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Caixa Zero

Enviado por Rogerio Waldrigues Galindo, 20/04/15 10:45:49 AM

Blogueiro também é gente, e por isso este blog faz um pequeno recesso até esta terça-feira. Já volto.

Enviado por Rogerio Waldrigues Galindo, 17/04/15 3:43:59 PM

Enviado por Rogerio Waldrigues Galindo, 17/04/15 2:40:26 PM

OsmarOsmar Dias teve tempos de bonança em sua passagem pelo Banco do Brasil. Agora, com a crise financeira, parece que vai enfrentar tempos mais difíceis. Nesta semana, admitiu que o crédito que tem para os agricultores está mais curto e que o juro deve ficar mais alto.

Desde o início do mandato de Dilma Rousseff, em 2011, Osmar é o vice-presidente de Agronegócios do Banco do Brasil. sua principal função é emprestar dinheiro para produtores rurais. Nos quatro primeiros anos, o volume emprestado só cresceu. Agora, empacou.

O problema é que o dinheiro emprestado para agricultores sai principalmente de depósitos à vista e de dinheiro da poupança. Mas houve uma fuga de dinheiro da poupança. Em 2014, por exemplo, o banco esperava ter R$ 165 bilhões, mas só teve R$ 148 bilhões.

Com o dinheiro mais curto, a avaliação é de que o empréstimo vai sair mais caro:

“Tem alguma possibilidade da taxa de juros continuar sendo a mesma praticada hoje? Acho difícil. Até onde ela vai? A resposta não é minha, mas acredito que o produtor [empresarial] ficaria satisfeito se ela não ultrapassasse 8,5% [ao ano] e que o volume de recursos fosse igual ao do ano passado, corrigido apenas pela inflação”, disse em audiência no Senado.

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Enviado por Rogerio Waldrigues Galindo, 17/04/15 1:30:40 PM

Professores e alunos da Escola de Música e Belas Artes (Embap) resolveram fazer nesta sexta um protesto no Centro de Curitiba. Reclamam da demora do governo do estado em arranjar uma sede definitiva para a instituição e das condições de trabalho em épocas de vacas magras.

Os músicos apresentam trechos de ópera e o pessoal de artes visuais faz desenhos no chão da Praça Carlos Gomes. As apresentações foram aplaudidas pela população. Os professores planejam outras manifestações do mesmo tipo para breve.

A Embap tem uma sede clássica na Emiliano Perneta. Um prédio bonito e importante para a história das artes no estado. Mas que está fechado há cinco anos. Enquanto isso, as aulas acontecem em três endereços espalhados pelo Centro, considerados inadequados para as atividades.

Além disso, os professores reclamam da falta de estrutura. E dizem que o corte de verbas de custeio atingiu em cheio a instituição.

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Enviado por Rogerio Waldrigues Galindo, 17/04/15 12:18:59 PM

A avaliação dos deputados estaduais é de que Nelson Justus (DEM) tem pouco a perder caso as sessões da Comissão de Ética da Assembleia passem a ser abertas, como querem vários dos deputados envolvidos em seu julgamento.

Os parlamentares aparentemente acreditam que a versão de que “não há fatos novos” que permitam uma condenação do ex-presidente da Assembleia é forte o suficiente para que eles possam defendê-la em público sem riscos maiores.

Tudo tem a ver com o regimento da Assembleia, que em tese só permite condenações por quebra de decoro caso haja fatos novos – isso, evidente, quando já houve um primeiro julgamento, como ocorreu com Justus em 2010.

Um dos deputados diz que inclusive as sessões abertas podem ser benéficas para Justus. “Os deputados envolvidos vão poder ser criticados pela absolvição. Mas não vão receber a segunda crítica, que viria com o sigilo do processo, com a exclusão da imprensa”.

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Enviado por Rogerio Waldrigues Galindo, 17/04/15 11:17:15 AM
Beto Richa. Foto: Hugo Harada/Gazeta do Povo.

Beto Richa. Foto: Hugo Harada/Gazeta do Povo.

O secretário de Fazenda do governo do estado, Mauro Ricardo Costa, disse em entrevista ao repórter Euclides Lucas Garcia, que as contas do Paraná poderiam estar em equilíbrio já em junho deste ano. Para isso, bastaria ter aprovado o pacotaço de ajuste fiscal em fevereiro. Não aconteceu porque os servidores públicos – especialmente os professores – impediram. Com razão: o pacote cortava direitos e punha em risco o ParanáPrevidência.

Agora, segundo Mauro Ricardo, as contas estarão em equilíbrio só no fim de 2015. Isso, claro, caso os deputados aprovem o “novo pacote”, suavizado, em breve. Ou seja: pelo discurso do novo governo, que confia no plano de Mauro Ricardo para botar a casa em dia, a situação é mais ou menos simples. Trata-se de aprovar algumas medidas saneadoras, diminuir despesas, aumentar receitas e pronto. Em alguns meses (quatro a seis, pelas contas dele) nada mais de trabalhar no vermelho. De contar centavos.

E aí fica uma pergunta óbvia que precisa ser respondida não pelo novo titular da Fazenda, que chegou agora. Mas ao governador Beto Richa. Se a questão era fazer uma reforma como essa, por que não se fez antes? O governo do estado vinha fazendo água há muito tempo. Prova disso não falta: desde a dívida gigantesca com fornecedores, que se acumula pelo menos desde 2013, até a falta de pagamento de precatórios e o adiamento de pagamento de benefícios dos trabalhadores.

Mauro Ricardo não estava no governo. Mas Beto Richa estava. Se agora a reforma pode dar resultados em quatro meses, provavelmente, se feita antes, podia resolver o buraco ainda mais rapidamente – pelo simples fato de que ele não seria fundo como é hoje. Há uma lei que deve ser seguida não só por governantes: se você vai precisar fazer algo desagradável, o melhor é fazer o quanto antes, para evitar que precise fazer uma coisa ainda mais desagradável. Ou mais grave.

Richa deixou, propositadamente ou não, o buraco se ampliar. Por um lado, é difícil crer que um governante faça isso de propósito. É fácil entender que quanto melhores as finanças do estado, mais se faz obras, menos se atrasam pagamentos, mais o eleitor fica feliz. Mas, por outro lado, Richa talvez simplesmente não tenha desejado admitir que o buraco existia. Por outra regra básica (e terrível) da política: pega mal admitir erros. Ainda mais à beira da reeleição.

Principalmente, no caso de Richa, admitir um problema desses seria grave porque o governador se elegeu prometendo uma “gestão moderna”, empresarial. Dizia que faria “mais com menos”. Daria um “choque de gestão”. Se admitisse que, em seu mandato, as contas públicas afundaram, estaria revelando o fracasso de sua gestão, a falha em fazer aquilo que tinha vendido como garantido.

Quando fez a sabatina da reeleição na Gazeta do Povo, no segundo semestre de 2014, Beto foi enfático: o estado não estava quebrado. Um estado sem dinheiro não teria feito tais coisas – e enunciava várias pequenas obras de seu primeiro mandato. Ele não sabia do óbvio? Ou, mais provável, sabia e não queria admitir? Nos dois casos, a situação é extremamente grave.

Se o governador não fez as reformas antes, se não cortou gastos por não saber que isso seria necessário, se não tentou aumentar as receitas e pôs toda a culpa na falta de empréstimos do governo federal – nesse caso, pecou por incompetência. Se sabia e não fez para não atrapalhar a reeleição, pecou por omissão. Nos dois casos, colaborou para criar um buraco ainda maior. E agora nos pede paciência e esforços coletivos para que façamos o sacrifício necessário.

Tivesse feito as coisas antes, Richa teria evitado tratoraço,regimes de urgência, calotes e talvez não precisasse ir com tanta sede ao erário. Mas teria colocado em risco sua reeleição. Tomou sua decisão. Agora, paga o preço – e quer dividi-lo com todos nós.

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Enviado por Rogerio Waldrigues Galindo, 16/04/15 5:50:13 PM

Os deputados estaduais paranaenses não perderam tempo para homenagear o mais novo ministro do Supremo Tribunal Federal. Menos de 48 horas depois do anúncio da indicação de Luiz Edson Fachin, dois deputados já protocolaram projetos para dar a ele o título de cidadão honorário.

O primeiro da fila foi Evandro Júnior, do PSDB. Logo em seguida, aparece o projeto de Ney Leprevost, do PSD. Provavelmente haverá adesão de mais deputados e o título ficará como uma concessão “coletiva” da Assembleia Legislativa.

Fachin é nascido no Rio Grande do Sul. Vive no Paraná desde os dois anos de idade e, por isso, se considera paranaense. O título de cidadão honorário é dado justamente para quem nasce fora do estado.

Enviado por Rogerio Waldrigues Galindo, 16/04/15 5:01:59 PM

ratinho_junior101035Ratinho Jr. (PSC) não costuma falar muito de política nas redes sociais. Normalmente, usa o Facebook para divulgar alguma obra ou para dar alguma dica genérica a seus seguidores. Nesta quinta-feira, fugiu à regra. tudo por causa dos embates envolvendo as linhas de ônibus de Araucária.

A insatisfação dos passageiros é preocupante para Ratinho por dois motivos. Primeiro, porque é a Comec, que faz parte da secretaria dele, de Desenvolvimento Urbano, que tem obrigação de resolver as coisas. Segundo, porque Ratinho tem muito voto em Araucária.

O “esclarecimento” postado pelo deputado diz basicamente que a Comec fez a sua parte ao ajudar a prefeitura de Araucária a fazer as linhas funcionarem depois do rompimento da integração financeira entre as cidades. E coloca a culpa de todo o resto nas costas da prefeitura de Curitiba. Ou seja: de Gustavo Fruet (PDT), que o derrotou na eleição de 2012.

“Olha, hoje o usuário de Araucária, chega a pagar até R$ 10,60 para o trajeto de ida e volta a Curitiba. Se pagasse apenas duas passagens de ida e volta, como sempre aconteceu, gastaria R$ 6,60″, diz Ratinho, depois de dizer que a Urbs não tinha porque barrar a linha criada por Araucária no terminal da CIC.

Depois Ratinho ainda puxa para a Comec o mérito de ter sugerido que as prefeituras dee Araucária e de Curitiba se resolvessem entre si, sem interferência da Comec. E, assim, fica com parte do crédito por as prefeituras terem bolado uma solução. “Vamos ajudar no que for possível para que isso seja mantido”, diz o post.

E, no final, uma cutucadinha no prefeito da capital. “E esperamos que a prefeitura de Curitiba não crie mais barreiras com outros municípios da Região Metropolitana.”

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Enviado por Rogerio Waldrigues Galindo, 16/04/15 4:00:04 PM

Colaborou o repórter Euclides Lucas Garcia:

O parecer que pode decidir o futuro do deputado Nelson Justus (DEM) na Assembleia Legislativa foi encomendado para um dos principais criminalistas do país. José Roberto Batochio foi procurado pelo deputado Missionário Ricardo Arruda, sorteado como relator do caso de Justus na Comissão de Ética da Assembleia.

Batochio não é um completo estranho ao caso. Ele foi um dos responsáveis pela defesa de Abib Miguel, o Bibinho, quando estourou o caso dos Diários Secretos – escândalo “irmão” das atuais denúncias contra Justus.

Pelo que se sabe, o parecer absolve Justus. Pelo menos do ponto de vista do processo interno na Assembleia. O processo criminal que tramita na Justiça é outra coisa. No documento, o advogado defenderia que não há fatos novos desde que o caso de Justus foi analisado, e que não se pode punir o deputado por algo cometido em mandato anterior.

Justus é acusado de contratar mais de duzentos funcionários comissionados para seu gabinete na época em que foi presidente da Assembleia Legislativa. Além de o número ser dez vezes o permitido, desconfia-se que vários dos servidores na verdade eram fantasmas. O caso está sendo analisado no Judiciário e na Comissão de Ética.

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Enviado por Rogerio Waldrigues Galindo, 16/04/15 3:02:51 PM

Richa ALO governo do estado respirou aliviado nesta quarta-feira, quando pela primeira vez em dias conseguiu uma votação mais folgada na Assembleia Legislativa. Foi no caso do ajuste fiscal. Não conseguiu unanimidade, mas reduziu para nove os votos contrários a Richa.

Em tempos de camburão, a “oposição” temporária a projetos do governador chegou a 19 votos. Em épocas comuns, não passava de seis ou sete.

Nesta semana, o governo chegou a chamar as duas principais bancadas “supostamente de apoio”, o PSC e o PSDB,para reuniões no Palácio. Com o bom comportamento dos deputados no caso do pacotaço, decidiu adiar tudo para a semana que vem.

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