A banda gaúcha Apanhador Só dribla o momento indefinido da indústria fonográfica com criatividade e ousadia.
Neste sábado(07), a banda lança Paraquedas, EP em vinil de sete polegadas, em um show no Teatro Paiol, em Curitiba.
>>Assista ao clipe "Um Rei e o Zé"
Neste sábado (7), o Caderno G traz uma matéria para quem quer conhecer ou saber mais sobre a banda. Para adiantar, confira um trecho do bate-papo de Cristiano Castilho com Alexandre Kumpinski, vocalista e guitarrista:
Qual a história dessas duas novas músicas?
As duas são composições minhas. "Paraquedas" é a mais recente. Mas podemos dizer que "Salão de Festas" é mais inédita porque não vínhamos tocando ela nos shows. Creio que as duas músicas são um reflexo da nossa experimentação, nós testamos os nossos limites.
O Apanhador desde o começo da carreira vem recebendo boas críticas e uma boa aceitação. Muito por conta das letras acima da média e dessa criatividade de vocês, nos lançamentos, clipes e shows. Em que momento está o Apanhador no pop rock do Brasil?
Acho que a banda vem crescendo cada vez mais. Não tivemos um momento de baixa tremenda. Desde 2010, quando lançamos o disco, vivemos uma espécie de "boom". Estamos crescendo a passos firmes e lentos. Isso é bom e nos deixa tranquilos. E também acho que o público que nos acompanha não faz isso por modismo, mas sim porque gosta mesmo de nós. Tenho uma certa dificuldade em nos enxergar, mas posso dizer que, no Brasil, a Apanhador Só existe de fato. E isso é bom.
E do Teatro Paiol, o que acham?
Demais. Tocamos no Paiol ano passado. O lugar é incrível. A arquitetura, o público, que fica pertinho. A energia. Tudo, enfim. Esperamos que seja ainda melhor do que o show anterior.
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