O defensor do suicídio assistido Jack Kevorkian, conhecido como Doutor Morte por ter ajudado mais de cem pessoas a pôr fim a suas vidas, morreu na manhã da sexta-feira (03) aos 83 anos, informou seu advogado.
Kevorkian morreu no Hospital Beaumont, em Royal Oak, Michigan, onde tinha passado cerca de 15 dias hospitalizado por problemas cardíacos e renais, disse Mayer Morganroth, advogado e amigo de Kevorkian.
Kevorkian, que era patologista, já estudava a morte e o morrer muito tempo antes de tornar-se defensor da morte assistida, atravessando o Michigan em uma van Volkswagen enferrujada na qual transportava sua máquina para ajudar pessoas doentes a pôr fim a suas vidas.
Ele lançou sua campanha em favor do suicídio assistido em 1990, deixando uma doente de Alzheimer matar-se com a máquina que ele criou. Derrotou promotores do Michigan quatro vezes antes de ser condenado por homicídio em segundo grau em 1999.
Kevorkian cumpriu oito anos de prisão por homicídio em segundo grau e ganhou liberdade condicional em 2007. Como condição de sua libertação, comprometeu-se a não auxiliar em mais suicídios.
Ele foi condenado depois de ir ao ar um programa da CBS News que o mostrou dando drogas letais a um homem de 52 anos que sofria da doença de Lou Gehrig, ou esclerose amiotrófica lateral debilitante.
Ricardo Lewandowski entrega carta de demissão do Ministério da Justiça
Banco Master: denúncia de contratos com influenciadores para difamar BC entra na mira da PF
Relator suspende inspeção no Banco Central e leva decisão ao plenário do TCU
Pressão institucional força TCU a rever ofensiva contra decisões do BC sobre o Master