Peça mistura folclore pernambucano ao conto de Mia Couto| Foto: Cristina Beskow / Divulgação

Teatro

Veja informações destas e outras peças no Guia da Gazeta do Povo.

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O Grupo Peleja, de Recife, apresenta hoje, às 20 horas, o espetáculo Gaiola de Moscas no Teatro Sesc da Esquina. A montagem nasceu a partir de pesquisas corporais dos integrantes da companhia sobre a festa popular do Cavalo Marinho, evento de Pernambuco semelhante ao folguedo do bumba-meu-boi (veja o serviço completo no Guia Gazeta do Povo).

A peça mistura as características do festejo ao conto homônimo do escritor moçambicano Mia Couto. "Trata-se de um texto de três páginas, que estendemos em um enredo de 50 minutos, misturando contação de histórias, dança e teatro", diz o ator Eduardo Albergaria.

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Dirigida por Ana Cristina Colla, a montagem conta a história de um comerciante que decide vender moscas para salvar seus negócios. Ao mesmo tempo, sua mulher se envolve com um estranho.

Gaiola de Moscas está há sete anos em cartaz em Recife. Por meio do projeto Palco Giratório, circulou por várias capitais do Brasil. "Mesmo sendo uma peça bem regionalista, conseguimos chamar a atenção do público. Temos muito humor, música ao vivo e um paladar de cultura popular comum em outras cidades do país", explica Albergaria. Após passar pela capital, o Grupo Peleja segue para outras cidades do interior do Paraná.

Programação

Além do grupo pernambucano, quem também se apresenta no último fim de semana do Palco Giratório são os cearenses do Coletivo As Travestidas, com a peça Cabaré da Dama. A produção acompanha a preparação de uma travesti, que se prostitui durante a noite. A encenação ocorre no Teatro Sesc da Esquina, no domingo.

Durante o fim de semana, o evento conta com performances de artistas locais na Praça Generoso Marques. Além disso, completam a programação o espetáculo Babel, do grupo da Universidade Tecnológica Federal do Paraná, e a comédia circense Do Repente, da Lamira Artes Cênicas, do Tocantins.

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