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Adesivos quadriculados e rodas de 15” pretas dão um toque esportivo ao modelo. Seu motor é 1.6 16V de 112 cv, o mesmo do Sandero Stepway | Divulgação/Renault
Adesivos quadriculados e rodas de 15” pretas dão um toque esportivo ao modelo. Seu motor é 1.6 16V de 112 cv, o mesmo do Sandero Stepway| Foto: Divulgação/Renault
  • Modelo vem com aerofólio no tom preto brilhante e lanternas são escurecidas
  • Console e puxadores em preto brilhante lembram os esportivos italianos
  • Contagiros com números destacados
  • Cinto de segurança na cor vermelha

O Sandero GT Line é um carro para ser mostrado. Pelo menos, ao que parece, essa foi a intenção da Renault ao lançar a versão especial no fim de 2010. Todo adesivado e com uma combinação de cores que remete à esportividade, o hatch busca um público que aprecia ver e ouvir reações de curiosidade pelas ruas.

Foi assim quando a reportagem do caderno Automóveis, Motos & Cia avaliou o modelo logo após ele estrear no mercado. A cada parada no semáforo ou em postos de combustíveis e supermercados, os olhares convergiam para o San­­dero diferenciado, com rodas de liga leve de 15 polegadas pintadas de preto – há quem prefira as ro­­das cinza grafite do Sandero Vibe, outra versão limitada da Renault também voltada para esse mesmo público segmentado. A cor preta tinge ainda os retrovisores e as co­­lunas "B" das portas.

Os faróis possuem máscara negra, as lanternas são escurecidas, o aerofólio traz tom preto brilhante e a ponteira do escapamento é cromada. Com todo esse pacote, é quase impossível passar despercebido. O visual chamativo se completa com os adesivos quadriculados na traseira e nas laterais e a inscrição "GT Line" ao lado do farol esquerdo, entre a tampa do capô e a grade, e na tampa do porta-malas.

Por dentro, mais exclusividade. Cores vermelhas aparecem nos cintos de segurança (já adotadas no passado pelo Uno 1.5 e 1.6R) e em costuras nos bancos, que têm tecido em alto relevo, e no volante, além da inscrição do modelo nos encostos de cabeça dianteiros. Destaque para o preto brilhante da moldura central do painel e dos puxadores de portas, com inspiração nos esportivos italianos.

O grafismo do quadro de instrumentos acompanha a proposta do carro, com números mais destacados do contagiros e velocímetro. Os medidores digitais da gasolina e temperatura do motor estão em fundo escuro.

O motor 1.6 16V Hi-Flex (o mesmo do Sandero Stepway) caiu muito bem. São 112 cv de potência e 15,5 kgfm de torque quando abastecido com etanol, sendo que 90% desses valores já aparecem a 2.000 rpm, o que, na prática, se traduz em retomadas seguras e ágeis ar­­rancadas. Ele é capaz de acelerar de 0 a 100 km/h em 10,1 segundos e pode atingir 184 km/h de velocidade máxima. A parte mecânica não traz alterações em relação às de­­mais versões do San­­dero. Isso significa que o tradicional conforto e espaço da linha, ba­­­­seada na plataforma do Logan, se manteve.

De fábrica, o GT Line conta com air bag duplo, ar-condicionado, direção hidráulica, banco do mo­­torista com regulagem de altura, aviso sonoro das luzes acesas, fa­­róis de neblina, computador de bordo, desembaçador traseiro, rádio CD/MP3 com comando satélite na direção, trio elétrico, volante revestido em couro e alarme. Tudo por R$ 43 mil (preço médio em Curitiba). Freios ABS são opcionais e encarece o veículo em R$ 1.000. Além da pintura vermelha, o cliente tem a opção do bran­­co, prata e preto. A previsão da Re­­nault é comercializar a série li­­mitada até maio.

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