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Amanda Rossi foi encontrada morta dentro do campus da Unopar | Roberto Custódio/JL
Amanda Rossi foi encontrada morta dentro do campus da Unopar| Foto: Roberto Custódio/JL

"A gente virou uma galera de verdade, você percebe isso no filme", diz Maria Flor, que ao lado dos outros três falou ao G1 sobre a produção. "Fizemos muita farra durante as filmagens, e isso contribuiu para o resultado", conta Fernanda.

"Podecrer" faz uma viagem nostálgica à juventude do começo dos anos 1980 para contar a história de um grupo de alunos do ensino médio de um colégio tradicional. A trama é embalada por ótimas canções da época –incluindo Caetano, Secos e Molhados, Tim Maia e outros- e um desfile de objetos da época, um verdadeiro almanaque de modas oitentistas.

Nesse cenário, o público conhece figurinhas clássicas do universo adolescente: o garoto que quer ficar famoso com sua banda, a ex-gordinha que vira a maior namoradeira, a tímida, o piadista, a metida e por aí vai. Quem não teve colegas como esses no colégio?

"Para mim, o mais gostoso foi fazer uma menina de 17 quando já tinha 22 anos e relembrar essa fase tão maravilhosa da vida, com tantas novidades", diz Maria Flor. "Naquela época, eu era feliz e não sabia!", brinca a estrela da atual novela das seis da TV Globo.

Personagens

No filme, dirigido por Artur Fontes (de "Surf adventures" e da série de TV "Mandrake"), Flor interpreta Carol, uma adolescente que acaba de chegar da França, onde morava por conta do exílio de seu pai (a trama acontece em 1981, em meio à abertura política). No novo ambiente, ela faz amizades, se apaixona e acaba vivendo um dos momentos mais dramáticos de sua vida. "De certa forma, sou parecida com Carol; ela é uma personagem sensível e delicada", diz a atriz.

Mas não foi só Flor que se identificou com seu papel. Para Dudu Azevedo, que está atualmente na novela "Duas caras" e participou de "Cazuza – o tempo não pára", seu personagem foi "um remédio". Na trama, Dudu interpreta um adolescente cujo pai faleceu há pouco tempo. "Na época, eu também tinha acabado de perder meu pai, estava vivendo um momento complicado e trabalhar nesse filme foi mais que um prazer, foi uma solução", conta o ator.

Na pele de duas meninas "cheias de fogo", Fernanda Paes Leme e Érika Mader também curtiram suas personagens. "Assim como ela, eu tive meus dias de beijoqueira", diz Fernanda rindo. "O melhor foi a bagunça que fizemos durante as filmagens", conta Érika. "Foram quatro semanas de convivência no set, ficamos amigos de verdade", diz a atriz. A interação dos atores foi tão bacana que o diretor acabou usando imagens de bastidores na ficção.

"O maior desafio de fazer esse filme foi aturar essas pessoas do elenco, com certeza", brinca Fernanda apontando para os colegas de elenco, que logo caem na gargalhada.

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