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Enviado por Rogerio Waldrigues Galindo, 28/07/16 5:06:38 PM
Angelo Vanhoni. Foto: Albari Rosa/Gazeta do Povo.

Angelo Vanhoni. Foto: Albari Rosa/Gazeta do Povo.

O ex-deputado federal Angelo Vanhoni se ofereceu para ser candidato a vereador pelo PT curitibano. A ideia é ajudar o partido a tentar se reconstruir depois do escândalo da Lava Jato e do processo de impeachment de Dilma.

“Ainda estamos conversando, não tem nada definido. Mas é preciso que o PT faça um esforço, bote seus melhores quadros para ajudar neste processo”, diz Vanhoni, que hoje está como suplente em Brasília.

Candidato a prefeito de Curitiba por duas vezes, Vanhoni chegou ao segundo turno em duas delas – em 2000, contra Cassio Taniguchi, e em 2004, contra Beto Richa. “Acho que ainda tenho uns votos que sobraram por aí”, brinca o ex-deputado.

Hoje o PT tem a menor bancada do partido em quase três décadas na Câmara, com apenas uma vereadora, Professora Josete. Pedro Paulo e Jonny Stica, os outros dois que se elegeram pela legenda, debandaram para o PDT depois da lava Jato.

Vanhoni diz que também está havendo conversas para resgatar antigos quadros do partido, fundadores do PT, para que disputem a eleição deste ano. No mesmo processo, o deputado Tadeu Veneri será o candidato a prefeito.

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Enviado por Rogerio Waldrigues Galindo, 28/07/16 3:10:28 PM

Uma daquelas curiosidades que podem ajudar a entender como anda (ou não anda) a política curitibana. Pelo andar da carruagem, a eleição de outubro pode em certa medida repetir a de 1992.

Naquele ano, Rafael Greca teve Fruet como seu principal adversário na disputa pela prefeitura – mas o Fruet da época era Maurício, pai do atual prefeito. No debate acima, os dois se digladiam como principais candidatos que eram.

Greca levou a eleição no primeiro turno, com pouco mais de 320 mil votos. Fruet, num segundo lugar distante, precisava de mais 40 mil votos para levar tudo para o segundo turno. Não deu para ele.

Em terceiro lugar ficou Luciano Pizzatto, na época do PFL e hoje também candidato pelo PRTB. O governador era Roberto Requião, pai do hoje candidato Requião Filho (PMDB).

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Enviado por Rogerio Waldrigues Galindo, 28/07/16 1:54:42 PM
Laudivio Carvalho, autor da proposta. Foto: Luis Macedo/Ag. Câmara.

Laudivio Carvalho, autor da proposta. Foto: Luis Macedo/Ag. Câmara.

A comissão de Segurança Pública e de Combate ao Crime Organizado da Câmara dos Deputados decidiu que policiais condenados por torturar pessoas não precisam ser expulsos da corporação. O projeto segue agora para a CCJ e, se passar, vai ao Senado.

Os deputados da comissão acreditam ser uma injustiça que haja a demissão imediata, mesmo após a condenação.

“Não se defende a não condenação do agente de estado que cometa tortura ou o não perdimento do seu vínculo. Mas a isonomia com os apenados pela lei geral penal, relativamente aos efeitos secundários da condenação”, disse Laudivio Carvalho (SD-MG), autor da proposta.

“Com isto, iremos eliminar do nosso sistema jurídico, uma grande injustiça que recai, especialmente, nos ombros dos profissionais de segurança pública”, diz o deputado.

Pelo projeto, condenações a até quatro anos de cadeia não levarão mais imediatamente à perda do cargo ou patente, muito menos à expulsão. Mesmo se o agente público for condenado a uma pena maior, o processo administrativo ainda será necessário.

Num país que tem tantos casos de tortura e de violência policial, obviamente este tipo de projeto só virá a aumentar a truculência da PM e das carceragens da Polícia Civil.

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Enviado por Rogerio Waldrigues Galindo, 28/07/16 12:11:29 PM

Gustavo_Fruet

O PRB, partido ligado à Igreja Universal do Reino de Deus, fechou com Gustavo Fruet (PDT). Na semana passada, o partido chegou a ser anunciado (inclusive por este blog) como estando na coligação de Rafael Greca (PMN), mas isso acabou não acontecendo.

O PRB tem uma bancada federal de 21 deputados, o que dará a Fruet o segundo maior tempo na tevê no horário eleitoral gratuito, atrás apenas de Greca. Mas no estado, o partido tem pouco peso (nenhum federal, dois deputados estaduais e nenhum vereador).

curiosamente, o PRB foi o partido que mais bateu em Fruet nos últimos anos, com o único vereador que tinha, o Pastor Valdemir Soares. No entanto, o vereador foi pego em flagrante fraudando um voto na Câmara e se mudou para Manaus.

Assim, o que resta definir na chapa de Fruet é a vice. Dos cinco partidos, parece que três têm alguma chance. O próprio PDT já tem a cabeça de chapa. E dificilmente alguém da Universal levaria a vaga.

O PTB e o PV têm chances, embora na capital, tenham pouca força. O PPS parece ser o partido de mais peso em Curitiba, até por ter Rubens Bueno, que chegou a ser cotado como pré-candidato. Caso venha do PPS, o candidato poderia ser o único vereador da legenda hoje, Hélio Wirbiski.

Leia mais:

Tempo de tevê menor acirra “feirão” de coligações

Richa e DEM fecham apoio a Rafael Greca

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Enviado por Rogerio Waldrigues Galindo, 28/07/16 11:30:57 AM

Francischini

O deputado federal Fernando Francischini pode desistir de sua candidatura a prefeito nos próximos dias. Pré-candidato pelo Solidariedade, o ex-secretário de Segurança Pública deve decidir o que fará até o próximo dia 4, quando o partido faz sua convenção.

Segundo Felipe Francischini (SD), que é filho do pré-candidato e também deputado estadual, o partido hoje tem 50% de chance de ter candidato próprio. “Vamos basear nossa decisão em uma pesquisa de opinião e também no rumo do partido para 2018.”

Francischini (o pai) está fora do país no momento, em viagem aos Estados Unidos para tratamento de seu filho mais novo. Segundo o partido, ele volta no dia 1.º, três dias antes da convenção.

Mas se não tiver candidato próprio, com quem o Solidariedade vai? “Ainda não conversamos com ninguém. Mas tem algumas opções: Greca, Leprevost e Maria Victoria”, diz Felipe Francischini.

O Solidariedade tem 15 deputados federais, o que garante alguns segundos a mais de tempo de tevê para o partido escolhido.

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Enviado por Rogerio Waldrigues Galindo, 27/07/16 6:56:35 PM
Foto: Jonathan Campos/Gazeta do Povo.

Foto: Jonathan Campos/Gazeta do Povo.

A comoção começou cedo. Desde que a palestra de José Mujica foi anunciada, havia gente em Curitiba meio em transe. Os próprios números mostram isso: em 24 horas, sete mil inscritos. O pequeno auditório da APP, para 500 pessoas, acabou servindo só para a entrevista coletiva. A palestra foi para o Círculo Militar, com capacidade para 3,5 mil lugares.

Quem ficou de fora chiou. Reclamou-se dos critérios de seleção. Quem conseguiu o ingresso comemorava nas redes sociais. Parecia a vinda de um astro do rock – uma comparação esquisita para um senhor idoso, gordinho cujas fotos mais famosas mostram-no de pés em sandálias, unhas em estado um tanto deplorável e que faz questão de dirigir ainda o mesmo Fusca.

Mas o “presidente mais pobre do mundo” é mesmo um astro pop. Sua viagem a Curitiba foi marcada pelo estrelato desde o voo de São Paulo. A quantidade de fãs fazendo fila para as fotos ao lado do ícone da esquerda sul-americana chegou a atrasar o desembarque. Gentil, Mujica esperou – assim como tiveram que esperar os demais passageiros. Às 20h00, pouco mais, desembarcou em Curitiba.

A primeira parada, para comer, foi no premiado restaurante (de aparência modesta, mas  boa comida) Limoeiro. A música foi desligada para que todos pudessem ouvir o senador, que falava baixo, cansado, junto com a esposa. Não eram só militantes. Eram fãs desse estranho monge que chegou à presidência septuagenário e que se recusou a abrir mão dos velhos hábitos.

Na coletiva de imprensa no dia seguinte, repetiria seu velho adágio de que é preciso expulsar da política os que “gostam demais de dinheiro”. “O político tem que viver nas condições em que a maioria do povo vive. E não como a minoria aristocrática.” Pode-se criticá-lo por outras coisas – mas não por hipocrisia – ele vive o que prega.

Na palestra, a esquerda curitibana se encontrou. O senador Requião e o deputado Tadeu Veneri estavam lá. Mujica, porém, não quis fazer propaganda para ninguém. Mas na maior parte eram militantes. E aguerridos. A representante do movimento negro, ao microfone, aproveitou para passar um sabão nas feministas que não se ocuparam da causa. “Isso é racismo!”, acusou.

Pepe Mujica não decepcionou a plateia. Falou por 40 minutos. Sobre ideologia. Sobre consumismo. Sobre como as mídias digitais podem ajudar num projeto de esquerda. Sobre s males do dinheiro. Sobre a América Latina. Sobre futuro. Sobre militância. A plateia, que começou e terminou o evento aos gritos de “Fora Beto Richa”, não podia gostar mais.

Na coletiva de imprensa, último compromisso de Mujica antes de entrar num novo avião, provavelmente para mais fotos e selfies e autógrafos, o ex-presidente chegou cansado. Com sua calça jeans e o casaco para protege-lo do frio de Curitiba, chegou ao lado da esposa, a também senadora Lucía Topolanski.

Houve tempo para apenas quatro perguntas. Duas sobre política internacional, uma sobre educação e outra sobre eleições no Brasil. Vinte e dois minutos para a imprensa tentar conseguir algumas citações. E citações não faltaram.

Acostumado a ser questionado sobre tudo o tempo todo, Mujica mal precisava pensar para falar. A cada questão, era como se buscasse em algum escaninho de sua cabeça branca a resposta para aquilo, o discurso que já tem elaborado. E, cadenciado, se explicava em frases simples o que, apesar de já ter sido dito mil vezes – por ele e por outros – curiosamente empolgava até os profissionais.

É preciso não reduzir a política a uma mercadoria.

Depois de libertar o oprimido é preciso libertar o opressor.

É preciso aprender a conviver com a diferença.

Os benefícios da educação.

Não parecia ser qualquer novidade o que empolgava – até pelo contrário. O encanto de Mujica parece estar no fato de que ele reafirma alguns princípios que são caros a essas pessoas com certa autoridade – a autoridade de um ex-Tupamaro, de um presidente que fez reformas que muita gente queria ver implantadas aqui, e principalmente com a autoridade de alguém a que chegou ao poder sem se desapegar de seus ideais.

O poder de pop star de Mujica vem do fato de ele ter tido o poder sem ter se encantado por ele, sem ter tentado viver como um pop star.

Cansado, Mujica falava o que sempre diz. E fez o que sempre faz: reafirmou seu credo. Na primeira fila, sua esposa, igualmente cansada, fechava os olhos, prestes a sonhar enquanto o marido atendia por mais alguns minutos os repórteres – ela também seria assediada para fotos, claro.

Depois da última pergunta, tempo encerrado, ainda houve mais uma última tietagem. Dessa vez, dos próprios jornalistas – selfies e até um pedido para que ele assinasse uma camisa da seleção de futebol do Uruguai.

Uma fotógrafa apressada, preocupada com o voo de Mujica, gritava a cada cinco segundos: ‘Próxima!”, “Deu!”, fazendo a fila andar para que mais fãs entrassem no quadro, prontos a postar a imagem no Facebook. Mujica, quase como os cavalinhos que os lambe-lambes usam, ficava ali parado, extenuado, tamborilando no joelho como único sinal de impaciência.

Na saída, cheguei perto do senador e enquanto ele andava para a porta, fiz a única pergunta que me encomendaram. “Pergunta se ele gosta de Bach.” “Por quê?” “Porque se ele for boa gente como dizem tem que gostar de Bach!”

– Senador, o que o senhor gosta de ouvir?

– Tango!

– E música clássica: Bach, Beethoven?

– Sim! Bach, Beethoven. E Brahms.

Foi a última pergunta. Um aperto de mãos e lá se foi ele rumo ao aeroporto, não num Fusca, mas numa Duster. Atrás dele, um menino, sessenta anos mais jovem do que Mujica, andava para ir embora também. “Estou tremendo…”, dizia para o amigo.

Não é fácil entender por que, mas um sujeito de 81 anos, que calça chinelos, nem é mais presidente e ouve Brahms fez boa parte da cidade correr até dele. E até mesmo tremer.

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Enviado por Rogerio Waldrigues Galindo, 27/07/16 6:07:27 PM

O governador Beto Richa (PSDB) ainda não confirma em público a aliança com Rafael Greca (PMN). Nesta terça, depois que o acordo tinha sido revelado, Richa deu uma entrevista afirmando que nada ainda estava fechado.

No entanto, um convite eletrônico para a convenção do PMN, marcada para este sábado, está sendo distribuído pelo PSDB. O texto fala que no dia será homologada a candidatura de Greca. Ate o momento, o texto tem circulação apenas interna.

No PSDB, a informação sobre o acordo é confirmada, embora ninguém se pronuncie oficialmente. O anúncio formal deverá vir só depois da confirmação da vice e de se resolverem algumas arestas na coligação.

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Enviado por Rogerio Waldrigues Galindo, 27/07/16 1:57:37 PM
Luciano Ducci. Foto: Antonio More/Gazeta do Povo.

Luciano Ducci. Foto: Antonio More/Gazeta do Povo.

Menos de 24 horas depois de Rafael Greca (PMN) ter conseguido o apoio de Beto Richa (PSDB) para a sua candidatura, surgiram os primeiros problemas na coligação. Aparentemente, Greca teria prometido a vice para dois partidos diferentes.

O primeiro acordo foi com o PSB, de Luciano Ducci. O acordo previa que a vice ficasse com José Antônio Andreguetto. Esse foi um dos fatores que levaram Ducci a desistir da candidatura própria e apoiar Greca.

Nesta terça, no entanto, para conseguir o apoio de Richa, Greca prometeu a mesma para o PSDB. O posto iria para Eduardo Slaviero Pimentel, pupilo predileto de Richa. Como dois corpos não ocupam o mesmo lugar numa chapa, surgiu a disputa.

Até onde se sabe, Ducci, que estava na fazenda da família no Mato Grosso, ficou furioso com Greca e ameaçou sair da coligação. O PSB ainda não fez sua convenção e há um pré-candidato interno, Stephanes Jr..

“Agora o governador que tem que acalmar o Ducci”, disse um aliado dos dois. A disputa interna foi o que teria levado Richa a não querer confirmar o acerto entre as partes nesta terça: ele pode querer primeiro apaziguar as trincheiras internas.

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Enviado por Rogerio Waldrigues Galindo, 27/07/16 12:45:53 PM

Um mal entendido – para a CNI, não passou disso. O presidente da principal confederação patronal da indústria brasileira nunca falou que queria elevar a carga horária dos trabalhadores brasileiros. Muito menos para oitenta horas, como se divulgou: ele estava apenas citando o exemplo da reforma trabalhista francesa (com que objetivo, se não era para pedir o mesmo aqui, nunca ficou claro).

De fato, Robson Andrade nunca falou nas 80 horas. Mas o mal entendido só aconteceu porque há muito a CNI e suas coirmãs vêm dizendo aqui e ali que é preciso flexibilizar as leis trabalhistas brasileiras. Sempre com o argumento de que a produtividade precisa aumentar. De que não somos competitivos porque a lei impede que nossas empresas tenham condições de superar relações antiquadas de trabalho que nos mantêm num grau menor de desenvolvimento.

O aumento da carga horária na França (para 60 horas e só em casos excepcionais, ao contrário do que a CNI quis fazer parecer) não saiu meramente da cabeça de jornalistas. Está no ar. E quem o pôs em discussão foi justamente esse discurso das leis proibitivas.

Para quem cai nessa conversa, valeria a pena ler Economia: Modo de Usar, do professor Ha-Joon Chang, de Cambridge. Nele, o mito das horas trabalhadas é atacado de dois lados. Primeiro, para rebater a história de que certos povos são mais preguiçosos (ah, os velhos preconceitos…).

Chang mostra que os países desenvolvidos hoje têm carga horária menor do que o antigo (será mesmo antigo?) terceiro mundo. Na sua Coreia do Sul nativa, por exemplo, onde o limite é muito mais alto do que na Europa, trabalham-se 42 horas. Menos do que no México, por exemplo.

“Esses números revelam que os estereótipos culturais das pessoas que trabalham pesado e das que não o fazem frequentemente estão completamente equivocados”, diz o professor. “Os mexicanos, vistos como os arquetípicos ‘latinos preguiçosos’ nos Estados Unidos, na verdade trabalham por mais tempo do que as ‘formigas trabalhadoras’ coreanas.”

Segundo o economista, esses mitos surgiram porque realmente em algum momento do passado países europeus tinham cargas horárias altas. Mas conforme a produtividade foi aumentando com a tecnologia e a mecanização, os trabalhadores foram tendo sua vida facilitada.

Mas há outra explicação, diz ele. “As pessoas muitas vezes se enganam ao crer que a pobreza é o resultado da preguiça e assim automaticamente presumem que as pessoas em países pobres são mais preguiçosas. Mas o que torna essas pessoas pobres é a baixa produtividade delas, o que raramente é culpa delas.”

E de quem é a culpa? Começa por entender que fatores aumentam a produtividade de fato. “O que é mais importante para determinar a produtividade nacional é o capital que o país tem em equipamentos, tecnologias, infraestrutura e instituições, que são coisas que na verdade os pobres não podem fornecer por conta própria. Então, se alguém tem que levar a culpa, são os ricos e os poderosos em países como a Grécia e o México, que têm controle sobre esses fatores determinantes da produtividade mas fizeram um mau trabalho ao não fornecê-los em quantidade e qualidade suficientes.”

Enviado por Rogerio Waldrigues Galindo, 27/07/16 12:29:51 PM
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Fruet e Richa juntos: esta imagem você não vai rever em 2016.

 

Em entrevista à rádio Banda B na manhã desta quarta-feira, o prefeito Gustavo Fruet (PDT) deu a entender que não se preocupa com a aliança entre Beto Richa (PSDB) e Rafael Greca (PMN) para as eleições deste ano.

Sabe-se que Fruet disputou com Greca até o último momento o apoio de Richa. Perder. Mas agora, como na fábula da raposa e das uvas, diz que nunca esteve interessado em “grandes coligações”. Discurso bem diferente do de sábado, quando cogitou aliança com o PSDB.

“A minha eleição será direta com o povo. Nunca me preocupei em buscar grandes alianças, porque esse é o modelo de política que já não se aceita. Estou vendo desinformação e apostas em alianças que não existem. As pessoas vão saber ao final do prazo, no dia 6, como foram montadas as alianças, quais os interesses estão envolvidos e também o que representam elas em ganho político, contradição e falta de ética”, disse à rádio. Veja o texto todo da Banda B aqui.

Com a aliança, Greca passou a ter o maior tempo de tevê entre os candidatos à prefeitura de Curitiba e reconstruiu o lernismo que o elegeu para o cargo em 1992.

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