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Enviado por Rogerio Waldrigues Galindo, 30/09/14 3:19:20 PM
Codato - policiais

Infografia de Adriano Codato.

O professor Adriano Codato, do Observatório de Elites Sociais e Políticas do Brasil, fez um rápido levantamento e descobriu que há nesta campanha 885 candidatos policiais em todo o Brasil. Em uma separação por partidos, Codato chegou à conclusão de que a maioria concorre por partidos de direita (e principalmente por partidos pequenos de direita).

Ainda não há, que eu saiba, estudo explicando a correlação entre uma coisa e outra. Ou seja: por que policiais preferem partidos de direita, e pequenos. Nem mesmo de por que há tantos policiais candidatos. Mas é possível tentar fazer algumas especulações.

A primeira delas é de que policiais saem candidatos porque há alguns casos em que seus pares obtiveram sucesso recentemente. Não só se elegeram como se elegeram exatamente fazendo o discurso de que são capazes de levar o Brasil a ser um Estado mais seguro, onde a lei e a ordem predominem.

Em 2010, por exemplo, o delegado Fernando Francischini, neófito, se transformou no terceiro deputado federal mais votado do Paraná prometendo castrar quimicamente os estupradores e pregando a pena de morte no país. Em 2012, na campanha de Ratinho, reapareceu dizendo que não passava a mão na cabeça de bandido.

Essa votação e o sucesso do discurso podem ter a ver com muitas coisas. Uma delas, evidente, é a bagunça da segurança pública no Brasil e os altos índices de criminalidade (além dos altos índices de impunidade). Ou seja: o sujeito fica feliz de ver alguém prometer lei, ordem e pau nos bandidos.

Assim, quanto mais linha dura, melhor. Na mesma linha dos programas policialescos, que aliás também elegem muita gente, como Roberto Aciolli e seu filho, Cristiano Santos, entre tantos outros. E aí talvez entre um pouco a explicação para o discurso da direita.

O “programa” desses candidatos que se elegem garantindo que trarão paz nas ruas frequentemente é do tipo repressivo. Mais armas, menos direitos humanos, por assim dizer. É o pessoal que reclama da lei atual de maioridade penal e que acha que o cidadão de bem precisa se armar.

O candidato policial, assim, não quer fazer o discurso mais longo de que é preciso rever programas sociais, repensar a estrutura do Estado, diminuir a intolerância, recuperar os presos. O negócio dele (claro que é especulação, e deve haver muitas exceções) é prometer ação rápida contra os criminosos.

Funcionará? Aqui no Paraná, por exemplo, há mais delegados tentando uma vaguinha no Congresso e na Assembleia. Veremos daqui a uma semana se a bancada da bala prosperou.

Enviado por Rogerio Waldrigues Galindo, 30/09/14 2:14:08 PM

Debate band

Debates entre candidatos costumam ser mais ou menos previsíveis. Embora a gente nunca saiba quem vai aparecer dormindo na tela ou quem vai esquecer o nome da pessoa a quem deve perguntar, pode-se antecipar a estratégia dos candidatos grosso modo. Assim, o blog preparou dez itens “certeiros” para o debate desta noite na RPC.

Veja quantas acertaremos:

1- Caça ao Richa
Sempre que um dos candidatos está bem distante nas pesquisas*, a esperança dos demais é tentar falar de suas contradições e de seus problemas, na esperança de forçar um segundo turno. Assim, Requião e Gleisi deverão usar todas as oportunidades para caçar Beto Richa. Quando não puderem perguntar diretamente a ele, farão perguntas a outros sobre problemas da atual gestão.

2- Sem bala de prata
A campanha de Requião fez o favor a Beto de mostrar que, a essa altura, ninguém tem nenhuma arma secreta para o fim da campanha. Como não há bala de prata, os temas devem se repetir: virão acusações de que Richa acorda tarde, não gosta de trabalhar e endividou o estado.

3- Pedágio em destaque
De fato novo mesmo que deve ser usado contra Richa, apenas a reportagem de André Gonçalves mostrando que ministros de Dilma confirmam a tentativa do governo de prorrogar os contratos de pedágio no Paraná.

4- Requião luta contra o tempo
O senador, que já foi considerado um ás dos debates, sofreu para fazer perguntas e respostas nos tempos determinados no debate da Band. Disse que estava cansado. O debate de hoje é mais ou menos no mesmo horário. Os assessores mandaram que ele durma antes do programa Funcionará?

5- Pau o tempo inteiro
O formato do debate garante diversão em tempo integral. Como cada candidato pode responder até duas perguntas por bloco, os três principais nomes deverão responder a seis das sete perguntas. Só a última deve ser entre dois candidatos de menor expressão.

6- Em equipes
Se Requião e Gleisi vão jogar “em dupla” contra Richa, é possível que candidatos menores como Ogier Buchi e Tulio Bandeira façam coro contra os dois. E, como se viu no primeiro debate, Rodrigo Tomazini e Bernardo Pilotto devem fazer o discurso da esquerda mais radical, achando que todos os outros são iguais.

7- Richa no ataque
No último debate, Richa mostrou que acredita piamente na história de que a melhor defesa é o ataque. Partiu para cima de Requião chamando-o de mentiroso e na primeira pergunta foi direto em Gleisi. Como aparentemente funcionou, deve repetir a dose hoje.

8- Propostas? Que nada!
Nenhum dos candidatos deve ficar muito na área das propostas. Requião falará bem de seu governo e, no máximo, dirá que vai fazer tudo igual de novo. Richa vai na mesma balada do autoelogio, dizendo que “o melhor está por vir”. Gleisi se concentrará em elogiar a gestão Dilma.

9- A turma do deixa disso
Ogier Buchi e Geonísio Marinho já mostraram que uma de suas tarefas é dizer que debate é para discutir ideias. Lamentarão a falta de propostas e os ataques pessoais.

10- Os tiques de cada um
Richa usará mais de dez vezes rankings favoráveis ao seu governo. Requião chamará o governador de Carlos Alberto. E Gleisi dirá que tudo é “lamentável”.

* A lei eleitoral é terrível com isso no Brasil. E para fazer a afirmação acima é preciso citar uma pesquisa com metodologia. Então, lá vai. O último Ibope deu 47% das intenções de voto para Richa. A pesquisa entrevistou 1.204 eleitores, em 65 municípios, entre 24 a 28 de setembro, por encomenda da Sociedade Rádio Emissora Paranaense S/A. A margem de erro é de três pontos percentuais, para mais ou para menos. O nível de confiança é de 95%. A pesquisa está registrada no Tribunal Regional Eleitoral (TRE-PR) sob o protocolo PR-00042/2014.

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Enviado por Rogerio Waldrigues Galindo, 30/09/14 12:28:17 PM

alvaro_090814

Tudo indica que Alvaro Dias se tornará o senador mais votado da história do Paraná nos próximos dias. Seja porque o eleitor realmente simpatiza com ele, seja porque os candidatos de oposição simplesmente não agradaram, o fato é que Alvaro tem batido nos 64% de intenção de voto*. Contando só os válidos, chega a passar de 80%.

Com os números atuais, Alvaro pode passar facilmente dos 4 milhões de votos em 5 de outubro. Na eleição de 2010, a senadora mais votada, Gleisi Hoffmann, teve 3,1 milhões. O próprio Alvaro, que já se elegeu para o Senado três vezes, nunca conseguiu nada parecido.

Em parte, isso tem a ver com o desmonte das outras candidaturas mais fortes. Osmar Dias, claro, não quis concorrer contra o irmão. André Vargas foi pego em relações estranhíssimas com Alberto Youssef. E Eduardo Sciarra desistiu da tentativa, assim como Joel Malucelli.

Além disso, o PT rifou Dr. Rosinha em nome da coligação com o PCdoB. Escolheu para o Senado Ricardo Gomyde, que só conseguiu um mandato até hoje, quase 20 anos atrás. Depois, só suplente de vereador. E Marcelo Almeida, que tem de enfrentar o estigma de ser dono de pedágio.

Independente disso, Alvaro deve estar rindo à toa. E como político sempre está pensando um passo à frente, não tenha dúvida de que ele pretende usar esse cacife para 2018.

Metodologia:
*O Ibope entrevistou 1.204 eleitores, em 65 municípios, entre 24 a 28 de setembro, por encomenda da Sociedade Rádio Emissora Paranaense S/A. A margem de erro é de três pontos percentuais, para mais ou para menos. O nível de confiança é de 95%. A pesquisa está registrada no Tribunal Regional Eleitoral (TRE-PR) sob o protocolo PR-00042/2014.

Enviado por Rogerio Waldrigues Galindo, 30/09/14 10:21:53 AM

Richa-Justus

Quem acompanhou a eleição desde o começo no Paraná sabe que Beto Richa por muito pouco não conseguiu levar o PMDB de Roberto Requião para sua coligação. Só no finalzinho Requião superou o lobby de Beto dentro de suas fileiras e conseguiu emplacar a candidatura própria.

Com isso, Richa ficou com “apenas” 17 partidos a seu lado. O PMDB seria o décimo oitavo. E, para a oposição, restariam, dentre os não-nanicos, apenas PT, PDT e PV. E olhe lá. E se, do jeito que foi, as coisas já estão favorecendo o governador, resta perguntar: ese ele conseguisse o PMDB?

Enviado por Rogerio Waldrigues Galindo, 30/09/14 9:17:55 AM

pessuti_7514

Orlando Pessuti ficou no meio do fogo cruzado dos dois candidatos principais (a essa altura0 ao governo do estado. Seu ex-chefe, Roberto Requião, ameaçou fazer uma denúncia contra o atual ocupante do cargo, Beto Richa, a quem Pessuti parece ser hoje fiel.

Pessutão vestiu a farda, foi ao horário eleitoral e disse com todas as palavra que “eleição com o Requião sempre tem armação”. Alertou os eleitores, sabendo da possibilidade de que o senador usasse a tal “bala de prata”, que não existia, que não levasse em conta o que o correligionário falasse.

Quando se viu que Requião não faria denúncia nenhuma, Richa deve ter respirado aliviado. Mas em Pessuti ficou uma mancha. Afinal, se “eleição com o Requião sempre tem armação”, ele, que foi vice de Requião duas vezes, teria no mínimo se beneficiado duas vezes de armações antes de passar, agora, a denunciar o esquema.

Enviado por Rogerio Waldrigues Galindo, 30/09/14 8:09:06 AM
Divulgação.

Richa com prefeitos. Foto: Divulgação.

A reeleição, não só no Brasil, mas também em outros países que adotam esse modelo, é muito mais fácil do que a primeira eleição. E a história da política paranaense vai ajudando nos últimos anos a contribuir com mais exemplos para essa realidade.

A possibilidade de reeleição no Brasil foi criada pela vaidade sem limites de Fernando Henrique Cardoso. Como todo bom político suficientemente imodesto para se candidatar à Presidência (Barack Obama diz que todo mundo que chega a esse ponto tem de ser um pouco megalômano), FHC achou que só a reeleição dele era um caminho bom o bastante para a nação. E lá fomos nós rumo ao segundo mandato dele – e de todos os outros.

No nível federal, FHC se reelegeu fácil, em primeiro turno. Seu sucessor, Lula, mesmo em meio ao escândalo do mensalão, conseguiu o segundo mandato. E Dilma anda bem na fita para seguir o caminho dos outros dois.

No Paraná, Jaime Lerner aproveitou a deixa de FHC para conseguir o segundo mandato em 1998 (foi, até hoje, a única derrota de Requião). Em 2002, Requião se vingou e voltou ao governo. Quatro anos depois, se reelegeu. Agora, Beto Richa pode se tornar o terceiro reeleito na sequência no estado.

A possibilidade de usar a máquina, a proximidade com o Legislativo, com os prefeitos, o uso da propaganda massiva do Estado, dentre outros fatores, explicam o sucesso dos candidatos à reeleição. A situação melhora ainda quando o quadro econômico não é terrível – o cidadão prefere manter tudo como está.

Nesse cenário, os candidatos que enfrentam um postulante à reeleição não são exatamente suicidas, mas desde cedo têm de saber que sua vida será dura. E que muitos só terão mesmo como ganho o acúmulo de capital para as eleições seguintes, quando o cargo estará realmente vago, com todos tendo chances mais igualitárias na disputa.

Enviado por Rogerio Waldrigues Galindo, 29/09/14 7:50:01 PM
Foto de Aniele Nascimento/Gazeta do Povo.

Foto de Aniele Nascimento/Gazeta do Povo.

Uma análise dos números da nova pesquisa Ibope mostra que a parte mais importante da campanha de reeleição do governador Beto Richa (PSDB) pode ter sido antes mesmo do início oficial da disputa. Richa conseguiu o apoio de 16 partidos, além do seu PSDB, e de grupos políticos importantes, como o de Ratinho Júnior (PSC) e o de Ricardo Barros (PP). Só não conseguiu mesmo o PMDB.

Os levantamentos de segundo turno realizados pelo Ibope mostram que, numa eventual (e cada vez mais hipotética) disputa entre Roberto Requião (PMDB) e Gleisi Hoffmann (PT), 17% dos eleitores preferem simplesmente não votar em ninguém. Isso equivale a 1,2 milhão de pessoas, ou a população total de eleitores de Curitiba. Ou seja: os dois principais opositores de Richa têm uma rejeição grande o suficiente para criar espaço a qualquer terceiro concorrente visto pelo eleitor como viável.

Richa, que hoje tem 47% das intenções de voto, segundo o Ibope, poderia assim estar sendo beneficiado pelo menos com 10% do eleitorado total que não tolera Gleisi nem Requião, mas que aceita votar nele. (No cenário com os três, só há 7% de brancos ou nulos, daí a conta dos 10%.) Ou seja: Richa sai, só por não ter a mesma rejeição nesse setor da população, com 700 mil votos de vantagem. É mais do que os 9% dos votos que o Ibope diz serem hoje de Gleisi.

O ponto é que Richa, caso não tivesse montado sua coligação gigante, poderia realmente ter de enfrentar mais candidatos, que ofereceriam outras opções a esses descontentes. E ele realmente eliminou pelo menos uma candidatura aparentemente importante às vésperas do início da campanha, ao retirar Silvio Barros (PHS) da corrida. Isso foi possível dando a vice para Cida Borghetti (Pros), cunhada de Barros. Não foi só o eleitorado de Maringá que Richa ganhou. Foi espaço para crescer.

Com Ratinho, dá-se o mesmo. Se Ratinho tivesse lançado um Pastor Everaldo qualquer por aqui, poderia dar um certo trabalho. Mas Richa foi hábil o suficiente para colocá-lo em seu grupo a tempo de evitar isso. E, mais uma vez, ao montar uma coligação ampla, pode ter dado o passo fundamental para manter sua hegemonia no estado.

Metodologia:

O Ibope entrevistou 1.204 eleitores, em 65 municípios, entre 24 a 28 de setembro, por encomenda da Sociedade Rádio Emissora Paranaense S/A. A margem de erro é de três pontos percentuais, para mais ou para menos. O nível de confiança é de 95%. A pesquisa está registrada no Tribunal Regional Eleitoral (TRE-PR) sob o protocolo PR-00042/2014.

Enviado por Rogerio Waldrigues Galindo, 29/09/14 3:44:11 PM

Fruet Nautico

O prefeito de Curitiba, Gustavo Fruet, deveria ser um dos grandes trunfos da senadora Gleisi Hoffmann para a campanha eleitoral de 2014. Em parte, claro, foi por isso que a petista apoiou o candidato em 2012, mesmo quando ele parecia ter poucas chances de vitória.

Fruet comanda uma cidade de quase 1,8  milhão de habitantes e com cerca de 1,1 milhão de votos. Mais da metade votou nele para prefeito. Sua presença na campanha seria até um modo de driblar o revés que o PDT causou a Gleisi no interior, com vários prefeitos (Cascavel, Pato Branco, Umuarama) abandonando a candidata e se bandeando para Beto Richa.

No entanto, Fruet pouco apareceu na campanha. O prefeito, que tem apostado forte nas mídias sociais, tanto na gestão quanto na página pessoal, não tem uma mísera foto ao lado de Gleisi em sua página de Facebook nas últimas semanas. Apareceu na tevê, certo. E nuns poucos eventos de rua, vá lá.

Mas a foto acima, por exemplo, mostra Fruet no fim de semana. Quando não teria agenda na prefeitura e poderia ajudar retribuindo o que Gleisi fez por ele em 2012, certo? Como a foto mostra, o prefeito preferiu dar uma passadinha no Parque Náutico ver campeonato de canoagem. Faz parte.

Enviado por Rogerio Waldrigues Galindo, 29/09/14 2:42:05 PM

Mais um vídeo sensacional do canal do professor José Wille no YouTube. Jaime Lerner, na campanha de 1985, faz um resumo do debate da noite anterior contra Roberto Requião. A eleição de 1985 estava entre os dois. E Lerner, contra o seu costume, fala grosso e enquadra o adversário, que, claro, reagiu. Requião acabou ganhando a eleição por meros 20 mil votos.

Enviado por Rogerio Waldrigues Galindo, 29/09/14 1:32:14 PM

Roberto Requião, PMDB, Eleições 2014

Então, hoje à noite vem (ou não) a “bala de prata” prometida por Roberto Requião. Lembrando que o senador é pródigo em prometer e não entregar denúncias do gênero, como ocorreu em 2012: disse que teria 60 mil CDs com vídeos contra Luciano Ducci e, no fim, admitiu que era só “brincadeirinha”.

No caso contra Beto Richa a coisa parece mais séria. Requião está há mais de uma semana afirmando que irá detonar o governador. Diz que a “revelação” de hoje à noite “acabará com a carreira política” do adversário. Esperemos para ver. Mas, desde já, restam algumas questões.

A primeira foi a pergunta feita por Paulo Bernardo: se Requião tem a bala de prata, por que não usou antes? Por que não usou, por exemplo, quando o PMDB estava prestes a pular o muro e ir para o lado do governador. Naquele momento, a própria candidatura de Requião estava ameaçada e ele sabia disso. Se tinha algo contra Richa, por que não usou?

A segunda é parecida: por que na última semana de campanha? A ideia talvez seja, nesse caso, contar que o abalo emocional causado pela denúncia, seja ela qual for, dure pelo menos cinco ou seis dias, o suficiente para se chegar à votação do próximo domingo. Como vimos com o trágico caso de Eduardo Campos, o voto decidido com base em forte apelo emocional não dura tanto. No caso de Marina Silva, ela explodiu nas pesquisas para, logo a seguir, começar pouco a pouco ver sua popularidade derretendo.

Mas pode ser também que a denúncia seja feita em cima da hora para evitar que seja apurada. Sabe-se que os jornais, caso haja a denúncia, se interessarão pelos fatos, e repórteres experientes podem confirmar ou não o que for dito. Mas esse tipo de pesquisa às vezes demora um pouco. E pode ser que só se publique algo sobre o assunto com mais consistência depois de domingo.

Tudo isso, claro, se explicará depois de Requião dizer a que veio. Mas que parece tudo muito estranho, isso parece.

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