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Caixa Zero

Enviado por Rogerio Waldrigues Galindo, 30/06/15 5:16:33 PM

ENTRADAS EDVINO - CURITIBA - 29/08/12 - BOM GOURMETA Assembleia Legislativa do Paraná caminha para imitar os passos da cidade de São Paulo e proibir o foie gras, extraído do fígado de ganso. O projeto de seria votado (e provavelmente aprovado) nesta terça-feira na Comissão de Agricultura.

O projeto é de autoria do deputado Rasca Rodrigues (PV). A preocupação, assim como em São Paulo, é com o bem-estar dos animais. A “engorda” do ganso, durante mais de duas semanas, para que o fígado do animal tenha o gosto exigido pelos gourmets, o que causa imenso sofrimento ao animal.

“As aves são submetidas a uma superalimentação, durante 17 dias , o fígado aumenta em até 12 vezes. Uma ação extremamente invasiva”, escreveu no Twitter o deputado Pedro Lupion (DEM), presidente da Comissão de Agricultura.

O relatório do deputado Fernando Scanavacca (PDT) foi favorável ao projeto. com os votos de Rasca e Lupion, é quase certo que o projeto passe. Mas Evandro Jr. (PSDB) pediu vistas, adiando a decisão para a semana que vem.

Depois de aprovado pelas comissões, o projeto segue para plenário. A tendência é que seja aprovado sem maiores problemas.

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Enviado por Rogerio Waldrigues Galindo, 30/06/15 3:19:48 PM

Dilma BetoDilma Rousseff e Beto Richa fizeram por merecer os baixos índices de aprovação que receberam nesta nova rodada de pesquisa.

A presidente não só comanda uma economia de recessão com mão de ferro e um duro ajuste fiscal como ainda se viu envolvida em escândalos de corrupção.

O governador comanda um ajuste fiscal igualmente duro e viu o primo, auditores e funcionários serem presos por diversos escândalos. Como cereja do bolo, sua PM massacrou manifestantes em praça pública.

Com isso, é “natural” que tenham chega a índices de rejeição de 87% e 84%. ninguém fica feliz com o tipo de governo que se desenha tanto me Brasília quanto aqui.

E, no entanto, se você perguntar tanto à presidente quanto ao governador, a resposta será a mesma, por mais que os dois estejam em campos opostos da política: a crise econômica veio de fora, o ajuste fiscal era necessário e o melhor está por vir.

Em nenhum caso será exatamente mentira. A presidente herdou a crise econômica de outros países – mas tudo indica que contribuiu para agravá-la. O governador herdou dívidas – mas tinha um receita em crescimento e só se afundou em mais dívidas.

Nos dois casos, o ajuste fiscal é para evitar que o barco afunde. Para tentar segurar as coisas num limite razoável até que a economia (sempre cíclica) melhor. Ninguém imagina que com o que está sendo feito o país (ou o estado) passe a nadar em dinheiro. Seria mais do que ingenuidade.

O principal “botão” para que o eleitor decida se gosta ou não de um governo parece ser sempre o econômico. E nesse sentido a popularidade de um só melhorará junto com a do outro.

Por enquanto, todo mundo está mesmo é com raiva de políticos. Pelos motivos certos, e também pelos errados.

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Enviado por Rogerio Waldrigues Galindo, 30/06/15 2:03:39 PM

Enviado por Rogerio Waldrigues Galindo, 29/06/15 6:55:11 PM

A Câmara de Curitiba comemorou nos últimos dias a economia que conseguiu com uma licitação de carros para os vereadores. Foram alugados 50 carros com valor total de R$ 1,086 milhão por ano – um contrato R$ 567 mil mais barato do que o anterior.

A alegria durou pouco. Uma das empresas derrotadas no processo licitatório foi à Justiça e conseguiu uma liminar para cancelar temporariamente o resultado. O problema, para os vereadores, é que assim que a Câmara for notificada, todos terão 48 horas para devolver os carros que receberam.

O presidente, Aílton Araújo (PSC), diz que tem certeza de que conseguirá derrubar a liminar rapidamente, já que, segundo ele, todo o processo foi feito corretamente. Mas, enquanto isso, os vereadores ficarão por alguns dias sem o benefício do carro oficial.

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Enviado por Rogerio Waldrigues Galindo, 29/06/15 5:11:49 PM

pedagio_4914O governador Beto Richa (PSDB) foi informado nesta segunda-feira do teor de um documento que cinco instituições do estado pretendem levar nesta semana ao ministro dos Transportes, em Brasília. O documento pede que as rodovias concedidas pelo governo federal ao Paraná continuem nas mãos do estado.

Por trás disso está uma outra discussão importante para o bolso de todo mundo: o preço do pedágio nas estradas que cortam o Paraná. Os 1,8 mil quilômetros que estão em jogo são exatamente aqueles que Jaime Lerner colocou no programa de concessões para fazer o Anel Rodoviário.

As cinco instituições que assinam o documento – Faep, Associação Comercial, Fecomércio, Fetranspar e Faciap – dizem que não teriam problemas com a discussão de uma extensão dos contratos de pedágio, desde que as empresas fizessem mais obras e reduzissem o valor cobrado hoje nas praças.

“O Paraná precisa com urgência que o Anel de Integração seja totalmente duplicado”, afirma o texto. Segundo Darci Piana, da ACP, o problema de não ampliar os prazos atuais seria a necessidade de esperar mais sete anos para fazer nova licitação e só aí ter obras novas. “Não dá para ficar esperando mais sete anos, até o fim das atuais concessões, para tomarmos uma posição”, disse.

Os contratos de pedágio feitos com as seis concessionárias que operam hoje no Paraná vão até 2023 – ou seja, dos 25 anos previstos originalmente, já se passaram 17. No entanto, o fim dos contratos ocorreria, pelo contrato atual, na próxima gestão, e não na de Beto Richa.

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Enviado por Rogerio Waldrigues Galindo, 29/06/15 3:52:42 PM

dilmaA presidente Dilma Rousseff muitas vezes é criticada por frases infelizes. Algumas nem eram para tudo isso (caso da “mulher sapiens”). Outras são realmente tolas, coisa de orador ruim. Mas nesta segunda-feira, a presidente realmente trocou pés por mãos e produziu duas frases absolutamente constrangedoras.

Na tentativa de desqualificar Ricardo Pessoa, a presidente disse, segundo os jornais, que não respeita delatores. E fez duas comparações absurdas: com a situação dela própria, na cadeia, durante a ditadura; e com a história da Inconfidência Mineira.

A primeira frase:

“Eu não respeito delator. Até porque eu estive presa na ditadura e sei o que é que é. Tentaram me transformar em uma delatora.”

A segunda:

“E há um personagem que a gente não gosta, porque as professoras nos ensinam a não gostar dele. E ele se chama Joaquim Silvério dos Reis, o delator. Eu não respeito delator.”

Na primeira frase, Dilma avacalha com a própria história. Na segunda, com a história do país. Pelo simples motivo de que, nos dois casos citados por ela, as pessoas vítimas da delação estavam enfrentando governos autoritários e tentavam fazer algo que, em última instância, era lícito. Senão pela lei vigente, pelo menos moralmente.

O caso da prisão de Dilma se deu num contexto não-democrático. A ditadura tentou fazê-la delatar os colegas de grupo, é verdade. (Também é verdade que os grupos de que ela participou queriam um governo não-democrático; se tivessem sido bem-sucedidos, teriam de responder por isso, mas como não o foram, apenas combateram uma ditadura, o que é sempre lícito.)

O caso dos inconfidentes é bem diferente. Queriam separar o Brasil de Portugal, causa que na época podia ser discutível – e do ponto de vista do governo era inaceitável – mas que era lícita e respeitável.

Joaquim Silvério dos Reis não é odiado por delatar um crime. E sim por delatar pessoas que pareciam ter um bom ideal.

O governo de Dilma, e ela própria, estão sob suspeita bem diferente: de cometer crimes em nome do poder. Não se está, nesse caso, combatendo qualquer ditadura, nem tentando libertar um país. Nada louvável, nada lícito estaria sendo obtido com os crimes que estão sendo investigados na Lava-Jato.

Se tudo ficar provado, terá sido um simples caso de crime o que se delatou. Se não houve nada, Dilma e seu governo têm a obrigação de rebater os argumentos, oferecer provas, se defender. Mas não invertendo a história e confundindo combate a governos ilegítimos com financiamento ilícito de campanha.

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Enviado por Rogerio Waldrigues Galindo, 29/06/15 11:35:26 AM
Mauro Ricardo. Foto: Henry Milléo/Gazeta do Povo.

Mauro Ricardo. Foto: Henry Milléo/Gazeta do Povo.

Deputados próximos ao governo do estado dizem que dificilmente o secretário Mauro Ricardo Costa cai do cargo devido à revelação de que teve contas pagas por Luiz Abi Antoun. Alguns motivos:

1- Ele diz que não sabia do pagamento e, como prova disso, ressarciu Abi.

2- A situação toda pegou mais mal para Beto Richa do que para o secretário.

3- Mauro Ricardo é visto como um “mal necessário”, devido ao ajuste fiscal.

Some-se a tudo isso a preocupante fama de “supersincero” do secretário, que costuma falar tudo o que pensa. Sobre qualquer assunto.

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Enviado por Rogerio Waldrigues Galindo, 29/06/15 9:49:43 AM

Desde que Luiz Abi foi preso pela primeira vez, o governo do estado tem feito questão absoluta de dissociar a imagem de Beto Richa de seu primo. O grau de parentesco, aliás, foi a primeira vítima da investigação do Gaeco. Os seis graus de separação que agora existem entre Abi e Richa não eram conhecidos antes de ele ser pego lidando com licitações de oficinas para o governo.

Desde lá, delatores dizem ao Gaeco que Abi mandava na Receita. O governo diz que nem cargo ele tinha, o que aliás é verdade. Surgiram todas as histórias de proximidade entre Abi e Richa, mas o governador disse que as relações eram “meramente sociais“. A principal ligação documental entre as partes, até aqui, era uma doação de campanha da Aumpar para a campanha de Richa, feita dentro das regras formais do jogo.

Não mais.

Desde esta segunda-feira, com a revelação do repórter Euclides Lucas Garcia, sabe-se que Abi pagou pela permanência de Mauro Ricardo Costa, secretário da Fazenda de Richa, em Curitiba. A reportagem tem direito a nota fiscal e tudo. Mauro Ricardo nega qualquer irregularidade e conta que reembolsou o valor. O problema, no entanto, é outro.

Como Mauro Ricardo conhecia Abi? Ou melhor: por que o conhecia? Antes de assumir o cargo, o novo secretário da Fazenda sequer morava no Paraná. Passou os últimos anos entre São Paulo (governo Serra) e Bahia (prefeitura de ACM Neto). Se conheceu Abi, foi nos preparativos para entrar no governo Richa.

Até a virada do ano, quando teve cinco diárias pagas por Abi, Mauro Ricardo passou uma única noite na cidade. Suponhamos que tenha conhecido Abi pela proximidade com Richa. Onde teria sido? Se não ficava à noite na cidade, não foi em eventos sociais noturnos. Provavelmente não foi em jantares de terceiros, por exemplo.

As vindas a Curitiba, pelo que diz o secretário, eram a negócios. Para combinar como assumiria o cargo e as condições. Imagina-se que foi nestas vindas que Mauro Ricardo tomou pé da situação caótica das finanças de Richa e bolou o plano de ajuste fiscal. Trabalho, portanto.

Se conheceu Abi em situação de trabalho, isso implicaria dizer que Abi participou de reuniões de governo com o novo secretário? E se conheceu fora de situação de trabalho, foi por intermédio de quem?

E note-se que não é um “conhecimento” superficial. Mesmo que Mauro Ricardo jamais tenha pedido a Abi que pagasse suas contas, diz ter conversado para que o ex-primo fizesse sua reserva no Bourbon. Não se pede a isso a alguém que se encontrou por dez minutos no cafezinho. A não ser que seja uma relação de trabalho.

Nada a se concluir até aqui. Exceto pelo fato de que a ligação entre Abi e o governo (senão entre Abi e Richa) fica cada vez mais evidente.

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Enviado por Rogerio Waldrigues Galindo, 26/06/15 1:46:55 PM

Os vereadores de Curitiba devem aprovar na próxima segunda-feira um auxílio em dinheiro para famílias que não tenham moradia e que cumpram alguns requisitos básicos – como o de morar há pelo menos um ano na cidade.

O “aluguel social” prevê que cada família receba um salário mínimo (R$ 788, hoje) por mês durante um período máximo de 24 meses. A ideia é que as famílias que passam por certas dificuldades tenham condições de se reerguer.

O projeto original, do vereador Jorge Bernardi (PDT), já passou por três substitutivos. Na versão atual, que deve ser votado na segunda-feira, prevê que as famílias poderão receber o benefício desde que estejam em uma das seguintes situações:

– morando em áreas destinadas a execução de obras de infraestrutura necessárias ao desenvolvimento municipal;

– em situação de emergência decorrente de calamidade pública, com a moradia destruída ou interditada, consequência de deslizamento, inundação, incêndio, insalubridade habitacional ou outras condições que impeçam a utilização segura da habitação;

– vivendo em locais de risco, assim apontado pela Defesa Civil;

– em situação de despejo;

– cadastradas,  há mais de um ano,  em programas de reassentamento que habitam em situação precárias,  em locais de alagamentos, deslizamentos e outras situações de risco.

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Enviado por Rogerio Waldrigues Galindo, 26/06/15 10:45:07 AM

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