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Sapezal (MT) - Na primeira safra o cereal ocupa uma área quase insignificante no Mato Grosso. Neste ano, deve ficar abaixo de 130 mil hectares, para uma produção estimada de 542 mil toneladas. Por outro lado, o Mato Grosso também define sua vocação para a safrinha de milho, que no ano passado rendeu ao estado 7,6 milhões de toneladas, em uma área de 1,5 milhão de hectares. Para o próximo ano, porém, o investimento na safrinha, que começa a ser plantada em janeiro, na sequência da colheita da soja, ainda é um ponto de interrogação. Preço, mercado, oferta e demanda, interna e mundial, adiam as definições. Nas duas safras, o milho mato-grossense tem potencial para 8 milhões de toneladas.

No Paraná, o maior produtor do cereal no país, a oferta pode atingir 12,5 milhões de toneladas – 7 na primeira e 5,5 na segunda safra. A confirmar as previsões, o estado irá colher entre 25 e 26 milhões de toneladas de milho e soja. O intervalo para o Mato Grosso fica entre 24 e 25 milhões de toneladas. Ou seja, o clima não será apenas uma variável, mas um fator determinante no rendimento e na posição dos dois estados no ranking nacional, em se tratando da participação dessas duas culturas, que em volume representam 80% da produção brasileira de grãos.

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