Cinema
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Nem só de flatulência e escatologia vive o humor de Inatividade Paranormal, que agora ganha uma sequência. Embora empregue esses subterfúgios em Atividade Paranormal 2, que estreia nos cinemas neste fim de semana, o roteirista, produtor e protagonista Marlon Wayans usa como pano de fundo filmes de terror para destilar piadas sexistas e com forte cunho étnico-racial.
Há poucas cenas em que os personagens não acusem um ao outro de preconceito, depois de verbalizarem o que há de pior nos estereótipos culturais fixados no imaginário americano. Wayans faz com que todos expressem o próprio grau de estupidez e ignorância, sem deixar que se tornem apenas vítimas nesta história.
No centro dessa esculhambação está Malcolm (Wayans). Depois de sobreviver à possessão de sua namorada Kisha (Essence Atkins), mote do primeiro filme, ele vai morar com sua nova mulher Megan (Jaime Pressly) e seus dois enteados, Becky e Wyatt.
Não demora muito para que novas aparições passem a ser frequentes em sua casa. Entre elas a boneca Annabelle, com quem Malcolm simula sexo tal como fez com bichos de pelúcia na produção anterior.
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