A atriz Ashley Judd, de 42 anos, revela em um livro de memórias uma infância solitária e dolorosa, que incluiu abuso sexual e pensamentos de suicídio numa época em que sua mãe, Naomi Judd, e a irmã Wynonna tentavam construir uma carreira de estrelas da música country.
Em excertos do livro "All That Is Bitter and Sweet" (tudo que é doce e amargo) e em uma entrevista num programa de TV, nesta terça-feira, Judd falou de como se sentia negligenciada e dos abusos emocionais quando constantemente mudava de casa com a família, que era uma lenda do country.
"Minha família de origem, na qual nasci, estava também cheia de amor, mas não era um sistema familiar saudável. Havia muito trauma, abandono, drogas e vergonha", escreveu a atriz, famosa por "Risco Duplo", no livro de memórias publicado nesta terça-feira.
Judd diz no livro que foi molestada por um amigo da família, quando era adolescente, testemunhou comportamento sexual inadequado entre a mãe e seus namorados, e drogas estavam constantemente disponíveis em casa.
Muitas das lembranças, incluindo vezes em que ela brincou com a arma da mãe depois da escola e pensou em atirar em si mesma, estavam reprimidas e vieram à tona quando Judd se submeteu a psicoterapia, em 2006.
Judd disse ao programa "Today" que o objetivo de seu livro é explicar melhor o trabalho humanitário que faz pelo mundo, envolvendo mulheres pobres e maltratadas em bordéis, favelas e campos de refugiados.
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