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Enviado por Rogerio Waldrigues Galindo, 01/09/14 10:04:49 AM

Eleições sempre trazem surpresas. Tudo indica que dois sujeitos não podem nem mais se olhar na cara e, de repente, estão lá pedindo votos um para o outro, como se confiassem cegamente no Fulano. O blog separou umas fotinhos que saíram recentemente nas mídias sociais e que me que falam por si mesmas.

Caito

Ainda esses dias, Caíto Quintana era cotado para ser vice de Beto Richa e trabalhou para impedir a candidatura de Requião. Olha ele aí no fim de semana que passou.

Richa Ratinho 3

 

Richa, Ratinho e Ratão se pegaram feio na eleição municipal de 2012. Lembra? Um era cueca de seda, o outro era o Comandante Júnior, que não sabia fazer nem decolar o avião. Olha os três aí na semana passada. Ah, mas o negócio era com o Ducci…

Ducci Ratinho

 

Mas e então como explicar essa? Olha o Ducci e o Ratinho Jr. numa foto colocada no Facebook do ex-prefeito. Tem várias dessas por lá.

Beto Alvaro

 

Richa e Alvaro de mãos dadas…

Sociologo Gleisi

No caso de Gleisi, o PT praticamente não fechou parcerias (a não ser com o PCdoB e outros partidos ainda menores). Mas ela também tem apoios inusitados, como o deste “sociólogo” de bancos de imagens. (A brincadeira com essas imagens de Shutter nunca fica velha, né?)

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Enviado por Rogerio Waldrigues Galindo, 01/09/14 7:31:40 AM

Foi anunciada a próxima pesquisa do Ibope para o Paraná. Sai na quarta-feira, no Paraná TV 2.ª Edição, à noite. A contratante é a RPC e serão ouvidos 1.008 eleitores.

O único fato relevante desde a última pesquisa de instituto grande no estado foi o debate na Band na semana passada, com suas devidas repercussões. Terá sido suficiente para mudar alguma coisa?

Enviado por Rogerio Waldrigues Galindo, 29/08/14 3:11:22 PM

O senador Roberto Requião admite que não teve um bom desempenho no debate da Band. Era visível durante o programa que ele não estava em seus melhores momentos. Via Twitter, Requião disse que a culpa foi do cansaço.

Requiao cansado

Enviado por Rogerio Waldrigues Galindo, 29/08/14 11:32:09 AM

Debate band

O debate na Band, nesta quinta, não deve ter tirado pontos de ninguém, nem deve ter mudado radicalmente a situação da eleição. Mas mostrou tendências interessantes de cada candidatura. Veja abaixo como cada um se saiu e o que isso pode dizer para o restante do primeiro turno:

Beto Richa

O governador, que não é exatamente conhecido como um mestre da oratória, se saiu surpreendentemente bem no primeiro confronto com Roberto Requião. Requião escolheu o adversário logo para a primeira pergunta (quando ainda havia mais gente acordada). Foi irônico como sempre e levou uma bordoada como poucas vezes lhe acontece. Richa chamou-o de mentiroso contumaz e Requião sentiu o golpe, aparentemente.

Richa também procurou Gleisi para o debate por iniciativa própria, e fez o papel de antipetista (que, aliás, é uma coisa que parece sincera nele, já que em toda a sua carreira sempre esteve contra o PT, sem exceções). De resto, não tropeçou muito feio e pareceu menos “ensaiado” do que o costume.

Roberto Requião

O velho senador parecia longe de sua melhor forma. Primeiro, não conseguia terminar as perguntas nos 30 segundos que lhe eram dados e ficava irritado por isso. Chegou a dizer que daquele modo “o debate era impossível”. Mas claro que devia saber as regras. Antes de começar o evento, na entrada, disse aos repórteres que não precisava se preparar para o debate porque já foi governador três vezes. “Os outros é que precisam se preparar”, disse. Deu nisso.

Também ficou estranho quando tentou fazer o tipo do senhor calmo que foi agredido pelo jovem Richa. O papel não lhe cai bem, e ainda deu margem a que dissessem que o antigo vigor deu lugar a um comportamento passivo demais. De resto, conseguiu em um ou outro momento pressionar Richa. Não quis debater com Gleisi e preferiu fazer perguntas aos nanicos. Mesmo assim, ainda se disse “injustiçado” por Bernardo Pilotto.

Gleisi Hoffmann

A senadora se mostrou articulada e preparada para fazer perguntas difíceis. Preparou até uma piadinha com base em um texto deste blog, dizendo que o governador Beto Richa se diz surpreso tantas vezes que parece um “governador Kinder Ovo”. A piada foi meio infame, mas imediatamente deu margem para que se criassem memes sobre Richa na internet.

Levou uma invertida feia de Túlio Bandeira. Desnecessariamente levantou a ficha criminal do adversário e ouviu dele o que não queria: o fato de ter contratado um tipo como Eduardo Gaiveski, acusado de estupro, para a Casa Civil. De resto, foi bem nos confrontos diretos.

Túlio Bandeira

Seu grande momento foi o confronto com Gleisi. Deu uma lambada na senadora, mas teve de admitir que foi preso e prometeu provar sua inocência. De resto, sem grandes novidades.

Ogier Buchi

O papel do apresentador da Rede Massa foi o de dizer que o debate estava tendo baixaria demais e poucas propostas. Falou de pedágio para tentar pôr Requião na parede e pouco mais.

Bernardo Pilotto

O candidato do PSol estava visivelmente nervoso, o que ficou claro logo de cara quando a câmera pegou a imagem dele de olhos fechados, como se estivesse rezando. Virou meme, claro. Foi ignorado nos primeiros blocos e restrito a fazer duplinha com o PSTU falando de temas caros à esquerda. Mais tarde, conseguiu acuar Requião ao responder para ele sobre hospitais regionais: Requião esperava um escada para falar de seu governo, mas Pilotto foi em direção bem diferente.

Rodrigo Tomazini

O típico candidato da esquerda mais à esquerda que a esquerda, falou de privatização no caso do HU. Queria falar HC, mas se confundiu até nisso. Fez um discurso confuso sobre machismo e prometeu lavanderias públicas para aliviar o drama da dupla jornada das mulheres.

Geonísio Marinho

Único candidato declaradamente de direita, teve seu melhor momento ao corrigir Gleisi, que falava da rebelião em Cascavel e se atrapalhou, dizendo que a rebelião tinha sido na Papuda. Geonísio fez a correção com uma tranquilidade incomum para alguém sem experiência. Tentou ser poético em alguns momentos e não funcionou.

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Enviado por Rogerio Waldrigues Galindo, 28/08/14 4:35:23 PM
Foto de Aniele Nascimento/Gazeta do Povo.

Foto de Aniele Nascimento/Gazeta do Povo.

A notícia de que a Copel vai cortar investimentos mas, mesmo assim, manterá o pagamento de 50% dos lucros aos acionistas, não podia vir em pior hora para o atual governo. A eleição está a apenas um mês e meio de distância e os adversários de Beto Richa (PSDB) certamente não deixarão isso passar em brancas nuvens.

Conforme revela a bela reportagem de Fernando Jasper, a Copel, joia da coroa estadual, decidiu durante o governo Richa aumentar de 25% para 50% o valor repassado aos acionistas da empresa. Parte do que a lei permite, sem dúvidas. Agrada ao mercado, com certeza. Mas tira dinheiro da companhia.

Para fechar as contas, há dois jeitos básicos. Um deles é aumentar a conta. Os paranaenses estão cansados de saber que ela subiu em praticamente um quarto de seu preço recentemente. Vai doer no bolso. E esse é um dos problemas para o governo: o que pesa no bolso é sempre bom argumento eleitoral.

O segundo caminho é justamente cortar investimentos. Os efeitos disso podem não ser perceptíveis no curto prazo. Mas desde já, certamente, serão motivo de discussão na campanha.

Enviado por Rogerio Waldrigues Galindo, 28/08/14 4:25:04 PM

Aviso aos navegantes: este blogueiro, junto com outros jornalistas da Gazeta do Povo, estará cobrindo o debate entre os candidatos a governador na Band a partir de 22 horas. Aqui no site mesmo. Promete ser divertido. Apareçam!

Enviado por Rogerio Waldrigues Galindo, 28/08/14 1:20:39 PM

band-Debate-2014

O primeiro debate entre os candidatos ao governo do estado tende a ser interessante, até porque aparentemente a eleição está em aberto. (Aliás, esse é motivo para outro post futuro: a eleição para o governo no Paraná nunca é fácil!)

O blog preparou uma lista de dez coisas que você provavelmente verá caso ligue a tevê para assistir ao confronto entre os oito candidatos. Veja abaixo.

1- Vai atrasar

A Band tem todo o mérito de ser a emissora com mais tradição na realização de debates, desde os anos 1980. Aqui no Paraná tem prestado bons serviços a cada dois anos. Mas nunca, nunca começa na hora. Pelo menos uns 20 minutinhos de atraso você pode esperar.

2- Confrontos entre Richa e Requião

Requião tem para si que a disputa é entre ele e o atual governador. E não tem interesse em tirar pontos de ninguém mais que possa lhe ajudar a somar votos para forçar o segundo turno. Por isso, não incomodará a “menina Gleisi” e deve ir na jugular de Richa.

3- Confrontos entre Requião e a “menina” Gleisi

No caso da petista, o adversário direto dela é Requião, caso ela tenha interesse em achar uma vaguinha para si no segundo turno. Portanto, pode ser que ela tente confrontar o ex-governador, apesar de essa ser sempre uma estratégia arriscada.

4- Haverá auxiliares?

Sempre surgiram boatos de que dois dos candidatos ao governo poderiam estar no jogo para facilitar a vida de Beto Richa. Ogier Buchi é ligado a Ratinho, e Túlio Bandeira foi assessor de Ademar Traiano, líder de Richa na Assembleia (além de ter advogado para Beto em 2010). Hoje eles mostrarão se isso é só boato. Irão para cima de Requião?

5- Requião mais calmo que água de poço

O senador sabe que o estilo esquentado que ele mostra na maior parte do tempo pode aumentar sua rejeição, o que dificulta uma eleição majoritária. Em 2006, ele disse numa entrevista, após um debate em que nem pareceu ele mesmo, que as pesquisas internas mostraram que o espectador gostou daquele sujeito tranquilo que estava governando o Paraná.

6- Geonísio e a direita

O candidato do PRTB, Geonísio Marinho, vem chamando a atenção nos eventos de campanha por defender uma plataforma de direita que andava em desuso por essas bandas. Diz por exemplo que era do tempo em que fumar era bonito e ser homossexual era feio. Pode causar polêmicas com declarações do gênero.

7- Bernardo Pilotto e o HC

Embora a eleição seja estadual e nada tenha a ver com o HC (ou muito pouco), o candidato do PSol, que é funcionário do hospital, certamente aproveitará o espaço para criticar a UFPR por aderir à empresa pública de hospitais. De resto, será menos irônico que seus antecessores, mas destilará um desprezozinho pelos outros candidatos “da burguesia”.

8- Gleisi, a fiel escudeira

Gleisi, que já foi definida por alguém como “o único homem da bancada do PT no Senado”, será questionada por decisões do governo Dilma, como a construção de um porto em Cuba e a contratação dos cubanos para o Mais Médicos. Reagirá defendendo a “presidenta” como faz no Senado, com unhas e dentes, mas sem desmanchar o penteado.

9- Os apelidinhos de Beto

Requião, para desmoralizar o adversário, tem usado vários apelidinhos graciosos para definir Richa. O mais amistoso é “Beto Moreno”. O mais pesado, para confrontar o governador quando ele o chama de truculento, é “Turco lento”. Para cumprir com sua ideia de ser calmo (ver item 5), preferirá algo mais leve, como a piada de que o governador é bonito, bem penteado e queimado de sol: só não gostaria é de acordar cedo.

10- Essa nunca falha

Todos dirão que ganharam o debate.

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Enviado por Rogerio Waldrigues Galindo, 28/08/14 11:54:04 AM

Depois que o blog revelou que os candidatos ao governo estavam usando fotos de eleitores “de mentirinha”, compradas em banco de imagem para fingir que eram paranaenses dispostos a lhes dar os votos, eles passaram rapidinho a encontrar eleitores de verdade.

Primeiro foi Roberto Requião que tirou um sarrinho da estratégia dos concorrentes, publicando fotos de “eleitores de verdade”:

Eleitora Requião

Depois, Beto Richa passou a divulgar fotos de gente real:

Eleitora Richa

E agora, por último, foi a vez de Gleisi aderir ao mundo real:

Eleitora Gleisi

Não fica mais bonitinho do que aqueles modelos photoshopados?

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Enviado por Rogerio Waldrigues Galindo, 28/08/14 11:15:20 AM

Mais um vídeo achado pelo professor José Wille (literalmente, ele foi meu professor na UFPR). Este mostra o jovem Beto Richa em sua primeira tentativa de eleição, em 1992. Ele disputou uma vaga de vereador em Curitiba e perdeu. Venceria a primeira eleição dois anos depois, para deputado estadual. Na época deste vídeo, Beto tinha 25 anos.

Enviado por Rogerio Waldrigues Galindo, 28/08/14 7:12:12 AM
rossoni

Rossoni: quatro ausências no mês.

O mês de campanha eleitoral fez com que 42 dos 54 deputados estaduais estivessem ausentes a pelo menos uma das nove sessões realizadas em plenário. Apenas 12 estiveram em todas elas. E alguns chegaram a ter quatro ausências no mês, comparecendo apenas à metade das já minguadas sessões.

Antes de mais nada, demos o devido reconhecimento aos 12 que compareceram a todas as sessões. São eles:

Artagão Júnior
Douglas Fabrício
Ênio Verri
Gilberto Ribeiro
Jonas Guimarães
Luiz Cláudio Romanelli
Nelson Luersen
Pastor Edson Praczyk
Pastor Gilson de Souza
Tadeu Veneri
Tercílio Turini
Wilson Quinteiro

Sete deputados apresentaram atestados médicos para justificar a falta.

Caíto Quintana – 5 ausências
Alexandre Curi – 3 ausências
Duílio Genari
Felipe Lucas
Hermas Brandão Jr.
Luiz Accorsi
Ney Leprevost

Trinta e quatro parlamentares apresentaram outras justificativas para evitar o desconto de R$ 650 por sessão.

Valdir Rossoni – 4 ausências
Plauto Miró – 3 ausências
Ademir Bier – 2 ausências
Duílio Genari – 2 ausências
Nelson Garcia – 2 ausências
Professor Lemos – 2 ausências
Adelino Ribeiro
Ademar Traiano
André Bueno
Anibelli Neto
Bernardo Ribas Carli
Caíto Quintana
Cantora Mara Lima
Dr. Batista
Élio Rusch
Elton Welter
Evandro Jr.
Felipe Lucas
Fernando Scanavaca
Francisco Bührer
Hermas Jr.
Luciana Rafagnin
Luiz Eduardo Cheida
Marla Tureck
Nelson Justus
Nereu Moura
Ney Leprevost
Paranhos
Pedro Lupion
Péricles de Mello
Rasca Rodrigues
Stephanes Jr.
Teruo Kato
Waldyr Pugliesi

E dezenove terão o desconto no salário.

Toninho Wandscheer – 4 ausências
Hermas Jr – 3 ausências
Mauro Moraes – 3 ausências
André Bueno – 2 ausências
Cantora Mara Lima – 2 ausências
Cleiton Kielse – 2 ausências
Nereu Moura – 2 ausências
Osmar Bertoldi – 2 ausências
Roberto Acioli – 2 ausências
Adelino Ribeiro
Duílio Genari
Élio Rusch
Elton Welter
Luiz Accorsi
Luiz Eduardo Cheida
Marla Tureck
Nelson Justus
Ney Leprevost
Waldyr Pugliesi

O deputado Ney Leprevost foi o único a pedir licença sem vencimentos. Mas fez isso só nas últimas duas sessões do mês, quando já constava como um dos faltosos do mês.

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