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Cinema

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Estreia hoje, em circuito nacional, a comédia Se Puder... Dirija!, de Paulo Fontenelle, o primeiro longa-metragem live action em 3D brasileiro – é bom ir logo avisando que o recurso tecnológico pouco ou nada contribui para evitar que o filme seja uma grande bomba.

A trama tem uma premissa que lembra um pouco os filmes da franquia Uma Noite no Museu, estrelada por Ben Stiller. João (Luiz Fernando Guimarães, foto) é um homem adentrando a meia-idade, separado e com um filho pequeno. Sua relação com a ex-mulher, vivida por Lavínia Vlasak, não é das melhores e ele, mesmo sem querer, vive desapontando o garoto.

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Na tentativa de se redimir, ele promete levar o menino a uma festa-gincana que vai acontecer no colégio, mas se esquece que prometeu substituir um colega no trabalho. Acaba pegando "emprestado" o veículo de uma médica (Bárbara Paz) e embarcando em uma sucessão de trapalhadas.

Ele e o filho sofrem um assalto, atropelam um ciclista (Reynaldo Gianecchini) e se veem forçados a dar carona a um casal prestes a dar à luz. Nenhuma dessas situações empolga ou faz rir.

No fim das contas, na tentativa de fugir do humor mais boca suja e escatológico que vem fazendo muito dinheiro no cinema nacional, Se Puder... Dirija! resulta apenas bobo e sem graça. Ainda que tridimensional. G1/2