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Definitivamente, a safra de soja na Argentina será além do previsto no início da temporada 2013/14. O país vizinho, responsável pela segunda maior oferta do produto na América do Sul – atrás somente do Brasil – deve retirar dos campos 55,7 milhões de toneladas. A projeção foi lançada ontem pela Bolsa de Rosário. Na semana passada, a Bolsa de Buenos Aires já havia revisado para cima a sua estimativa em 1 milhão de toneladas – a previsão anterior era de 54,5 milhões de toneladas. No início do ciclo atual, os argentinos acreditavam que o potencial de produção da oleaginosa era de no máximo 55 milhões de toneladas. Ou seja, o volume que está se confirmando é surpresa até mesmo para eles.

Se alcançado, o resultado atual entrará para a história do país, que teve seu último recorde registrado na safra 2009/10, quando as lavouras renderam 54,5 milhões de toneladas de soja. Desde então, a marca de 50 milhões de toneladas vem sendo perseguida, mas só agora deve ser superada. A venda da produção, porém, segue travada na Argentina, que comprometeu somente 27% do total esperado, contra 34% nesta época de 2013.

Pressão29% É a queda prevista pela Goldman Sachs para as cotações internacionais da soja nos próximos seis meses devido ao aumento da oferta global do produto. O milho deve cair 20% e o trigo, 18%, aponta o banco de investimentos.

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