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Show

O violão infinito de Gerson Bientinez

Instrumentista volta ao Teatro do Paiol e faz panorama da carreira. Maestro Waltel Branco fará participação especial

  • PorSandro Moser
  • 07/08/2013 21:01
Gerson Bientinez, músico | Cido Marques/Divulgação
Gerson Bientinez, músico| Foto: Cido Marques/Divulgação

Perfil

Saiba um pouco mais sobre Gerson Bientinez:

• Violonista, compositor e produtor musical.

• Nasceu em Curitiba.

• Foi diretor do Teatro do Paiol entre 1986 e 1991.

• Como produtor musical, trabalhou com Alaíde Costa, Luiz Eça, Sebastião Tapajós, Gilson e Raul de Souza, entre outros.

• Em 1995, lançou seu primeiro álbum autoral, Quinze.

• Em 2005, saiu o segundo disco, Alta Estima.

• É autor de mais de 150 canções gravadas por artistas, como Rogéria Holtz, Alexandre Nero e Ana Paula Cascardo.

• Vencedor do prêmio Saul Trumpet de melhor compositor em 1996.

Shows

Veja este e outros shows no Guia Gazeta do Povo.

Ao oitavo dia do oitavo mês, às oito horas da noite e por módicos oito reais será possível ouvir, por contados oitenta minutos, o concerto da banda de oito integrantes liderada pelo violão de Gerson Bientinez.

Com um tom entre a profecia e a brincadeira, essa foi a forma que o veterano violonista e compositor escolheu para convidar o público ao show que fará hoje, no Teatro do Paiol (veja o serviço completo no Guia Gazeta do Povo). "Resolvi unir todas essas coincidências para esta noite feliz. Na filosofia chinesa, o oito é o número da sorte e quando deita para descansar, o oito também é o infinito", diz.

Será a volta do músico, dez anos depois, a um palco que lhe é muito familiar. "Faz bastante tempo que não me apresento no Paiol. A última foi ao lado do Gilson Peranzzetta em um concerto homenageando [o compositor] Claudionor Cruz (1910-1995)", lembra o artista, que foi diretor do espaço entre 1986 e 1991.

Hoje à noite, o público vai poder ouvir um panorama das composições de Bientinez em mais de 30 anos de carreira. Um repertório que passeia pela música popular brasileira, a seresta, o samba e a bossa nova.

No palco, um octeto que, além do próprio Bientinez, é formado por Paulo Matta (piano), Ricardo Janotto (percuteria), o duo de instrumentistas catarinenses Janet e Joel Brito, as cantoras Iria Braga e Rogéria Holtz e a participação muito especial de Waltel Branco.

O maestro, que pode receber uma grande homenagem da cidade ainda neste ano, vai tocar em algumas músicas com seu antigo parceiro.

Carreira

Bientinez começou a música nos anos 1960, tocando acordeão. Mais tarde, encontrou-se com o violão, que virou a inseparável ferramenta de trabalho na carreira de compositor, instrumentista e produtor.

No início dos anos 1980, compôs sua primeira canção, "Virá Verás", que lhe rendeu prêmios em dois festivais de música no Paraná. Participou de diversos festivais pelo Brasil ao longo de sua carreira, criando mais composições e somando prêmios à sua história.

Como produtor musical, trabalhou com nomes importantes da música brasileira, como Alaíde Costa, Luiz Eça (1936-1992), Herivelto Martins (1912-1992), Sebastião Tapajós, e Raul de Souza.

Em 1996, lançou Quinze, álbum que contou com as participações de Mauro Senise, Maurício Carrilho, Robertinho Silva, entre outros, e direção e arranjos de Nelson Angelo. Este disco lhe rendeu o prêmio de melhor compositor no Prêmio Saul Trumpet de 1998. Entre 1996 e 2000, apresentou-se em importantes espetáculos no Brasil, Suíça, França e Polônia.

"O grande prêmio é estar vivo, ‘bem na parada’ e cercado de amigos. Graças a Deus, a vida foi boa para mim", diz.

Bientinez estima que tenha mais de 150 composições "com os mais variados parceiros", como Noely Manfredini, Gerson Fisbein, Antonio Carlos Domingues, Claudio Ribeiro e Nina Padilha.

"Meus parceiros ilustres com os quais tive uma reciprocidade musical bacana", observa.

Corrente pode homenagear Waltel

A Corrente Cultural deste ano – novo nome da Virada Cultural de Curitiba – pode ser temática e homenagear o maestro Waltel Branco. A programação da maratona de eventos culturais, marcada para os dias 9 e 10 de novembro, ainda não está definida.

A Gazeta do Povo apurou, porém, que a intenção da Fundação Cultural de Curitiba (FCC) é que toda a programação se transforme em uma celebração da carreira do músico curitibano. O encerramento da Corrente seria uma apresentação do cantor Djavan na Boca Maldita.

A assessoria de Djavan confirmou que o alagoano teria sido convidado para fazer o show.

Segundo o staff do cantor, o convite levava em conta a proximidade e reverência – já declarada em um vídeo que circula na internet – que o cantor tem pelo trabalho de Waltel.

Por meio da assessoria, Djavan disse ainda que ficou "lisonjeado" com o convite, mas que talvez não possa vir "devido a um conflito com datas pré-agendadas de uma turnê".

Procurado pela reportagem, o superintendente da FCC, Igor Cordeiro, afirmou que o evento deste ano vai sofrer algumas mudanças "para melhor, mantendo as boas coisas feitas nos últimos anos e com novidades, como a inclusão de novas partes sociais da cidade no evento".

Quanto à programação, Cordeiro disse que não poderia "falar nada para não prejudicar a definição das mudanças".

"Ainda estamos negociando com os nossos parceiros, que estruturam o evento conosco, como a Secretaria Estadual de Cultura, o Sesc e o Sesi."

Quanto à edição temática e o convite a Djavan, Cordeiro desconversou sem, contudo, desmentir.

"O Djavan é um grande artista e seria ótimo que ele viesse, ou algum outro artista do porte dele. O Waltel é um deus, um rei da música local. Tem um nexo, seria justa uma homenagem, mas eu não posso confirmar por enquanto", afirmou Cordeiro.

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