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Enviado por Rogerio Waldrigues Galindo, 20/10/14 1:16:19 PM

Agência Brasil - ABr - Empresa Brasil de Comunicação - EBC

Uma curiosidade. Dilma Rousseff tem aparecido nos filmetes de 30 segundos do PSDB elogiando Aécio Neves. A entrevista de que foram retiradas as declarações é de 2009. Na época, Dilma era ministra da Casa Civil e estava em Itatiaia, em Minas Gerais.

Reportagem do Uol da época mostra que a futura presidente estava emocionada por estar em Minas e, bem recebida pelo então governador tucano, resolveu elogiá-lo. Deu no que deu. Cinco anos depois, usa-se a entrevista para dizer que ela “aprova” Aécio.

O que a reportagem do Uol mostra, porém, é que os elogios eram mútuos. No dia anterior, segundo o texto, no Rio de Janeiro, Aécio teria dito que, caso Dilma fosse a candidata do PT em 2010, seria “uma garantia de uma disputa de alto nível”.

Coisas da vida…

Enviado por Rogerio Waldrigues Galindo, 20/10/14 12:04:22 PM

Richa

As declarações do governador reeleito Beto Richa (PSDB) ao repórter Euclides Lucas Garcia, publicadas neste domingo na Gazeta do Povo, mostram que ele realmente está atrás de Gustavo Fruet (PDT) para que os dois voltem a jogar no mesmo time.

Questionado sobre o tema, Richa disse apenas que está “esperando”. Ou seja: não tem nenhuma resposta para já. Se tivesse uma resposta negativa (do tipo: “se quis se aliar com o PT, agora nos enfrente”), teria dito. Mas não. Preferiu deixar aberto o espaço para a negociação.

Mas. Até deixou clara inclusive qual é a condição para negociar uma nova parceria,. Tem que deixar o PT para trás. Richa deixou claro que o PT é o inimigo e que jamais apoiaria um candidato que insistisse em manter vínculos com o “outro lado”. Assim, Fruet não seria o adversário, mas o sujeito que se aliou (temporariamente?) ao adversário.

Quanto a Fruet, não se sabe ainda o que ele pensa disso tudo. Mas caso a denúncia contra Gleisi fique mais forte e Osmar Dias (PDT) continue suas desavenças com o petismo local, a proposta do PSDB parece ficar cada vez mais tentadora para o prefeito.

Enviado por Rogerio Waldrigues Galindo, 20/10/14 10:53:40 AM
Foto: Bruno Covello/Gazeta do Povo.

Foto: Bruno Covello/Gazeta do Povo.

Na sexta passada, quando a senadora Gleisi Hoffmann (PT) deixou de subir no carro e no palanque ao lado de Dilma Rousseff (PT) na campanha em Curitiba, todos estranharam. Onde estava a ex-ministra da Casa Civil, a principal aliada de Dilma no Paraná?

Especulou-se que ela poderia não ter desejado ficar ao lado de Osmar Dias (PDT), já que os dois estão numa pequena crise particular por o ex-senador não ter feito campanha para ela. A explicação oficial foi de que Gleisi estava articulando um encontro de Dilma com Christiane Yared (PTN). Mas justo na hora do comício?

Eis que agora, com as novidades do fim de semana, surge uma outra explicação possível. O Estadão deu no domingo a notícia afirmando que Paulo Roberto Costa denunciou Gleisi como beneficiada do esquema da Petrobras (veja abaixo). Na sexta, quando Dilma veio ao Paraná, certamente a senadora e o marido já haviam sido contatados pelo jornal para se explicarem.

É bem possível que Gleisi não tenha ido ao comício para não ser fotografada ao lado de Dilma e, assim, não “contaminar” a presidente com a denúncia que saiu no domingo.

Enviado por Rogerio Waldrigues Galindo, 19/10/14 10:24:51 AM
Gleisi Hoffmann. Foto: César Machado/Gazeta do Povo.

Gleisi Hoffmann. Foto: César Machado/Gazeta do Povo.

Foi aqui que começou o escândalo da Petrobras, lembram? Começou com a Operação Lava Jato, que teve seu centro no Paraná. O principal envolvido a ser preso já de cara foi Alberto Youssef, um doleiro velho conhecido da política local que agora se vê que tinha influência também no resto do país.

Foi daqui a primeira “vítima” política do escândalo, o deputado André Vargas, à época vice-presidente da Câmara. Abatido em voo, terminou sendo obrigado a deixar o partido e nem pôde concorrer à reeleição.

Escavando o caso, chega-se a uma origem igualmente paranaense: o falecido José Janene, que foi deputado federal pelo PP, seria um dos responsáveis pela distribuição do dinheiro que seria desviado das obras, segundo a investigação feita pela Polícia Federal.

Isso tudo sem contar que a investigação está sendo feita aqui e conduzida por um juiz local, Sérgio Moro (que, aliás, vai fazendo seu nome nacionalmente, esse sim no bom sentido).

Agora, pela primeira vez, o caso atinge o primeiro time da política local. A denúncia é de que a senadora e ex-ministra da Casa Civil Gleisi Hofmmann teria recebido R$ 1 milhão em sua campanha para o Senado em 2010.

Sabe-se pouco, quase nada, sobre o que Paulo Roberto Costa teria dito sobre o assunto até o momento. A reportagem da Folha de S.Paulo diz apenas que Youssef teria ajudado com esse valor na campanha. Gleisi e o marido, o ministro Paulo Bernardo, negam, é claro.

Para sermos mais específicos, quase tudo o que diz respeito ao Paraná no caso (excetuando Sérgio Moro) até aqui, tem a ver com a política londrinense. Foi de lá que surgiu a parceria Youssef-Janene, segundo a investigação. É de lá André Vargas. Gleisi e Paulo Bernardo também começaram a carreira lá.

Por enquanto, não há absolutamente nada definitivo contra ninguém. A denúncia contra Gleisi, pelo menos até aqui, é vaga e imprecisa. De onde teria saído o dinheiro? De qual empresa? Da Petrobras? De qual diretoria? Como isso ocorreu?

Diz a boa prática jurídica que ninguém é culpado por antecedência. Em tese, só depois do julgamento poderemos dizer qualquer coisa. Gleisi nega e, pela Constituição, tem direito à sua defesa. No entanto, não deixa de ser constrangedor para a ex-ministra ter de se explicar sobre um caso tão espinhoso.

Enviado por Rogerio Waldrigues Galindo, 17/10/14 5:01:50 PM

Salvo engano, o fato de Dilma Rousseff (PT) ter subido em um palquinho na Praça Generoso Marques e discursado fez desse o único comício de candidatos ao Executivo em Curitiba em 2014. Cada vez mais os comícios são uma raridade. Antes dos programas eleitorais na tevê, eles eram a principal arma de campanha. Agora, são vistos como totalmente dispensáveis, e até como um risco: sempre pode ser que seja um fiasco ou que o candidato saia vaiado.

Enviado por Rogerio Waldrigues Galindo, 17/10/14 4:01:39 PM

A Câmara de Curitiba marcou para a próxima terça-feira a nova discussão sobre a concessão do título de utilidade pública ao Centro Espírita Tribo do Caboclo Pena Branca.

A primeira votação foi tensa, com a bancada evangélica se abstendo e com voto em contrário da vereadora Carla Pimentel (PSC), que afirmou se tratar de um “centro de macumba”.

A segunda votação acabou adiada, e agora o tema volta à pauta. Os demais vereadores evangélicos, irritados com a pressão de Carla para que votassem contra, teriam “enquadrado” a vereadora nos últimos dias.

Enviado por Rogerio Waldrigues Galindo, 17/10/14 3:35:03 PM

tribunal_de_justica_220513Depois de um ano de novos estudos sobre o caso, o Tribunal de Justiça do Paraná anunciou nesta sexta-feira que está retomando a licitação da obra de forma de sua principal sede, no Centro Cívico, em Curitiba. O edital foi lançado nesta quarta-feira com valor máximo de obra de R$ 53 milhões.

O valor é mais baixo do que o do edital original, cancelado em setembro de 2013. À época, a previsão era de que a reforma saísse por até R$ 79 milhões. A obra foi cancelada quando Clayton Camargo renunciou à presidência do Tribunal de Justiça. Camargo deixou o cargo investigado pelo CNJ.

Uma das diferenças entre os dois projetos é que, ao invés de um estacionamento subterrâneo, previsto inicialmente, agora o TJ decidiu comprar um terreno ao lado do Palácio da Justiça (que, aliás, já foi comprado). Segundo a atual gestão, isso permitirá estacionamento maior e a futura conclusão de mais um prédio administrativo.

Enviado por Rogerio Waldrigues Galindo, 17/10/14 11:06:57 AM

toni_reis_ac

O Grupo Dignidade pediu uma audiência com a prefeitura para tratar do casamento coletivo de dezembro. Recebeu a resposta de que se reuniria com um assessor de direitos humanos. Toni Reis, diretor do grupo, estava aceitando, até que soube que os vereadores evangélicos, para tratar do mesmo assunto, foram recebidos pelo próprio prefeito Gustavo Fruet (PDT). Agora, o grupo diz que quer igualdade: querem ser recebidos também pelo prefeito.

Enviado por Rogerio Waldrigues Galindo, 17/10/14 10:00:55 AM
Foto: Daniel Castellano/Gazeta do Povo.

Foto: Daniel Castellano/Gazeta do Povo.

A Câmara de Curitiba está discutindo um daqueles raros projetos realmente importantes para a população da cidade. Trata-se de saber se o curitibano finalmente terá acesso a bilhete único, como já acontece em tantas cidades brasileiras.

Em resumo, isso significa que você pode descer do ônibus em qualquer ponto (seja terminal, estação tubo ou na rua, onde só tenha uma mera plaquinha) e pegar outros ônibus em seguida sem pagar nada.

Hoje a “integração” que existe se resume a poder trocar de busão se você está em um terminal ou em algumas estações-tubo. Na maior parte das linhas, o sujeito desce e precisa pagar outra passagem. É inclusive o caso da Rui Barbosa, que alguém já definiu como sendo uma “coincidência geográfica de pontos de ônibus”. Zero de integração.

O projeto do vereador Bruno Pessuti (PSC) passou na Comissão de Legislação e agora segue para outras comissões antes de ir a plenário. É de ver se a prefeitura deixará a bancada aliada aprovar a proposta ou se terá medo de redução de receitas.

O receio, se houver, parece não ter razão. Em outras cidades, o lucro não caiu com a implantação. Faz sentido: com um sistema melhor, mas gente decide usar ônibus, o que compensa o fato de não se pagar outra passagem. Além do mais, muita gente hoje faz um dos trechos a pé para não pagar em duplicidade.

Enviado por Rogerio Waldrigues Galindo, 17/10/14 7:34:07 AM

patio_batel_130313Embora tenha como objetivo ajudar a resolver o problema do trânsito e facilitar a vida do cidadão, o projeto que só permite a cobrança de estacionamento após 90 minutos em shoppings de Curitiba é visto como um possível retrocesso pelo arquiteto e urbanista Fábio Duarte.

Segundo ele, o ideal seria fazer com que as pessoas fossem ao shopping usando o transporte público. Tendo estacionamento gratuito (pelo menos durante parte do tempo), isso irá incentivá-las a fazer mais uso do automóvel, o que é ruim para a cidade.

O caminho, segundo Duarte, que coordenou o mestrado de Gestão Urbana da PUC e hoje mor anos Estados Unidos, o caminho seria incentivar o uso de transporte público e de outros modais.

“Tanto na Europa como, principalmente, nos EUA, há uma tendência nas cidades que priorizam o transporte público (pouquíssimas nos EUA, verdade) de fazerem exatamente o contrário. Ao invés de um mínimo de vagas para empreendimentos comerciais, exige-se um máximo – e esse máximo é bem pouco quando dentro da cidade”, diz o professor.

Segundo Duarte, em países desenvolvidos, os estacionamentos em áreas comerciais nos centros urbanos são caros, muito caros, pela mesma razão: estimular o uso de transporte público.

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