
Na esteira do sucesso de Crepúsculo e Jogos Vorazes, muitas adaptações tentaram atrair os adolescentes – ou “jovens adultos”, como são chamados na indústria os fãs desse tipo de história. Divergente, dirigido por Neil Burger, foi um dos poucos a garantirem a continuidade da franquia, com uma bilheteria mundial de US$ 288,7 milhões. O estúdio foi rápido e, um ano mais tarde, coloca nos cinemas A Série Divergente: Insurgente, segunda parte da adaptação dos best-sellers de Veronica Roth, que estreou nesta quinta-feira (19), em 803 das 2.800 salas do país. O produtor Doug Wick acredita haver um fundamento básico para uma franquia dessas ser bem-sucedida, pelo menos em termos de arrecadação: usar os mesmos critérios de sempre para avaliar o material, sem tentar apenas surfar uma onda. “Nem todos os filmes baseados em livros para jovens adultos deram certo”, disse em entrevista em Los Angeles.



