Morreu nesta quarta-feira (9), em sua casa, em São Paulo, o diretor de TV Herval Rossano, aos 72 anos. Segundo sua mulher, a atriz Mayara Magri, Rossano, que tinha problemas cardíacos, teve um mal súbito enquanto dormia.
Um dos mais importantes diretores de sua geração e o que mais teve novelas vendidas para o exterior, Rossano esteve à frente de produções de peso. A mais célebre foi "A escrava Isaura", que abriu caminho para a popularização de novelas brasileiras em todo o mundo.
Rossano começou sua carreira no teatro amador, onde fazia pequenos papéis e exercia funções técnicas. Posteriormente trabalhou em cena com Dercy Gonçalves, Bibi Ferreira e Procópio Ferreira. Na televisão ele interpretou papéis de galã e começou a se interessar pelo trabalho como diretor de novelas.
O diretor, que passou pela TV Globo, Record e Bandeirantes nos últimos anos, estava no SBT. Ele era diretor de teledramaturdia desde março do ano passado. Em julho, Silvio Santos o afastou da novela "Cristal", mas manteve seu contrato, para que o diretor pudesse cuidar da saúde.
Ele deixa quatro filhos, um deles com a atriz Nívea Maria, com quem teve um relacionamento de 27 anos. O corpo foi cremado na Vila Alpina, após o velório no hospital Beneficência Portuguesa, em São Paulo.
Tudo dominado: até 61 milhões de brasileiros vivem sob o domínio do crime
China, Rússia, Brasil: quem são os parceiros comerciais do Irã que entraram na mira da nova tarifa de Trump
Voto distrital misto: a nova forma de eleger deputados que Motta propõe para 2030
CFM faz seu trabalho e sofre interferência descabida de Moraes