Uso da tecnologia de ponta ajuda a informar| Foto: Barbara Dutra / House of Photo / Divulgação

Serviço

Museu das Comunicações

Av. Afonso Pena, 4.001 – Belo Horizonte, (31) 3229-3131. 3ª a dom., das 11 às 17 horas. Entrada franca.

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Réplica de cabine apresenta filme sobre a telefonia no país
Cabine permite ao visitante ouvir famosas profecias
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A concorrência com games, tablets, computadores e celulares de última geração vem obrigando instituições culturais a buscar novas formas de atrair visitantes. Interatividade parece ser a palavra de ordem do momento. Os frequentadores, muitos acostumados à tecnologia touch screen das telas e à navegação na internet, esperam interagir com o que é exibido, exposto. São atraídos por novas formas de acessar conhecimento.

Inaugurado em 2007, o Museu das Telecomunicações de Belo Horizonte, que faz parte do complexo cultural Oi Futuro na capital mineira, foi reaberto em 26 de fevereiro com novas atrações interativas para atender a essa demanda. A instituição recebe cerca de 70 mil pessoas por ano. Em seus 400 metros quadrados, o museu permite experimentações para contar a história das telecomunicações.

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A entrada no espaço expositivo já dá uma mostra das surpresas que o visitante terá. Ao apertar um botão, uma porta de correr se abre. A pessoa entra em uma sala espelhada, como se estivesse em uma máquina do tempo. Ao passar por outra porta, o visitante tem acesso a modelos de telefones antigos; conhece a história de sua invenção por Graham Bell (1847-1922); pode pesquisar informações sobre moradores ilustres de Belo Horizonte, como o escritor Roberto Drummond (1933-2002) e o ex-presidente Tancredo Neves (1910-1985); uma mesa sensível ao toque mostra a evolução da internet no Brasil; em uma sala em anexo, é possivel ouvir profecias de gente como Andy Warhol (1928-1987) e Nostradamus (1503-1566). Dá até para tocar um teremin, um dos primeiros instrumentos musicais eletrônicos, criado pelo russo Lev Sergeivitch Termen em 1919.

Outros espaços

O espaço Oi Futuro de Belo Horizonte abriga também a Galeria de Artes Visuais, que até o dia 31 de março exibe a mostra Artefatos de Som, do duo O Grivo. A produção reúne quatro instalações sonoras e um vídeo. Na Galeria de Artes Gráficas e Fotojornalismo, uma exposição com 68 trabalhos de repórteres fotográficos mineiros também fica em cartaz até o fim do mês. O Teatro Klauss Vianna abriga ainda espetáculos teatrais e de dança.

O jornalista viajou a convite da Oi Futuro.