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Caixa Zero

Enviado por Rogerio Waldrigues Galindo, 26/07/16 6:54:34 PM

Com informações de Angieli Maros:

O governador Beto Richa (PSDB) negou no fim da tarde desta terça-feira que já tenha se decidido pelo apoio à candidatura de Rafael Greca (PMN) em Curitiba. O acordo entre os partidos dos dois, segundo várias fontes, foi fechado nesta terça em um café da manhã na casa de João Alfredo Costa Filho.

Em entrevista em Paranaguá, Richa disse que nada foi decidido ainda. “Não foi escolhido ainda. Tivemos reunião [com o Greca], como tivemos com a Maria Victoria, Gustavo Fruet,  e muitas reuniões paralelas com cada um dos partidos”, disse o governador, que não descartou a possibilidade de declarar apoio ao atual prefeito.

Segundo Richa, a definição do partido sobre as eleições de Curitiba deve sair ainda nesta semana. Nos bastidores, no entanto, não só se dá a coligação como certa como também se diz que Eduardo Pimentel, assessor de Richa filiado ao PSDB, será o vice na chapa.

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Enviado por Rogerio Waldrigues Galindo, 26/07/16 5:53:45 PM
Rafael Greca. Foto: Antonio More/Gazeta do Povo.

Rafael Greca. Foto: Antonio More/Gazeta do Povo.

Com o acordo desta terça, Rafael Greca (PMN) deve ser o candidato a prefeito de Curitiba com maior tempo de tevê, considerado pelos candidatos como uma ferramenta fundamental na curta campanha deste ano. Os partidos que apoiam Greca somam 116 deputados federais – este é o critério da legislação para definir o tempo de cada candidato.

Greca deve ocupar, assim, pouco mais de dois minutos dos dez disponíveis em cada horário. Gustavo Fruet (PDT) ainda tenta a segunda colocação, mas para isso precisará fechar um acordo com o PRB, o que lhe garantiria um grupo com 83 deputados federais.

O PMDB de Requião Filho até o momento parece ter uma coligação de 81 deputados. Em seguida, Maria Victoria (PP), filha do ministro da Saúde, Ricardo Barros e da vice-governadora Cida Borghetti, tem uma base de 74 deputados. Ney Leprevost, com apoio de PSD, PSC e PEN, soma 51 deputados.

O único partido que não tem coligações e que mesmo assim deve ter um tempo de tevê relevante é o PT, que com 68 deputados federais elegeu a maior bancada da Câmara em 2014. O partido tem o deputado estadual Tadeu Veneri como candidato.

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Enviado por Rogerio Waldrigues Galindo, 26/07/16 4:21:02 PM


O discurso de Michelle Obama esteve no centro das atenções nesta terça – e não apenas nos Estados Unidos. A primeira-dama americana é conhecida por fazer belas falas, e nesta sua terceira convenção (as duas primeiras foram as do marido) ela não deixou por menos.

O discurso falou menos de Hillary do que da própria família Obama, que chegou à Casa Branca em 2008 e agora terá de sair depois de oito anos. Todo o texto, falado com perfeição de artista e emoção na dose certa, era organizado em torno das filhas.

Michelle, formada pelas melhores universidades americanas, deixou como recado final que Hillary seria a única pessoa que ela confiaria para governar o país e para fazer políticas que servissem para outras crianças igualmente.

Mas os trechos mais tocantes não foram esses, e sim aqueles em que a primeira-dama fez questão de lembrar os avanços que os Estados Unidos já fizeram. Por exemplo, colocando uma família negra na Casa Branca.

“Todos os dias eu acordo em uma casa construída por escravos”, disse ela. Em seguida, completou: mas ao acordar vê suas duas filhas, moças negras e inteligentes, brincando no gramado da Casa Branca.

A candidata do Partido Democrata é branca, da elite protestante – só difere do candidato tradicional americano por ser mulher (o que não é pouco). Mas é absolutamente chocante para nós, brasileiros, ver que ela depende de um casal de negros (e de um vice hispânico) para se eleger – Michelle foi chamada após o discurso de “arma secreta” de Hillary.

No Brasil, onde estão nossos negros na política? Uma mulher na Presidência já pusemos. E os negros? Nunca presidiram o país. Nem o Senado, nem a Câmara. O Supremo, sim, mas não se trata de um cargo eletivo…

Qual foi o negro que chegou ao segundo turno presidencial? Que governou um estado importante brasileiro? Quando teremos um casal com filhas negras correndo pelo Alvorada? Quando um candidato precisará fazer um apelo aos negros para chegar a algum lugar?

Reclama-se muito das cotas no Brasil porque teriam “dividido” o país. Os Estados Unidos, cinquenta anos atrás, tinham escolas segregadas. Hoje, têm um presidente negro. No meio do caminho, houve as políticas afirmativas que levaram os negros aonde eles estão.

Aqui, nos recusamos a fazer o mesmo por décadas, e agora só o fazemos com muita resistência. Sem a “divisão” continuamos sem ter Michelle, sem ter Obama, sem ter crianças negras em Brasília que possam servir de espelho para os milhões que continuam sem ter acesso nem mesmo ao básico e que continuam sendo vítimas de preconceitos país afora.

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Enviado por Rogerio Waldrigues Galindo, 26/07/16 2:05:47 PM
Rafael Greeca. Foto: Antonio More/Gazeta do Povo.

Rafael Greeca. Foto: Antonio More/Gazeta do Povo.

O governador Beto Richa fechou nesta terça o apoio a Rafael Greca para as eleições deste ano. Além do PSDB de Richa, também vão participar da coligação o DEM, o PSB e o PTN, além do próprio PMN de Greca. Com isso, a candidatura deve ter o maior tempo de tevê na cidade.

Greca, que começou apenas com o pequeno PMN, não tinha de início nem garantia de ser chamado para debates – o partido tem só três deputados federais, e a regra exige 9. Agora, sua “bancada” tem 116 deputados. O PSDB leva 54, o PSB tem 34, o DEM mais 21. É esse número que define o tempo de tevê.

O acordo foi fechado às 8h30 num café da manhã na casa de um dos envolvidos. Greca saiu de lá ainda sem saber quem será seu vice. As duas hipóteses mais prováveis são Eduardo Pimentel, tucano assessor de Richa, e José Antônio Andreguetto, ex-secretário de Meio Ambiente, hoje no PSB.

Richa estava indeciso sobre apoiar Greca ou ir com o atual prefeito, Gustavo Fruet (PDT). Os dois procuraram o governador. Mas pesou, entre outras coisas, o lobby de pessoas ligadas a Richa e que consideravam insustentável fazer uma campanha com Fruet depois das desavenças entre os dois.

Ainda neste fim de semana, Fruet admitiu na convenção do PV que cogitava uma aliança com o PSDB.

Atualização: numa primeira versão deste texto, o PRM era incluído na coligação de Greca. Mas o PRB diz ainda não ter fechado com Greca e poder ir com Fruet.

Leia mais: Quem deve ir com quem na eleição de Curitiba

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Enviado por Rogerio Waldrigues Galindo, 26/07/16 11:50:15 AM

Por incrível que pareça, o deputado federal Pedro Paulo (PMDB), candidato a prefeito do Rio de Janeiro depois de agredir a mulher, conseguiu uma vice mulher para sua chapa, para amenizar as críticas contra ele.

A ex de Pedro Paulo denunciou o então secretário municipal da gestão Eduardo Paes por agressão. Ele admitiu ter batido nela, mas disse que foi só para se defender. E o primeiro fato inacreditável foi o PMDB manter a candidatura dele.

Agora, a deputada estadual Cidinha Campos foi chamada para a vice. Aceitou e disse num discurso que a violência doméstica é um problema menor. “O movimento feminista tem que cuidar para que mulheres tenham o mesmo salário que os homens. Esse é um caso resolvido”, noticiou O Globo.

Pior, reduziu a agressão a quase nada por se tratar de alguém que “podia se defender” e que teria ficado rica.

“Eu sou contra a violência doméstica, mas quando é com pessoas desvalidas, que não têm como se socorrer, que não têm como se amparar. Ela (Alexandra) está bem, está feliz, ela está muito mais rica do que quando estava com ele. O marido dela parece que é muito mais rico do que o Pedro Paulo”, disse.

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Enviado por Rogerio Waldrigues Galindo, 26/07/16 11:07:07 AM

Duas das principais entidades que representam professores e trabalhadores do ensino superior no Brasil emitiram notas de repúdio ao editorial do jornal O Globo deste domingo que pediu o fim do ensino superior público no país.

O Proifes, um dos dois sindicatos de professores das universidades e institutos federais, lançou uma nota criticando o texto por não mencionar as medidas recentes para levar o ensino gratuito para parcelas mais pobres da população.

Um dos argumentos do editorial era o de que as vagas nas universidades públicas acabam ficando com os mais ricos e que os que realmente precisam acabam tendo de pagar – situação que mudou radicalmente com os 50% de cotas destinadas a alunos da rede pública.

O Proifes diz que “acredita que a única forma de melhorar a educação brasileira é democratizar o acesso. Educação não é mercadoria, educação é direito”.

A Fasubra, que representa técnicos e trabalhadores, afirma que a federação não admite “que a extinção de direitos ou a reversão de políticas sociais historicamente conquistadas sejam dadas como solução para uma crise cuja causa não é de responsabilidade do povo”.

Leia a nota do Proifes:

O PROIFES-Federação, entidade que representa docentes de universidades e institutos federais de todo o Brasil, repudia o editorial publicado neste domingo (24) pelo jornal O Globo, que aponta de forma irresponsável a privatização das universidades federais como “solução” para a crise fiscal brasileira.

Para justificar o argumento, a nota “Crise força o fim do injusto ensino superior gratuito” afirma que parte dos estudantes da USP, universidade estadual, poderia arcar com as mensalidades, desconsiderando a realidade dos demais estados do país.

Em contrapartida, o veículo não cita as medidas de expansão de acesso dos mais pobres às universidades que foram tomadas nos últimos anos pelos governos anteriores.

Mais grave, o jornal ainda afirma que os sindicatos de servidores das IFES são condescendentes com as injustiças sociais, por não defenderem o fim da universidade gratuita.

O PROIFES-Federação acredita que a única forma de melhorar a educação brasileira é democratizar o acesso. Educação não é mercadoria, educação é direito.

Leia a nota da Fasubra:

A Federação de Sindicatos de Trabalhadores Técnico-Administrativos em Instituições de Ensino Superior Públicas do Brasil (Fasubra-Sindical) repudia veementemente declarações do jornal aliado dos golpistas, O Globo, no editorial publicado dia 24 de julho intitulado “Crise força o fim do injusto ensino superior gratuito”.

Reafirmamos nosso compromisso de luta por uma educação pública, gratuita, estatal e de qualidade socialmente referenciada, entendendo-a como um direito social universal, garantido pela Constituição da República Federativa do Brasil.

Não admitimos que a extinção de direitos ou a reversão de políticas sociais historicamente conquistadas sejam dadas como solução para uma crise cuja causa não é de responsabilidade do povo.

As saídas para a crise devem ser encontradas, por exemplo, na redução das margens exorbitantes de lucro dos bancos, no combate à sonegação de impostos, endêmica dentre grandes empresas, taxação das grandes fortunas e no não pagamento dos juros da dívida.

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Enviado por Rogerio Waldrigues Galindo, 25/07/16 5:40:22 PM
Ligações do ex-presidente Lula foram interceptadas pela Polícia Federal (Foto: Alan Marques/Folhapress)

Lula, a origem do projeto. Foto: Alan Marques/Folhapress.

A Câmara dos Deputados está analisando um projeto do deputado federal Bruno Covas (PSDB-SP) que tenta proibir que pessoas sem diploma de ensino superior sejam selecionadas para o primeiro escalão do governo federal.

O projeto foi feito sob medida para impedir que o ex-presidente Lula fosse chamado para a Casa Civil de Dilma Rousseff, no início do ano. Lula não é ministro. Dilma está fora da presidência. Mas o projeto pode passar.

“Além de agregar valor à administração pública, a iniciativa pretende também impedir que se efetive notícia vinculado em diversos meios de  comunicação. Segundo a imprensa  nacional, a Presidente Dilma Rousseff deve acomodar em seu Ministério indivíduos que buscam foro privilegiado em detrimento do interesse público”, diz a justificativa do projeto.

Covas, neto de Mario Covas, ex-governador de São Paulo e amigo pessoal de Lula, diz que teóricos da administração defendem que a informação é necessária para gerir bem. Nenhum dos trechos citados, porém, fala na necessidade de curso superior.

Além de preconceituoso, por achar que somente pessoas com certo grau de estudo podem exercer determinados cargos, o projeto é casuísta e limita o poder de atuação do presidente de maneira injustificada. Também, é antidemocrático, por achar que cargos políticos devem pertencer apenas a uma certa elite.

Não é o primeiro nem o único projeto do gênero. Recentemente, protocolou-se projeto para que todos os cargos eletivos ficassem restritos a pessoas com formação superior.

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Enviado por Rogerio Waldrigues Galindo, 25/07/16 3:39:03 PM
José Mujica. Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil.

José Mujica. Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil.

O Laboratório de Cultura Digital divulgou neste fim de semana a lista de selecionados que poderão participar da palestra do ex-presidente uruguaio José “Pepe” Mujica. Os selecionados receberam e-mail e precisam confirmar o interesse para não perder a vaga.

São cerca de 3,5 mil pessoas que poderão ir assistir à palestra de Mujica no Círculo Militar. Em pouco mais de 24 horas depois do anúncio do evento, a organização tinha mais de 7 mil inscritos. A seleção foi feita por ordem de inscrição.

São três listas de pessoas: servidores da UFPR; alunos da UFPR; e “sociedade civil”. A palestra ocorre nesta quarta-feira a partir de 9h30. O Laboratório de Cultura Digital é uma parceria entre o Setor de Educação da Federal e o Ministério da Cultura.

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Enviado por Rogerio Waldrigues Galindo, 25/07/16 2:50:50 PM
Onyx Lorenzoni. Foto: Luis Macedo/Ag. Câmara.

Onyx Lorenzoni. Foto: Luis Macedo/Ag. Câmara.

Relator do projeto das “10 medidas contra a corrupção”, o deputado federal Onyx Lorenxoni, do DEM gaúcho, faz nesta segunda-feira uma excursão à “República de Curitiba”. O deputado quis ouvir os argumentos dos principais defensores da medida.

Primeiro, o deputado se encontrou com Sergio Moro, o juiz da Lava Jato. Depois, no início da tarde, foi falar com o mais árduo defensor da proposta, o procurador da República Deltan Dallagnol.

As dez medidas foram propostas depois do início da Lava Jato e agora tramitam no Congresso. Segundo a PF, o MP e Sergio Moro, seriam um avanço no combate à corrupção no país (embora isso não seja nem de longe unânime).

Veja quais são as medidas propostas:

1. Tornar crime o enriquecimento ilícito de agentes públicos

2. Tornar crime o caixa 2 eleitoral e responsabilizar os partidos cujos candidatos cometerem essa prática.

3. Reformar a legislação sobre prescrição de penas, para evitar a impunidade.

4. Mudar as leis para evitar que os recursos judiciais sejam utilizados para atrasar o cumprimento das penas.

5. Criar a possibilidade de decretar prisão preventiva daquela pessoa suspeita de enriquecer ilicitamente que possa estar gastando o dinheiro público.

6. Criar regras de eficiência para o Ministério Público e para a Justiça, estabelecendo que um processo possa tramitar no máximo dois anos na primeira instância e um ano nas demais instâncias judiciais.

7. Aumentar as penas e tornar crime hediondo a prática de corrupção que envolve altas quantias de dinheiro.

8. Criar regras para dar mais rapidez aos processos de improbidade administrativa.

9. Restringir as possibilidades de a defesa pedir a nulidade de processos.

10. Ampliar as possibilidades de confisco de bens de pessoas que praticaram a corrupção.

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Enviado por Rogerio Waldrigues Galindo, 25/07/16 1:44:25 PM
Foto: Divulgação/Eduardo Suplicy.

Foto: Divulgação/Eduardo Suplicy.

O vídeo da prisão do ex-senador Eduardo Suplicy é um dos momentos mais constrangedores do ano até o momento. E olha que a disputa nunca é fácil. A vida pública nacional tem sido pródiga em momentos constrangedores.

Suplicy, um senhor de 75 anos, foi carregado como um saco de batatas por policiais. Levado à força. Preso. Arrastado contra a vontade como se fosse um perigoso terrorista. Uma agressão que, como quase toda agressão, foi desnecessária – e simbólica: se fazem isso com Suplicy, com câmeras na frente, o que farão na periferia sem ninguém ver. Bem sabemos o que se faz.

Mas o filme também é um momento a ser comemorado. Não pela atuação truculenta dos policiais. Mas por ver que um sujeito como Suplicy, que tem de tudo na vida – rico, para começar, influente, acostumados aos palácios – se dispôs a enfrentar isso por uma causa.

Usando de cinismo alguém pode dizer que ele está atrás de votos. Suplicy não precisa disso. Foi senador por três mandatos consecutivos. Na próxima eleição vai estar com 77. Dificilmente disputará mais nada.

Além do mais, quem acompanhou um pouco a carreira de Suplicy sabe que ele realmente é um homem de causas. Ele pode ser um chato, mas a defesa que fez ao longo dos anos da política de renda mínima é impressionante – e necessária.

E ele se dispôs, aos 75, provavelmente sem nada a ganhar com isso (notoriedade ele já tem, respeito idem) a se deitar no chão com um grupo de pessoas para impedir uma desocupação que considerava injusta.

Ele se deitou por justiça. E por isso foi preso, arrastado, vítima de agressão.

Como alguém disse na internet, um caso de político preso por fazer a coisa certa. No fim das contas, um alento que isso seja possível e realmente exista.

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