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Enviado por Rogerio Waldrigues Galindo, 19/09/14 3:53:00 PM

Para quem se interessa por estudar teoria política, o programa de pós-graduação em Ciência Política da Universidade Federal do Paraná tem um belo evento na semana que vem. “Força, lei e dominação: faces da teoria política” acontece de quarta a sexta-feira no Edifício D. Pedro I da Reitoria, na sala 914. A entrada é gratuita e os eventos começam sempre às 19 horas.

Segue abaixo a programação:

24 de setembro [quarta]
Renato Perissinotto: Por que e como estudar o poder?
Pedro de Medeiros: E. Goffman e a política da performance.
Comentador: André Duarte

25 de setembro [quinta]
Karla Gobo e Ana Paula Krueger: Morte e vida da teoria política
Alexsandro Pereira: O poder nas Relações internacionais
Gustavo Biscaia de Lacerda: Positivismo, violência e política.
Comentador: Renato Perissinotto

26 de setembro [sexta]
Carla Almeida e Ligia Granado: Gênero, liberdade e críticas feministas
Horacio Martínez: C. Mouffe e a democracia radical
Vera Chueiri Dworkin, Direito, justiça, raposas e porcos espinho
Debatedora: Maria Isabel P. Limongi

Mais informações José Szwako pelo e-mail zeszwako@hotmail.com.

Enviado por Rogerio Waldrigues Galindo, 19/09/14 12:55:33 PM

 

Lerner2

O ex-governador Jaime Lerner deve soltar nota nesta sexta-feira comentando a parte que lhe toca da decisão da Justiça Federal condenando Alberto Yousseff, o famoso doleiro do caso Lava Jato, por crimes anteriores. Na decisão, o juiz Sérgio Moro afirma que R$ 1,5 milhão de recursos do Banestado teriam seguido de maneira ilícita para a campanha de reeleição de Lerner para o governo do estado, em 1998.

Segundo pessoas próximas ao ex-governador, na nota Lerner dirá que a responsabilidade pelas contas de sua campanha eram do comitê financeiro. E que toda a prestação de contas de sua campanha de reeleição foi aprovada pela Justiça Eleitoral. A nota deverá ser simples e curta.

A avaliação do grupo de Lerner é de que o caso, com a novidade da decisão contra Youssef, não deverá trazer problemas jurídicos para o político, que está aposentado. Como já tem 16 anos, o caso já teria prescrito, mesmo que alguém decida iniciar algum procedimento legal para investigá-lo. No entanto, a avaliação é de que a situação traz, sim, aborrecimentos e piora a imagem do ex-governador.

Enviado por Rogerio Waldrigues Galindo, 19/09/14 12:10:03 PM

E os juízes que recebem o auxílio-moradia mas não podemos saber quem são? O Tribunal de Justiça se recusa a divulgar nomes de quem tem o benefício. Portanto, eles seriam os “beneficiários do auxílio-moradia anônimos”?

Surgem algumas dúvidas. Existe um grupo dessas pessoas? Eles se reúnem regularmente? E como serão as reuniões? “Eu sou Fulano de Alencastro Guimarães Neto e recebo auxílio moradia”, começa um. Os outros aplaudem e ouvem seu depoimento…

Enviado por Rogerio Waldrigues Galindo, 19/09/14 11:33:32 AM

Richa3

Sempre que foi confrontado, até aqui, com o caso da sogra fantasma, o governador Beto Richa (PSDB) tem a mesma saída: diz que Ezequias Moreira, seu chefe de gabinete, empregava a sogra não no gabinete dele da Assembleia, mas na Administração do Legislativo. Ou seja: Richa, como deputado, podia cuidar apenas de seu quintal, e não do que o seu funcionário fazia fora de lá.

Dessa vez, porém, a coisa ficou um pouco mais complicada para o governador. O Ministério Público, segundo informa reportagem de Guilherme Voitch na Gazeta do Povo desta sexta-feira, abriu investigação para apurar indícios de que havia funcionários fantasmas dentro do próprio gabinete de Richa. Aquilo que ele sempre negou.

Claro que não há nada definitivo por enquanto. Trata-se apenas de uma investigação. Mas certamente dará munição para que os adversários questionem a conduta de Richa e de seus aliados nesta reta final de primeiro turno. O governador, de fato, teria de se explicar neste caso, já que, segundo o MP, as investigações dessa vez são do lado de dentro do gabinete.

Por outro lado, a assessoria do governador levanta um ponto importante na mesma matéria da Gazeta. Por que só agora os fatos vêm à tona, faltando menos de 20 dias para uma eleição importante? As investigações vêm desde 2007, e parece no mínimo curioso o momento em que os promotores decidiram dar visibilidade ao caso.

Isso não é o mais importante. O mais importante é analisar se houve ou não crime. Mas sabe-se como é o mundo político. E, se segundo o MP há indícios de desvios de conduta no gabinete do ex-deputado, também fica no ar um indício de aproveitamento político da investigação.

Enviado por Rogerio Waldrigues Galindo, 19/09/14 10:30:33 AM

Para quem acha que as eleições de hoje são muito mornas, com os debates controlados por mil regras da Justiça Eleitoral, não custa rememorar o maior clássico da agressividade de dois candidatos a presidente neste país. Brizola e Maluf, no terceiro debate dos presidenciáveis de 1989, detonavam um ao outro, chamando-se respectivamente de “filhote da ditadura” e “desequilibrado”. Quando a plateia aplaude Maluf, Brizola vai mais longe e diz que o estúdio está tomado por malufistas e filhotes da ditadura.

Enviado por Rogerio Waldrigues Galindo, 19/09/14 8:47:36 AM

Adriano Codato, professor da UFPR e pesquisador do Observatório de Elites Políticas e Sociais do Brasil, diz que foi procurado por um jornalista que lhe perguntava sobre o surgimento de uma leva de candidatos de direita na casa entre 20 e 30 anos. Queria saber o que isso poderia significar para o futuro, já que esses candidatos provavelmente, imagina-se, poderão permanecer na arena política por um bom tempo, e se eleger. Seria uma guinada à direita?

Codato foi atrás dos números e, junto com o professor Luis Domingos Costa, da Uninter, acabou formatando o gráfico abaixo. Ele mostra que apesar o surgimento de candidatos jovens que prometem “endireitar o Brasil”, a maior parte dos candidatos com menos de 30 anos que se dispõem a disputar as eleições no país continua fazendo uma opção preferencial pela esquerda.

Juventude Codato

Os dados foram obtidos a partir de mais de 20 mil registros de candidaturas liberados pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE). “Como se vê, o coração da juventude ainda está do lado esquerdo do espectro”, escreveu Codato.

No levantamento, são considerados partidos de esquerda PT, PDT, PSB, PCdoB e os pequenos partidos ideológicos como PSol, PSTU, PCB e PCO. O Centro é representado por PMDB, PV e e PSDB. Os demais são considerados partidos de direita.

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Enviado por Rogerio Waldrigues Galindo, 19/09/14 7:36:09 AM

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Você já reparou que na propaganda do senador Alvaro Dias (PSDB) na tevê sempre aparece um ou outro eleitor dizendo que ele tem potencial para ser presidente? Que seria o melhor presidente do Brasil, que deveria estar no Executivo? Será que isso é por acaso? Ou Alvaro estaria tentando preparar uma campanha nacional?

O senador diz que “já neste ano” houve um burburinho em relação a uma possível candidatura dele para a Presidência, ou pelo menos nas primárias do PSDB. “Mas o partido decidiu não fazer prévias”, lamenta Alvaro.

Alvaro não nega que poderia disputar as prévias em 2018, caso elas venham a ocorrer. “Sempre defendi esse sistema, seria até uma obrigação minha participar’, afirma.

No entanto, uma disputa para o governo do estado, segundo Alvaro, estaria fora de seu radar, pelo menos por enquanto. Mas, sabe como é, em quatro anos muita coisa muda…

Enviado por Rogerio Waldrigues Galindo, 18/09/14 7:11:09 PM

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Ainda não está claro se a eleição paranaense será decidia em turno único ou se será necessário um segundo turno entre o governador Beto Richa (PSDB) e Roberto Requião (PMDB) . A cada nova rodada de pesquisas de intenção de voto, a balança parece estar pesando para um dos dois lados.

Dessa vez, a diferença entre Richa e a soma dos adversários ficou em apenas três pontos. Não é suficiente para dizer que a eleição está resolvida. Evidente que o governador continua tendo favoritismo e que, mesmo que vá para o segundo turno, continua em uma boa situação. Mas Richa não esconde que a tentativa é de vencer no primeiro turno.

Das três eleições majoritárias que venceu (duas pare prefeito de Curitiba e uma para o governo), só na primeiro precisou de dois turnos. Em 2008, na reeleição, fez os famosos 77% dos votos válidos. Em 2010, para o governo, venceu no primeiro turno contra Osmar Dias (PDT). Mas, nesse caso, só havia duas opções, sem terceiro candidato forte, e era óbvio que quem vencesse levaria o troféu logo de cara.

Em caso de segundo turno, embora os candidatos ainda continuem a negar formalmente, a tendência é de que Gleisi e Requião unam forças. Não vai ser uma eleição fácil. Mas nunca a eleição no Paraná é fácil.

Veja os números:

Beto Richa (PSDB) - 44%

Roberto Requião (PMDB) - 30%

Gleisi Hoffmann (PT) - 10%

Ogier Buchi (PRP) - 1%

Branco/nulo - 6%

Indecisos - 9%

Metodologia: Pesquisa Datafolha encomendada pela RPC-TV e pela Folha de S.Paulo. Foram ouvidas 1.256 pessoas em 46 municípios entre os dias 17 e 18 de setembro. A margem de erro é de três pontos porcentuais para mais ou para menos, e o intervalo de confiança é de 95%. O registro no TSE foi feito com o número BR-00665-2014.

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Enviado por Rogerio Waldrigues Galindo, 18/09/14 5:00:52 PM

StO senador Roberto Requião (PMDB) tem batido forte no sistema de substituição tributárias do seu sucessor no governo do estado, Beto Richa (PSDB). Faz parte do jogo político. Mas tem também prometido que irá acabar com a substituições no seu possível mandato. Aí a coisa é diferente.

Em todos os seus três mandatos, Requião escolheu o mesmo técnico como secretário da Fazenda. Aliás, elogiado por todas as partes, mesmo pela oposição. Heron Arzua é aposta certa para um suposto quarto mandato do governador, novamente comandando as finanças. e eis a dúvida: o que Arzua pensa do sistema implantado hoje no estado?

St2Como o texto ao lado mostra (clique para ver ampliado), Arzua defendeu para a imprensa durante o terceiro mandato de Requião a necessidade do estabelecimento das substituições tributárias e o aumento da lista de produtos que ficavam sob esse regime. No caso, ele estava falando da inclusão dos medicamentos na relação dos produtos em regime de tributação antecipada.

 

 

 

 

Enviado por Rogerio Waldrigues Galindo, 18/09/14 2:44:12 PM

Alvaro

Nos 160 anos de história do Paraná, só dois senadores tiveram mais tempo de mandato do que o tucano Alvaro Dias. Concorrendo ao quarto mandato neste ano, Alvaro já ocupou o cargo por 20 anos. Os primeiros quatro entre 1983 e 1987 – abriu mão do restante do mandato para se eleger governador. Depois, voltou em em 1998 e já está há 16 anos no posto.

Os dois senadores que têm mais tempo de Casa até hoje são bem mais antigos. Generoso Marques exerceu oito mandatos entre 1890 e 1926, mas num tempo em que os mandatos eram mais curtos. No total, permaneceu 22 anos no Senado, sempre na República Velha. É o primeiro lugar na lista de longevidade.

O segundo lugar fica para o Barão de Antonina, o primeiro senador do estado. Ele exerceu vários mandatos entre 1854 e 1875, ainda no Império. Também foi distinguido com as honrarias de “Grande do Império”, “Grande Dignitário da Imperial Ordem da Rosa”, “Oficial da Ordem do Cruzeiro”, e “Fidalgo da Casa Imperial”. (Esses, Alvaro e Generoso Marque não têm.)

Caso seja eleito dessa vez, porém, Alvaro ultrapassará todos e se transformará no mais longevo senador do estado.

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