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Um dos grandes trunfos de “Maze Runner: Prova de Fogo” é ser um filme diferente do primeiro episódio, “Correr ou Morrer”. Tanto na história, que ganha novos ingredientes, personagens e desdobramentos, quanto no tratamento do filme, que conta com mais ação e cenários renovados.

Novo “Maze Runner” une diferentes gerações de atores

“Prova de Fogo”, segundo filme da série, reúne no elenco jovens atores e Giancarlo Esposito, que já trabalhou com Spike Lee

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Aos desavisados, o melhor conselho é começar pelo primeiro filme. Nele, Thomas (Dylan O’Brien) acorda sem memórias em uma clareira onde vários garotos vivem em comunidade, isolados por um labirinto protegido por criaturas estranhas. Junto com Teresa (Kaya Scodelario), Minho (Ki Hong Lee) e Winston (Alexander Flores), ele consegue escapar, mas ainda tenta desvendar o mistério que cerca a CRUEL, organização que os manteve no local.

Nesse segundo filme, o grupo é mantido pela organização com outros jovens em uma espécie de centro de pesquisas. Eles estariam no local por serem considerados imunes a uma epidemia que dizimou parte da humanidade após uma catástrofe global. Quando percebem que há algo errado, os garotos fogem e buscam ajuda com supostos rebeldes.

Se no primeiro filme a trama se concentrava no mistério em torno do isolamento e nas tentativas dos jovens de escapar do labirinto, em “Prova de Fogo” a ação é bem mais intensa. Lutas, tiroteios, correria entre escombros e fuga de zumbis são alguns dos elementos que não deixam o espectador se acomodar na poltrona por muito tempo.

Apesar do ritmo frenético, “Prova de Fogo” consegue segurar o suspense da história, mantendo questionamentos em aberto e dúvidas sobre os personagens. Não há nada de inovador, inclusive são muitos os clichês e as referências a filmes como “Mad Max”. Mas, se tratando de uma sequência, consegue ir além e aprimorar uma franquia que, se não é excepcional, garante um bom entretenimento.

Assista ao trailer:

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