Nem mesmo a alta do dólar no mercado internacional foi capaz de impedir que a soja atingisse o maior valor dos últimos quatro anos, ontem, na Bolsa de Chicago. O primeiro contrato da oleaginosa subiu mais de 54,25 pontos em relação ao dia anterior e terminou o pregão cotado a US$ 16,2650 por bushel (equivalente a US$ 35,88 por saca).
O milho também teve alta expressiva, fechou em alta de 49,25 pontos e valor de US$ 7,68 por bushel (US$ 18,14 por saca), com base no vencimento julho/12.
A alta foi impulsionada pela seca no Meio-Oeste dos Estados Unidos. Com previsões meteorológicas preocupantes, os investidores estão precificando uma provável quebra de produção do país, principal player do mercado de grãos, o que apertaria ainda mais o quadro de oferta mundial.
Segundo o Serviço Nacional de Meteorologia norte-americano (NOAA, na sigla em inglês), mais de 30% do Corn Belt, a principal região agrícola do país, apresentam condições de seca severa ou extrema. No início do ano esse índice era de 6%.
Com STF politizado, fugas de réus da direita se tornam mais frequentes
Estatais batem recorde na Lei Rouanet enquanto contas públicas fecham no vermelho
Frases da Semana: “Pela primeira vez, os brasileiros estão com inveja da Venezuela”
ONGs relatam mais de 100 mortos sob repressão do regime do Irã, que ameaça EUA