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“A torcida tem direito de protestar”, admite jogador do Paraná. Técnico ressalta utilização da base

Faixa estendida e vaias foram as formas que a torcida do Paraná encontrou para protestar. | Hugo Harada/Gazeta do Povo
Faixa estendida e vaias foram as formas que a torcida do Paraná encontrou para protestar. Hugo Harada/Gazeta do Povo
 
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A derrota do Paraná em casa para o Tupi por 2 a 0 nesta sexta-feira (25) e a certeza que 2017 será o décimo ano na Série B fez a torcida do Tricolor presente na Vila Capanema protestar. Para o lateral-esquerdo Fernandes, as cobranças foram justas.

“Ficamos devendo muito em 2016, podíamos ter feito mais. A torcida tem todo o direito de protestar”, avaliou o jogador, que ainda não sabe se está nos planos da diretoria para a temporada de 2017.

“Tomara que no ano que vem essa equipe possa estar melhor. É trabalhar para estar mais firme e forte”, definiu Fernandes. O Tricolor fechou 2016 com a pior campanha do clube na história da Série B, com 41 pontos, na 15.ª colocação.

Além da péssima campanha, o Tricolor ainda conseguiu ter um desempenho ruim dentro de campo contra uma equipe rebaixada, mesmo jogando em casa. Ao menos, teve chance de colocar sete jogadores da base em campo.

“Terminamos o campeonato de uma forma que não esperávamos. Queríamos disputar lá em cima”, avaliou o técnico interino Fernando Miguel. “Gostaria de dar uma vitória pra torcida, infelizmente ela não veio. Mas o objetivo não era o resultado, era outro. Foi o nosso planejamento usar os meninos na medida do possível”, completou.

Agora, o Paraná se estrutura para 2017, com nova comissão técnica e reavaliação do elenco que fechou 2016 com cinco jogos seguidos sem vitória.

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