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De acordo com a JBS, 795 colaboradores trabalhavam em atividades de desossa na unidade de Presidente Epitácio. | Divulgação/MPT
De acordo com a JBS, 795 colaboradores trabalhavam em atividades de desossa na unidade de Presidente Epitácio.| Foto: Divulgação/MPT

A JBS encerrou as atividades do frigorífico de Presidente Epitácio, no interior de São Paulo. Em junho, a empresa havia suspendido o fechamento da unidade para negociar benefícios tributários com o governo do estado. No entanto, a empresa afirma que não obteve nenhum posicionamento e as demissões começaram no início desta semana. Ao todo, 795 pessoas trabalhavam no local.

Em nota, a companhia diz que “realizou todos os esforços possíveis para manter o funcionamento da planta, adiando o fechamento por um mês, enquanto aguardava a definição de um posicionamento do governo do Estado de São Paulo sobre as novas regras tributárias, mas não obteve retorno até o momento”.

O fechamento da unidade já foi comunicado ao sindicato representativo da região e ao Ministério Público do Trabalho.

A Secretaria de Agricultura, também em nota, afirma que são “permanentes” as conversas entre governo e representantes do setor frigorífico paulista sobre diversas questões, entre elas a questão tributária. “Vale ressaltar que, atualmente, o setor já conta com um regime especial de tributação, de forma a viabilizar tais atividades, buscando diminuir os efeitos da prejudicial guerra fiscal que existe, movida por alguns Estados da Federação”.

De acordo com a JBS, 795 colaboradores trabalhavam em atividades de desossa na unidade de Presidente Epitácio. Será oferecida a eles a possibilidade de transferência para outras unidades. “Para aqueles que não puderem ou não aceitarem a transferência, a JBS promoverá o desligamento, de acordo com aquilo que prescreve a legislação, bem como todos os acordos e regras vigentes”.

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