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No asfalto, a picape roda com desenvoltura e ainda oferece o conforto de um automóvel para todos seus ocupantes | Fotos: Wagner M./Toyota
No asfalto, a picape roda com desenvoltura e ainda oferece o conforto de um automóvel para todos seus ocupantes| Foto: Fotos: Wagner M./Toyota

Picape faz teste de longa duração com a Expedição Safra da RPC

Há três anos na estrada, a Expedição Safra, da Rede Paranaense de Comunicação (RPC), já percorreu mais de 40 mil quilômetros pelas regiões produtoras do Paraná e do Brasil. Os veículos oficiais da expedição são a picape Toyota Hilux e o utilitário esportivo SW4.

Para Giovani Ferreira, editor de Agronegócios, trechos com muita lama, buracos, terra fofa e sem pavimentação, são enfrentados diariamente pela expedição, integrada por jornalistas e técnicos, que faz um completo levantamento da produção de grãos no país. E para tanto, nada melhor do que contar com estes modelos da marca japonesa, que além do desempenho também priorizam o conforto em longas viagens. A expedição que está completando três anos de parceria com os veículos Toyota, ainda segundo Ferreira, vai percorrer mais de 15 mil quilômetros neste ano pelos estados do Paraná, São Paulo, Goiás e Minas Gerais. E nos anteriores a expedição foi aos estados do Mato Grosso, Tocantins, Maranhão, Piauí e Bahia, sem que os veículos apresentassem qualquer defeito mecânico.

  • Com as recentes mudanças, a picape está com o visual mais robusto
  • Console central com porta-óculos e comandos do som no volante
  • Caçamba pode levar até 1.000 quilos de carga e as rodas são de liga leve
  • Desempenho e corforto da Hilux são destacados pela equipe do projeto Expedição Safra da RPC

As picapes contam uma bem-sucedida história de êxodo rural, desdobrando para o asfalto das cidades um duelo antes travado apenas na poeira do off-road. Nessa briga não há perdedores, mas um grande vitorioso: o consumidor. Tudo porque, para ganhar terreno nesse segmento, as fábricas seguem aperfeiçoando cada vez mais seus modelos – principalmente os da linha diesel – com itens de conforto e desempenho.

Uma das boas opções deste segmento é a picape Toyota Hilux, fabricada na Argentina e que teve a sua linha 2009 lançada em outubro do ano passado. Por fora, a picape permaneceu com o mesmo design, exceto na parte superior da grade dianteira e do conjunto óptico. A parte inferior da grade ficou retilínea, e os pára-choques, mais encorpados. Com isto, a picape aumentou a impressão de robustez, que é uma de suas características marcantes. No seu interior, a Hilux recebeu novos itens de série. A versão SRV, por exemplo, recebeu computador de bordo, comandos no volante (do som e do computador), Cruise control (piloto automático), painel com iluminação diferenciada e ar-condicionado digital. As rodas são de 16’ calçadas com pneus 265/70.

Motor

O motor é um 3.0 16V, que gera 163 cv de potência a 3.400 rpm e torque (força) de 35 kgfm a partir de 1.400 rpm. Com câmbio manual de cinco marchas e na configuração de cabine dupla, a Hilux SRV turbodiesel 3.0 está com o preço de R$ 117 mil (IPI reduzido) na Toyota Sulpar em Curitiba.

Mas para os apreciadores da marca japonesa, a Hilux oferece nada menos do que 11 versões e todas as configurações 4x2 da picape possuem diferencial traseiro com deslizamento limitado, um sistema antiderrapante batizado de LSD pela Toyota, o qual evita a transferência de toda a força para a roda que eventualmente comece a girar em falso.

Conforto de carro

Assumindo o volante da Hilux e dando a partida, a sensação é de estar conduzindo um carro de passeio. Além de uma posição de dirigir privilegiada, o motorista conta com regulagens de altura do volante e do banco. Em relação ao conforto há espaço de sobrapara os ocupantes e vários porta-objetos espalhados em seu interior. No asfalto, a picape roda suave e chega até mesmo a ser silenciosa. Os engates das marchas são precisos e macios. O motor com turbocompressor de geometria variável (TGV), que atua desde as baixas rotações, é mais do que suficiente para empurrar os seus 2.910 quilos e garantir ultrapassagens e retomadas seguras. Na hora de enfrentar terrenos adversos, a tração é selecionada por uma pequena alavanca.E graças aos seus ângulos de ataque e saída, a picape supera os obstáculos com desenvoltura como se estivesse em seu habitat natural.

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