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A atriz francesa Sandrine Bon­­naire, de 42 anos, depois de ter atuado em dezenas de filmes – co­­mo em Sob o Sol de Satã, de Mau­­rice Pialat –, apresenta agora a sua performance como diretora. Durante mais de duas décadas, ela registrou o cotidiano de sua irmã Sabine, hoje com 41 anos – o que resultou no documentário O Nome Dela É Sabine (veja trailer e fotos), que estreia em Curi­­tiba nesta sexta-feira (18), no Cine­­plex Batel.Sabine, autista, teve uma infância aparentemente normal. Apren­­deu a ler e a escrever, e ainda conseguiu avançar no estudo do piano. Até que um irmão mais velho morreu subitamente, em 1996 – e, a partir desse acontecimento, Sabine começou a apresentar comportamento agressivo. Foi internada em um hospital psiquiátrico.

O documentário expõe mo­­mentos de dificuldade de uma família que, de um momento para o outro, teve de aprender a lidar com um problema sem solução. Fragilidades são evidenciadas, como decisões que se revelaram equivocadas – por parte de familiares em relação a como agir com Sabine.

Se Sandrine teve a finalidade de expurgar alguma eventual culpa ou não, o fato é que o documentário, bastante elogiado pela crítica, apresenta-se como ponto de partida para reflexões a respeito de como uma doença altera a vida de uma família.

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