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TST: 40% dos funcionários dos Correios devem trabalhar

Caso a determinação não seja cumprida, será aplicada multa diária de R$ 50 mil às federações representantes dos trabalhadores. O despacho, segundo a ministra, será publicado imediatamente no diário eletrônico da Justiça

 
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A ministra do Tribunal Superior do Trabalho (TST) Maria Cristina Peduzzi reconheceu nesta quarta-feira (19) que a greve dos trabalhadores da Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos (ECT) já atinge a maioria da categoria. "Foi identificado o caráter nacional do movimento", disse. Ela determinou, porém, que o sindicato precisa garantir a prestação de serviços com participação de 40% dos trabalhadores em cada setor.

Caso a determinação não seja cumprida, será aplicada multa diária de R$ 50 mil às federações representantes dos trabalhadores. O despacho, segundo a ministra, será publicado imediatamente no diário eletrônico da Justiça. A juíza disse que apesar de não considerar o serviço dos Correios de caráter essencial prevista em lei, ele é importante para a sociedade, que não pode ficar desprovida. Por isso, adotou a faixa mínima de atuação.

A ministra Katia Arruda será a relatora do processo protocolado pela ECT contra a greve. Segundo Maria Cristina, as duas partes devem se manifestar até o dia 24, ao meio-dia. As paralisações começaram no Pará e em Minas Gerais.

Segundo a ECT, a greve ocorre agora em 19 Estados mais o Distrito Federal. Não aderiram ao movimento, de acordo com os Correios, os Estados do Acre, Bahia, Maranhão, Mato Grosso do Sul, Rondônia, Roraima, Amapá (que não possui sindicato da categoria) e a região mineira de Juiz de Fora e Uberaba.

Já conforme a Federação Nacional dos Trabalhadores dos Correios e Telégrafos (Fentect), a greve contou com a adesão de um total de 22 a 25 sindicatos dos 35 existentes. Além disso, haverá duas assembleias nesta quarta e outra no próximo dia 24.

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