniele Nascimento/Gazeta do Povo.

Misture campanha eleitoral com redes sociais e o que você tem é o aproveitamento imediato de qualquer fato na cidade para conseguir destruir o adversário. E, em Curitiba, ninguém tem usado tanto essa arma quanto o ex-prefeito Rafael Greca (PMN).

Nesta quarta, o buraco que se abriu na Carlos Gomes por causa das chuvas entrou rapidinho no Facebook do candidato. A cratera, segundo ele, teria sido formada por falta de manutenção nas galerias pluviais que passam por baixo da praça.

A prefeitura também apresentou a sua versão nas mídias sociais, dizendo que o volume de chuvas causou o problema e que todo o necessário para evitar maiores dramas para a população.

Siga o blog no Twitter.

Curta a página do Caixa Zero no Facebook.

Enviado por Rogerio Waldrigues Galindo, 22/06/16 11:11:03 AM
Sede do Nucria. Foto: Sesp.

Sede do Nucria. Foto: Sesp.

A garota negra que foi vítima de racismo dentro de um ônibus de Curitiba foi chamada pela Polícia Civil a prestar depoimento sobre o caso nesta quarta-feira, no Nucria. A Polícia Civil informou que foi aberto inquérito para apurar o caso.

A menina, de 15 anos, estava dentro de um Interbairros IV na última sexta-feira (17), quando um sujeito começou a xingá-la, chamá-la de macaca e a ameaçou de morte. Depois, ainda tentou agredi-la e cuspiu no rosto da menina.

O caso veio à tona quando a irmã mais velha dela foi ao Facebook denunciar. A família pede que os nomes não sejam divulgados. Além de relatar o drama da garota, a irmã disse também que a família precisou fazer uma peregrinação por delegacias sem conseguir atendimento.

Nesta terça, a Polícia Civil afirmou por meio de nota que abriu inquérito e que ouviria a vítima. A nota diz também que o Nucria “instaurou um procedimento interno para verificar o porquê o Boletim de Ocorrência (BO) não foi registrado na delegacia, sendo que qualquer delegacia policial pode ser registrado um BO por injuria racial”.

Siga o blog no Twitter.

Curta a página do Caixa Zero no Facebook.

Enviado por Rogerio Waldrigues Galindo, 22/06/16 10:47:37 AM

taxi-dc

Da coluna Caixa Zero, publicada nesta quarta-feira, na Gazeta do Povo:

De um jeito ou de outro, os taxistas iam reclamar do Uber. Faz parte: ninguém gosta de mais concorrência, ainda mais quando o seu competidor não precisa pagar as mesmas taxas, passar pelas mesmas burocracias e consegue com isso ser mais barato. Mas boa parte da culpa pelo clima hostil criado na cidade entre os motoristas dos dois serviços é do poder público.

A prefeitura de Curitiba sempre fez vistas grossas para o comércio de licenças de táxi. Qualquer um que converse cinco minutos com um taxista sabe que a maior parte das placas foi comprada – e não por qualquer dinheirinho. Muita gente investiu pesado para ter uma permissão, que na verdade deveria ser de graça.

Imagine qual seria a situação se os taxistas todos da cidade (são 3 mil carros com permissão para rodar) tivessem entrado no esquema gratuitamente, só comprando o carro. Chegando o Uber (caso ele venha a ser regularizado), bastaria o sujeito devolver sua licença à Urbs, fazer o cadastro no Uber (ou em algum outro concorrente) e tirar o alaranjado do carro. Sem prejuízo, estaria apto a escolher entre um sistema e outro.

A coisa toda muda – e muito – de figura quando o sujeito investiu a economia de uma vida na placa. E não é exagero: muita gente pagou mais de R$ 100 mil para ter o táxi – hoje, o preço está estimado em mais de R$ 140 mil (e, de novo, só a prefeitura parece não saber que as vendas continuam ocorrendo). Aí quando chega um concorrente, o que o sujeito vê é seu investimento ser ameaçado. Seu patrimônio. Seu capital.

Porque foi isso que os prefeitos deixaram que o táxi virasse. Em vez de um serviço, virou um ativo a ser vendido. Quando os taxistas ganharam as 750 novas placas na época da Copa, era comum ouvi-los dizer que ganharam uma aposentadoria. Estranho? Para a lógica que se deixou criar, não. O sujeito pode ficar em casa e deixar dois motoristas rodando, pagando a ele como se fosse dono de algo e não um permissionário.A leniência com a “pequena corrupção” que é a venda das placas gerou um serviço mais caro do que o necessário, uma categoria de “proprietários” de licenças que se sente no direito de cobrar proteção ao seu patrimônio e milhares de usuários infelizes com o serviço. Agora, além de tudo, gerou uma rivalidade que muitas vezes é hostil e perigosa com os motoristas do Uber.

A prefeitura atual herdou o problema, e poderá dizer que ajudou a resolvê-lo, dificultando a venda. Vá lá: hoje a Urbs em tese só aceita uma transferência de cada permissão e deixa claro que ela precisa ser feita sem custos, sem que haja dinheiro envolvido. Ora, não sejamos ingênuos. Quem é que vai entregar de graça o que pagou caro para ter? Se fosse para ser de graça, devolveria à Urbs. E quem garante que não foi feito pagamento por fora?

Se a Urbs se interessasse pelo assunto, rapidamente descobriria o que acontece no setor. Assim como descobriria que há centenas de carros do Uber rodando sem licença, sem fiscalização e com uma lei da Câmara que exige multa pela infração. Mas, por enquanto, continuamos fechando os olhos para a realidade.

Siga o blog no Twitter.

Curta a página do Caixa Zero no Facebook.

Enviado por Rogerio Waldrigues Galindo, 21/06/16 4:58:25 PM

pedagio_4914

Colaborou Euclides Lucas Garcia:

A Assembleia Legislativa aprovou em primeira votação dois projetos que dificultam a renovação dos contratos de pedágio das estradas paranaenses. Os dois projetos preveem que, caso o governo do estado deseje aumentar o período da atual concessão, será preciso passar primeiro pelo crivo dos deputados estaduais.

O projeto foi aprovado com 46 votos na Assembleia e com apoio da própria bancada governista. O líder do governo Beto Richa (PSDB) na Assembleia, deputado Luiz Claudio Romanelli (PMDB), afirmou que Richa deu aval ao voto pela aprovação e que teria afirmado que irá sancionar as leis, caso sejam aprovadas.

Os projetos são de autoria de Tercílio Turini (PPS) e de Douglas Fabrício (PPS) – atual secretário de Esporte e Turismo na gestão de Richa. As propostas agora precisam passar por mais duas votações na Assembleia antes de irem para sanção.

A renovação dos contratos, assinados em 1998 pelo então governador Jaime Lerner e com duração prevista até 2023, começou a ser discutida no fim da primeira gestão Richa. Ganhou corpo com o apoio de entidades do “setor produtivo”, que defenderam uma antecipação da renovação, desde que houvesse redução do preço.

A necessidade do aval da Assembleia não impede que os contratos venham a ser renovados ou que ocorram aditivos, já que Richa ainda tem maioria na Assembleia e poderia conseguir a aprovação. Mas torna o processo politicamente muito mais complexo.

Siga o blog no Twitter.

Curta a página do Caixa Zero no Facebook.

Enviado por Rogerio Waldrigues Galindo, 21/06/16 4:22:26 PM

rafael_greca_sabatina

A principal vantagem que Rafael Greca (PMN) poderá ter com a adesão de Luciano Ducci (PSB) à sua candidatura não tem muito a ver com o próprio ex-prefeito: tem a ver com a chance que Greca ganha de falar com a população.

Greca depende de sua retórica para ter qualquer chance na eleição. Até agora, com apoio apenas dos nanicos PMN e PTN, não tinha direito a quase nenhum tempo de tevê. Com o PSB, ganha 30 segundos (lembrando que os programas serão todos menores neste ano) e inserções.

Mais do que isso, as emissoras de televisão ficam obrigadas a convidar Greca para debates. Não que não fossem convidá-lo, mas a lei só torna obrigatória a presença de quem tem um número mínimo de deputados federais em sua coligação. Nos debates, Greca costuma ir bem e infernizar os adversários – assim como infernizou o próprio Ducci em 2012.

Siga o blog no Twitter.

Curta a página do Caixa Zero no Facebook.

Enviado por Rogerio Waldrigues Galindo, 21/06/16 1:49:13 PM
Foto: Maurício Cheli/SMCS.

Foto: Maurício Cheli/SMCS.

Uma garota negra de 15 anos foi vítima de racismo dentro de uma linha de ônibus de Curitiba. O agressor xingou a garota, fez ameaças e tentou agredi-la fisicamente. Quando não conseguiu – porque seus amigos impediram – cuspiu no rosto da menina.

Leia mais: Após, peregrinação de vítima, polícia abre inquérito para apurar o caso

A garota, que não vai ter o nome divulgado por que a família pretende poupá-la de mais constrangimentos, estuda no Colégio Estadual do Paraná. No curso técnico de edificações, passou a sexta-feira em um canteiro de obras. Na volta para casa, na região sul, pegou o Interbairros IV.

Segundo a irmã mais velha, uma assistente de negócios de 21 anos, o agressor subiu no ônibus na altura do Fazendinha. “Ela estava de fone de ouvido e só percebeu que tinha alguma coisa errada quando as pessoas começaram a se afastar. Tirou o fone e começou a ouvir o que ele estava dizendo.”

Segundo o relato, o agressor, ainda não identificado, chamou a menina de macaca, perguntou se ela estava sem roupa (ela usava uma jaqueta preta) e começou a ameaçá-la, dizendo que esperava uma nova guerra mundial em que pudesse matá-la. Segundo a irmã, não parecia que o homem estivesse bêbado ou drogado. “Parecia que ele estava com um uniforme de trabalho.”

Nenhum passageiro teria se oferecido para ajudar, fora pelos quatro amigos da garota que estavam no mesmo ônibus. “Quando ele ameaçou bater nela, eles entraram na frente. Ele acabou cuspindo na minha irmã”, conta a assistente de negócios.

Segundo ela, foi o primeiro caso de racismo violento por que a família passa, desde que os pais se mudaram do norte do estado para Curitiba. “Sempre tem bullying, brincadeiras de mau gosto, mas nada parecido.” A menina de 15 anos, segundo a irmã, pela primeira vez acordou sem chorar nesta terça-feira.

Desde então, a família fez uma peregrinação por várias delegacias. Agora, procurou o Ministério Público, que prometeu apurar o caso.

Siga o blog no Twitter.

Curta a página do Caixa Zero no Facebook.

Enviado por Rogerio Waldrigues Galindo, 21/06/16 11:30:54 AM

O Superior Tribunal de Justiça (STJ) vota nesta semana um caso do Rio Grande do Sul em que médicos foram pegos cobrando de pacientes do SUS. Na Justiça gaúcha e no Tribunal Regional Federal os 14 médicos foram condenados por improbidade administrativa. O que o STJ deve decidir agora é se a improbidade se aplica a este caso.

Os médicos, segundo a acusação, faziam um conluio  para cobrar de pacientes que deveriam ser atendidos de graça no Hospital de Caridade de Ijuí, no Rio Grande do Sul. O caso é de 2001, mas só agora, 15 anos depois, pode gerar alguma jurisprudência em Brasília para punir possíveis outros casos no país.

Siga o blog no Twitter.

Curta a página do Caixa Zero no Facebook.

Enviado por Rogerio Waldrigues Galindo, 21/06/16 10:40:52 AM
Osmar Serraglio. Foto: Fabio Pozzebom/ABr.

Osmar Serraglio. Foto: Fabio Pozzebom/ABr.

Presidente da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara dos Deputados, Osmar Serraglio (PMDB-PR) tem uma missão espinhosa para os próximos dias. A CCJ deve receber nesta semana o processo que pede a cassação de mandato de Eduardo Cunha (PMDB-RJ). A primeira tarefa de Serraglio será indicar um relator.

Em princípio, a escolha parece fácil: há 66 deputados na comissão. “Mas não posso escolher ninguém do Rio de Janeiro nem de algum partido que tenha participado de blocos com o PMDB.” Além disso, Serraglio diz que não quer alguém “muito pirotécnico” para a função. Sobra alguém?

Quanto à chance de aprovação da cassação na CCJ, Serraglio diz apenas que a situação de Cunha “é muito difícil”. Mas “muito difícil” não quer dizer “impossível”…

Siga o blog no Twitter.

Curta a página do Caixa Zero no Facebook.

Enviado por Rogerio Waldrigues Galindo, 20/06/16 6:01:24 PM

UFPR

A disputa pela reitoria da Universidade Federal do Paraná terá apenas duas chapas. Uma de Exatas. Outra do Direito. A terceira chapa que era esperada, e que teria o atual vice, Rogério Mulinari, como candidato, acabou não sendo inscrita.

O diretor do setor de Ciências Jurídicas, Ricardo Marcelo da Fonseca, já vinha se apresentando como candidato há algum tempo. Sua vice será Graciela Muniz. Ricardo Marcelo esteve no noticiário recentemente por ter tido uma disputa pública com o deputado federal Fernando Francischini em função de um curso para assentados.

A outra chapa tem como candidato o professor Marcos Sunye, atual diretor do Setor de Exatas. Formado em Ciência da Computação, o professor tem Andrea Caldas na vice. O mandato é de quatro anos e tem direito a voto alunos, professores e técnicos.

Siga o blog no Twitter.

Curta a página do Caixa Zero no Facebook.

Páginas12345... 556»
Este é um espaço público de debate de idéias. A Gazeta do Povo não se responsabiliza pelos artigos e comentários aqui colocados pelos autores e usuários do blog. O conteúdo das mensagens é de única e exclusiva responsabilidade de seus respectivos autores.
Buscar no blog
Acompanhe a Gazeta do Povo nas redes sociais