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Enviado por Rogerio Waldrigues Galindo, 22/10/14 7:09:49 PM
manifestantes_camara2

Ocupação da Câmara em outubro passado: promessa que não deve dar resultado .

Os vereadores deram início ao trâmite da proposta que, em tese, poderia levar ao passe livre para estudantes nos ônibus da cidade. A proposta começa a tramitar quase um ano depois de os estudantes terem invadido a Câmara para protestar, ainda na onda de protestos que varreu o país.

Na época, para liberar o plenário, os vereadores fizeram um acordo de que colocariam o projeto em tramitação. Desde lá, alegaram demora na apresentação de documentos para que o processo pudesse ser tocado, e só agora a coisa começou a andar como havia sido prometido.

É difícil saber quanto o passe livre custaria ao município. No total, sabe-se que o transporte coletivo custa hoje para rodar pouco mais de R$ 1,1 bilhão ao ano. Fazendo uma conta conservadora, é possível imaginar que 20% das passagens deixariam de ser pagas caso os estudantes viajassem de graça nos ônibus. Isso criaria um rombo de mais de R$ 200 milhões no sistema.

Para pagar isso, haveria mais de uma maneira. Uma delas seria aumentar a tarifa de quem continuasse a pagar, proporcionalmente. Ou seja: cada um dos pagantes arcaria com 20% a mais (supondo) para cobrir a nova gratuidade. Isso elevaria o preço da passagem para mais de R$ 3,30, o que seria politicamente inviável (se aquelas manifestações foram por R$ 0,20, imagine o que ocorreria com um aumento de mais de R$ 0,50…

Também poderia haver aumento de impostos, como o IPTU. Mas isso também traz custos políticos, e é preciso lembrar que o prefeito enfrentará a reeleição daqui a dois anos. Cortar outros custos? Não é fácil achar R$ 200 milhões em gorduras anuais para cortar.

O fato é que muito se falou desde junho de 2013 sobre maneiras de reduzir custo das passagens, mas fora pela retirada de impostos, só houve medidas pontuais e ideias que ainda não saíram do papel. Por enquanto, portanto, fica difícil imaginar que alguém vá falar em passagem gratuita para qualquer um.

Enviado por Rogerio Waldrigues Galindo, 22/10/14 4:26:12 PM

Os magistrados brasileiros estão com a carteira prontinha para começar a receber os R$ 4,4 mil mensais de auxílio-moradia de forma irrestrita. Serve para juízes de todas as instâncias, de qualquer área de atuação, em, qualquer grau e, quiçá, também para aposentados.

O blog fez uma conta para saber o que dá para realmente fazer com esse dinheiro. Gastando mês a mês, o sujeito tem como pagar pelas melhores casas de muitas cidades por onde andará e ainda sobra dinheiro, como mostrei em, uma coluna.

Mas e se ele (ou ela) decidir poupar a grana mensalmente? Durante 30 anos de carreira (supondo) quanto se acumularia?

Com a ajuda do repórter de economia Fernando Jasper, colocamos a conta aí para você. Se o sujeito depositar o dinheiro na poupança (um investimento conservador) e contar apenas com 0,5% de juros ao mês, ele terá R$ 4,4 milhões ao fim da carreira.

O que é possível comprar com isso? Indo ao site de uma imobiliária de luxo, fica fácil descobrir. Em Curitiba, imóveis dessa faixa de preço costumam ter pelo menos 600 metros quadrados, vários andares (ligados por elevador, claro), piscina, sauna e uns seis banheiros.

Veja aí as imagens de alguns dos imóveis disponíveis na Greenville.

Mansao Campo Comprido

Mansão no Schaffer com 8 banheiros, 5 suítes e seis vagas na garagem. Total de 800 metros quadradios. Preço: R$ 3,7 milhões.

Mansao Cascatinha

Mansão “neoclássica” no Cascatinha. Quadra de tênis, piscina, sauna seca e a vapor. Por merso R$ 3,9 milhões.

Apartamento Cabral

Apartamento no Cabral com 4 quartos, 3 salas, 2 elevadores, dependências de empregada e 566 metros quadrados. Por R$ 3,8 milhões.

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Enviado por Rogerio Waldrigues Galindo, 22/10/14 2:59:06 PM

Haiti prefs

A prefeitura de Curitiba fez um post no Facebook como desagravo para o que vários imigrantes haitianos vêm sofrendo na cidade. Com o título “Que o Haiti seja aqui”, o texto começa em francês, dizendo que os haitianos são bem-vindos. Depois critica a xenofobia. Maravilha, veja aí:

“Haitiens, bienvenu a Curitiba! Le Conseil de la Ville travaille toujours pour l’inclusion sociale et culturelle pour tous.
A xenofobia é crime.
E é uma vergonha.
Os verdadeiros curitibanos, oriundos de múltiplas etnias, devem dar exemplo de convivência pacífica e de respeito.”

O texto teve 13 mil curtidas, muitos compartilhamentos e centenas de comentários. A maioria, dando apoio à iniciativa da prefeitura e aos haitianos. No entanto, sempre tem gente do contra, claro.

O blog fez uma seleção de 10 comentários contra a vinda dos haitianos para Curitiba. Veja abaixo.

Haiti8

 

Haitiano enchente

Haitianos 13

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Haiti1

Haiti4

Haiti3

Haiti9

Haiti6

Haiti5

 

Colaborou: Patrícia Dias.

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Enviado por Rogerio Waldrigues Galindo, 22/10/14 9:30:26 AM

Fruet_Dilma

Entre aliados de Fruet e de Richa, a avaliação é a mesma. O fator fundamental para que o prefeito de Curitiba decida de que lado vai estar na eleição de 2016 é a votação deste domingo.

Se der Dilma, ele tem tudo para continuar abraçado ao PT.

Se der Aécio, pode pensar em pular o muro e se reencontrar com o PSDB.

Há quem cogite ainda a possibilidade de ele ficar com o PT, mas acrescentando Requião à coalizão, numa espécie de “último bastião” da oposição a Beto Richa no estado.

Enviado por Rogerio Waldrigues Galindo, 22/10/14 8:02:32 AM
Michael Sandel dá aula em Harvard. Reprodução/YouTube.

Michael Sandel dá aula em Harvard. Reprodução/YouTube.

Da coluna Caixa Zero, publicada nesta quarta-feira, na Gazeta do Povo:

Num anfiteatro de Harvard, o professor tenta convencer os alunos de que eles podem não ter chegado até ali por méritos próprios. Embora eles resistam à ideia, Michael Sandel, o popular professor de Filosofia afirma que a origem deles, a renda de sua família e outros fatores que fugiam completamente ao controle dos estudantes poderiam ter sido importantes para que eles entrassem em uma universidade de primeiro time. A turma, porém, parece se render quando o professor, ao fim da aula, faz a seguinte pergunta: quantos ali eram primogênitos? Quase todos levantam a mão.

A discussão sobre mérito não é meramente filosófica. Tem grandes implicações políticas. Quantas vezes você já não ouviu a história de que quem se empenha, se dedica e faz tudo direitinho consegue o que quer? E que, por consequência, quem não conseguiu “chegar lá” é porque não se empenhou o suficiente? Essa é a história que ouvimos desde que nascemos. E está por trás de muito do que pensamos sobre a sociedade. Quem acredita que “querer é poder” pode ser tentado a achar que os beneficiários de programas sociais, por exemplo, só não saem dessa condição porque não querem.

A situação é bem mais complexa. E claro que ser o primogênito (sabe-se lá por quais motivos) é apenas um dos fatores que pode beneficiar o desempenho do indivíduo. A classe social da família também tem peso – e grande. Um estudo apresentado neste mês em Boston por dois pesquisadores em um evento do Fed (o Banco Central americano) mostra o seguinte, segundo a tradução feita pelo repórter do Washington Post: “Gente pobre que faz tudo certo não se sai melhor do que gente rica que faz tudo errado”.

Os pesquisadores Richard Reeves e Isabel Sawhill acompanharam a evolução financeira de meninos e meninas pobres que concluíram o ensino superior. E compararam com o resultado com o de alunos ricos que desistiram da escola no Ensino Médio. Descobriram que nos dois grupos a proporção de pessoas que chegam aos 40 anos ainda na pobreza (dentre os 20% mais pobres dos Estados Unidos) é a mesma: 16%. E a proporção de pobres que continuam pobres (16%) é muito parecida com a de ricos que continuam ricos (14%).

A pergunta que o analista do Washington Post faz é: é disso que falam quando falam em meritocracia? A pergunta é tremendamente importante, principalmente quando há uma discussão vigente sobre como o Estado deveria se posicionar diante dos mais pobres. É preciso corrigir as desigualdades de maneira mais enérgica ou é preciso deixar o Estado de fora da vida das pessoas, deixando que elas sejam recompensadas pelos próprios esforços. O estudo parece dizer que é necessário fazer algo: não freando os que têm mais, mas impulsionando os que partem mais de trás na corrida, para que eles já não comecem em desvantagem.

Mesmo porque, a diferença começa já nos primeiros anos. Outro estudo norte-americano mostra que os pais de famílias ricas passam três horas por semana a mais falando com seus filhos pequenos, o que faz com que eles se desenvolvam mais rápido. E passam uma quantidade muito maior em atividades “enriquecedoras” com seus filhos (aulas de música, de idiomas etc), o que aumenta ainda mais o desenvolvimento (e a vantagem) de suas crianças.

Se queremos que todos tenham isso, parece que não é possível deixar apenas que os mais pobres se esforcem por conta própria. É preciso fazer mais, para que não condenemos desde cedo algumas crianças a terem um destino pior do que o de outras, mesmo antes de elas terem qualquer possibilidade de mostrar mérito, de se esforçarem, de irem adiante com as próprias pernas.

PS: Para quem tiver interesse, a aula de Michael Sandel está disponível em inglês aqui. O trecho citado ocorre lá pelo minuto 22.

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Enviado por Rogerio Waldrigues Galindo, 21/10/14 4:13:32 PM

tribunal_de_justica_220513Você acha que os salários dos deputados federais e dos senadores são altos, que eles custam demais para o país? Ok. Pode ser mesmo. Todas as estatísticas mostram o parlamentar brasileiro (contando custos com assessoria, gabinete, custeio etc.) é um dos mais caros do mundo.

Segundo o site Congresso em Foco, contando apenas o salário e os penduricalhos dos parlamentares, o gasto anual do Brasil com os seus congressistas é de R$ 1,1 bilhão. Muita coisa, claro. Mas é o preço.

Agora, veja só. O Judiciário, que costuma passar muito mais abaixo do radar, até por não ter eleições diretas para se decidir quem ocupará os cargos, custa muito, muito mais caro. A conta que faz perceber isso é a seguinte: os cálculos do governo são de que só o auxílio-moradia dos magistrados pelo país afora custará algo parecido: R$ 1 bilhão por ano.

Ou seja: nossos juízes estão prestes a consumir os salários de 594 parlamentares (caros) em apenas um benefício extra, que agora está sendo estendido até mesmo para os aposentados.

Enviado por Rogerio Waldrigues Galindo, 21/10/14 2:01:08 PM

Sebastiani_260712O governo do estado mandou reduzir as despesas de custeio em 30% daqui até o fim do ano. Segundo o secretário da Fazenda, Luiz Eduardo Sebastiani, a ideia é terminar o ano de 2014 com as contas “perfeitamente em dia”.

Na verdade, não se trata de um mero desejo. É um imperativo legal. Independente de Beto Richa ter sido reeleito para mais um mandato (e, portanto, de ele “passar a faixa” para ele mesmo), a Lei de Responsabilidade Fiscal exige que o governo termine seu último ano com as contas “perfeitamente em dia”.

De acordo com a reportagem da Gazeta do Povo desta terça-feira, o corte de gastos tem a ver com uma arrecadação mais fraca entre junho e setembro no Paraná. Pode ser. Mas se começou em junho o problema, por que apenas depois das eleições vem o arrocho?

A impressão que passa é que o governo do estado já sabia que precisaria fazer ajustes, mas esperou passar o primeiro turno para não ter notícias negativas antes da eleição. Agora, o reajuste precisa ser mais forte para conter o que não foi contido antes.

Enviado por Rogerio Waldrigues Galindo, 21/10/14 11:03:07 AM
Trabalhador haitiano vítima de violência em Curitiba. Foto: Bruno Covello/Gazeta do Povo.

Trabalhador haitiano vítima de violência em Curitiba. Foto: Bruno Covello/Gazeta do Povo.

O repórter Felippe Aníbal prestou grande serviço para a discussão da realidade da imigração em Curitiba nos últimos dois dias. Primeiro, fez bela matéria mostrando que houve recentemente em Curitiba pelo menos 13 casos de espancamento de haitianos. Eles foram procurar atendimento em uma ONG – provavelmente há muitos outros casos de quem não procurou ajuda.

Nesta terça, mostrou uma pesquisa relativa ao caso dos migrantes. Realizada pela Brain Inteligência de Mercado a pesquisa perguntou a 414 curitibanos o que eles pensam sobre os imigrantes. Claro: é um universo pequeno, mas a ciência social e a estatística estão aí para isso mesmo: extrapolar amostras pequenas e mostrar o quanto isso explica da população como um todo.

Uma das perguntas parece ser especialmente reveladora sobre o pensamento que pode estar levando os haitianos a serem vítima de preconceito. “Você é favorável à imigração?”, pergunta o questionário. Pouco mais da metade (51%) da amostra respondeu que “sim, sempre”. Outros 36% disseram que “depende do tipo do imigrante”. E 13% disseram que são sempre contra.

Os 13% que são sempre contrários podem ter uma aversão inata a qualquer um que venha de fora. Sã uma minoria importante, caso o número esteja certo: são 1 em cada 8 curitibanos, neste caso, o que (se a pesquisa estiver certa), equivale a 200 mil pessoas que são contra qualquer tipo de imigração para a cidade.

Os 36% de “depende” também são preocupantes. Não há no levantamento uma separação para saber quais tipos de imigrantes seriam mais aceitos do que outros. Pode-se especular. E nesta especulação podemos usar algumas informações sobre migração recente para nossa região.

Não só temos um certo orgulho em Curitiba de sermos uma terra de migrantes como temos recebido bem as levas recentes de trabalhadores europeus que vêm para cá. Exemplo clássico é o caso da Renault. Com a vinda da montadora para o Paraná, há uma década e meia, vieram a Curitiba e região muitos franceses. Não são muitos os casos conhecidos de pessoas que os evitam, e embora tenha havido crimes contra franceses, não parece que tenham relação com sua origem étnica ou de nacionalidade.

O caso dos haitianos, que podemos entender que estão entre os imigrantes que alguns (muitos!) curitibanos veem como imigrantes “indesejáveis” tem duas diferenças óbvias. Uma, racial. Outra, social.

Os trabalhadores haitianos (surpresa!) são negros. Essa pode ser uma explicação simples para não serem bem aceitos, serem espancados e serem mau vistos (eles relatam que há gente que não aceita sequer dividir com eles um banco de praça ou um elevador). O racismo não nos é estranho, é preciso admitir.

Uma outra explicação é econômica. Os haitianos em geral (nova surpresa!) são gente pobre que, premida pela miséria do país, especialmente após o terremoto de quatro anos atrás, deixa o Haiti em busca de oportunidades mínimas de sobrevivência. Curitiba, para eles, é uma chance de recomeço, um lugar onde tentar a vida. No Haiti, a taxa de pessoas abaixo da linha da pobreza é de, pasme, 80%. Ou seja, são 80% de pessoas vivendo com menos de R$ 1,25 por dia.

Mais: eles precisam sair de lá para enviar dinheiro para quem fica. As remessas de haitianos que estão fora do país equivalem a 20% do PIB do país hoje (os dados são do livro “Economics: a User’s Guide”, de H.J. Chang, ainda inédito no Brasil).

Assim, os haitianos talvez sejam vistos como “roubando” empregos de brasileiros, ou como gente que quer se aproveitar de nossa situação. Não é bem assim, claro. O mesmo Chang afirma que dificilmente os imigrantes prejudicam a economia que os recebe. A lógica é que, se eles vêm, é porque são necessários: ocupam vagas que ninguém quer, ou há uma situação de emprego aqui que, pelo menos permite a competição.

De qualquer modo, nada justificaria, é claro, as agressões contra eles. Nosso dever, em nome da civilização e da humanidade, é aceitarmos o diferente e sermos minimamente solidários com quem precisa. Ninguém deixaria seu país à toa, nem viria para cá sem necessidade. Seria ridículo que recebêssemos bem os executivos franceses da Renault e não soubéssemos aceitar os haitianos.

Um livrinho que andou fazendo sucesso por aí dizia em seu título que nós, brasileiros, não somos racistas. Está na hora de demonstrarmos isso.

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Enviado por Rogerio Waldrigues Galindo, 21/10/14 9:22:01 AM

urna eletrônica

O pessoal do Você Fiscal, aquele aplicativo que está fiscalizando as urnas eletrônicas brasileiras, divulgou um relatório parcial do trabalho feito no primeiro turno. É mais para mostrar o que eles estão fazendo com os mais de 19 mil boletins de urna que receberam de eleitores.

Os eleitores fotografaram os boletins nas portas das seções eleitorais com o resultado apurado e mandaram para os “fiscais” ligados à UnB. Lá, eles estão reconstruindo a informação e “lendo” os dados digitalmente para poder comparar com os números finais divulgados pelo TSE. Segundo eles, se houver fraude na eleição, eles vão descobrir.

Um dos dados já divulgados tem a ver com o número de urnas fiscalizadas em cada estado. O Paraná teve 961 boletins de urna enviados. Foi a quarta unidade da federação que mais participou, atrás de São Paulo, Distrito Federal e Minas Gerais.

Ainda não há prazo para que o trabalho termine. E, lendo lá, dá para entender por que. É trabalho pra burro.

Enviado por Rogerio Waldrigues Galindo, 21/10/14 7:32:11 AM

enio verriPresidente do PT estadual, o deputado Ênio Verri diz não acreditar que Gustavo Fruet (PDT) vá se bandear novamente para os lados de Beto Richa (PSDB). O assunto veio à baila faz uma semana. Interlocutores de Beto dizem que andam conversando com o prefeito para que todos estejam do mesmo lado em 2016.

Para Verri, em primeiro lugar “pegaria mal” se Fruet mudasse de lado novamente. “Já estamos com nosso grupo consolidado, unido há duas eleições”, diz o petista. Segundo ele, tudo indica que PT, PDT e PCdoB continuarão juntos nas próximas eleições.

No entanto, Verri diz que nem acredita que haja motivos para acreditar que Fruet passará para o grupo de Richa. “Tenho conversado com ele e, mais do que isso, tenho acompanhado a bela campanha que ele faz pela reeleição da Dilma. Um discurso empolgado. Não tem motivo para imaginar que ele vá se aliar ao PSDB”, disse.

O presidente do PT diz ainda que a discórdia entre Osmar Dias (PDT) e Gleisi Hoffmann PT) também é pontual e será superada.

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