Em "Busca Implacável", que estréia no país nesta sexta-feira, o inglês Liam Neeson ("Batman - Begins") faz um tipo bem diferente daquele que interpretou em um de seus filmes mais famosos, "A Lista de Schindler". No premiado longa de Steven Spielberg, seu personagem resolvia tudo diplomaticamente; aqui, a solução é alcançada na pancadaria e nos tiros.
Ele é Bryan Mills, um ex-agente da CIA que se vê numa grande enrascada depois que sua filha de 17 anos, Kim (Maggie Grace, da série "Lost"), é sequestrada. Atualmente, ele ganha a vida como segurança e a garota vive com a mãe e o padrasto. Ela quer passar férias na Europa, acompanhando a turnê do U2, mas como sabe que o pai não consentirá, mente e diz que irá apenas para Paris.
Ao desembarcar na capital francesa, Kim e uma amiga acabam sequestradas por uma quadrilha. Mas, antes de ser levada, a menina consegue telefonar para o pai e lhe passa pistas valiosas.
Com a experiência adquirida na CIA, o serviço de espionagem americano, Bryan parte para a França em busca da filha. Lá, com a ajuda de antigos colegas do serviço de espionagem, descobre que a moça foi capturada por albaneses que lucram com o tráfico de mulheres para prostituição. Ele terá apenas 96 horas para recuperar Kim.
Dirigido pelo francês Pierre Morel (ex-diretor de fotografia que trabalhou em filmes como "Cão de Briga" e "Carga Explosiva"), "Busca Implacável" tem roteiro e produção de Luc Besson ("O Profissional", "Angel-A"), que já dominou o espírito americano e consegue fazer filmes franceses com a cara de Hollywood. Esse não é diferente.
"Busca Implacável" se vale de todos os artifícios do gênero, com muita perseguição e uma visita ao submundo de Paris. O que há de mais diferente é a presença de Neeson, que não parece confortável nesse tipo de papel.
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