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Pelebrói comemora o lançamento do livro  do vocalista | Divulgação
Pelebrói comemora o lançamento do livro do vocalista| Foto: Divulgação

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Veja este e outros shows no Guia Gazeta do Povo

  • A Relespública aproveita o show para divulgar o novo site oficial

As bandas curitibanas Relespública e Pelebrói Não Sei? se apresentam neste sábado, no Espaço Cult, a partir das 22 horas (veja o serviço completo no Guia Gazeta do Povo). Ambos veteranos da cena local, os grupos, cujos shows se tornaram ocasionais, aproveitam a data para apresentar novidades – o primeiro, um site oficial (relespublica.com.br); o segundo, o livro de contos Réquiem para Doris, de autoria do vocalista, Oneide Dee Diedrich.

"Antes, fazíamos shows quase todo dia", diz o vocalista e guitarrista da Relespública, Fabio Elias, referindo-se à rotina da banda antes do retorno em 2012, após um hiato de dois anos. "Optamos por fazer mais ou menos um show por mês bem divulgado. Chegou um momento em que escolhemos fazer shows mais especiais, não nos aventurarmos tanto, não pagarmos mais para tocar. Estamos calejados de roubadas!", brinca o músico.

A banda deve apresentar somente canções próprias, incluindo duas recém-divulgadas – "Faça o Que Quiser" e "Livres".

"Não vai ser um daqueles shows de barzinho, pra vender cerveja. É como se fosse um show da Reles em teatro. Só que para assistir em pé. E vai ter cerveja", explica Elias, que festeja a apresentação ao lado da Pelebrói Não Sei?.

"Tem músicas que a Reles e o Pelebrói tocam que parecem hinos", diz Elias. "E são bandas de som bem diferente. Somos mais puxados para o mod, o rock-and-roll clássico, eles para o punk. Combina bem, parece uma história do rock passando. Começa com a gente e termina com o caos que é o Pelebrói", brinca.

A Pelebrói tem feito apresentações ainda mais esporádicas. "Mas o show é sempre a mesma ‘loucurada’. Cantamos as sandices dos personagens do Pelebrói", diz Diedrich, que cita músicas como "Céu sem Cor" como presenças garantidas no repertório. "Fazemos um show longo, de quase duas horas. Nesse tempo, em punk rock, dá pra tocar quase a discografia inteira", promete.

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